LEONAN MONTEIRO NOBRE - Morrerás ou não Senhora Cultura?

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Nas barrancas o cantar percorre o altar melódico do vento, levando o intuito do poeta a dispara o silencio contra o peito, Lá no Seringal de Tonho das Letras, a morena de pele encarnada, encarna o perfil lírico do vento norte; que por sorte exala o desejo da morte criança. EXTRA! EXTRA! A Cólera freudiana, dispara na bolsa onírica das cabritas latinas.

As cordas entrelaçam sonidos andinos, e no porto da antiga Santa Maria:os carregadores ficam a sorrir em aplausos; Quem carece solenemente de história política? Que os anjos digam AMÉM...

Quem será o maestro da orquestra! As vozes se multiplicam na floresta, respondendo em uma só voz: Tem de ser de nossa tribo! é mesmo tem de ser!

A elegante Cigarra, caliente em seu falar, dispara : quem vive a cantar, pode ministra sem vacilar: afinal só as experiência traz a perfeição, de repente, não mais que de repente; os gritos da platéia forma a maior sinfonia já vista no sul úmido do Amazonas. Que ama sua terra: ama, ama, Amazonas.

Se não desarmar o pacto da tribo cara crachá! Cara crachá! A festa de Tupy, vai vira chá da tarde; mesmo que tudo isso seja muito tarde.

Já não era tão cedo assim, para a procissão dos oprimidos dispararem o multiplicar por mil, das setes nota musicais básicas, ainda assim, acrescentando alguns sustenidos de lambuja.

EXTRA! EXTRA! A festa vai começar.

A Festa é bumbá ou bumba meu boi?

- Sei lá seu moço, parece que tem Chico Mendes na linha do trem.
Que o trem não pare!

Por: Leonan Monteiro Nobre

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