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Boca do Acre

Trabalho de defesa agropecuária do Amazonas é destaque nacional

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O trabalho de defesa agropecuária e florestal do Governo do Amazonas foi destaque durante o Seminário Internacional sobre a febre aftosa realizado nos dias 3 e 4 de abril, em Pirenópolis (GO). A atuação do Estado foi apresentada no painel “Última etapa do PHEFA: em transição para a Erradicação”. O evento antecede a 44a Reunião Ordinária da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (COSALFA), que será realizada nos dias 6 e 7, também em Goiás.

O diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF), o engenheiro agrônomo Alexandre Henrique de Araújo, participa do evento. Segundo ele, o trabalho do Estado para erradicar o vírus tipo C da febre aftosa – diagnosticado pela última vez no Estado, em 2004, no município do Careiro da Várzea -, foi amplamente destacado pelo palestrante Alejandro Rivera do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA).

“O trabalho empregado pelo Estado para erradicar a febre aftosa no Amazonas tem sido referência. Há 12 anos não temos um foco da doença graças ao trabalho de defesa na vigilância ativa e passiva, as campanhas de vacinação oficiais em todo o Estado, no levantamento de soroepidemiológico para atestar a eliminação da doença e outras ações que o produtor, principal ator desse cenário, tem abraçado”, explicou.

Além das campanhas, de acordo com Alexandre, o Governo tem realizado ações importantes que dão suporte para a erradicação da doença. “A ampliação de barreiras sanitárias, a implantação e reestruturação de escritórios da ADAF, a implementação de recursos humanos, entre outros, além de firmar parcerias técnicas importantes, como a efetuada com o IDAM que apoia e reforça as ações em alguns municípios do Amazonas, fornecendo orientação e suporte aos produtores”, pontuou.

Campanha em andamento – Até o dia 30 de abril, os produtores devem vacinar todo o rebanho de bovinos e bubalinos. Esta ação faz parte da primeira etapa da campanha “Amazonas sem Aftosa”, coordenada pela Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) e ADAF, que iniciou no dia 15 de março.

Esta etapa da vacinação compreende 41 municípios: Alvarães, Amaturá, Anamã, Anori, Atalaia do Norte, Autazes, Barreirinha, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Fonte Boa, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Japurá, Jutaí, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Maraã, Maués, Nhamundá, Nova Olinda do Norte, Parintins, Rio Preto da Eva, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, São Sebastião do Uatumã, Silves, Tabatinga, Tefé, Tonantins, Uarini, Urucará e Urucurituba.

De acordo com Araújo, a cobertura vacinal da última campanha alcançou 93% do rebanho. A vacinação, segundo ele, garante a sanidade animal e possibilita a abertura de mercado, a valorização do rebanho e o livre comércio de animais, produtos e subprodutos para todo o país. A estimativa para imunização nesta primeira etapa é de aproximadamente 500 mil cabeças de gado.

Último foco – O último caso de aftosa no Amazonas ocorreu em 10 de setembro de 2004, no município de Careiro da Várzea, em uma propriedade. O vírus foi registrado em bovinos com idade entre 12 e 24 meses. A propriedade foi interditada. O Brasil não registra a doença desde 2005, quando houve um caso no Paraná e outro no Mato Grosso do Sul.

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