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Editorial Amazônia

Primeiro abatedouro de frangos do AM começa a funcionar em 2018

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O abatedouro está sendo construído no quilômetro 38 da AM-010. Capacidade inicial será de abate de 6 mil frangos, mas pode ganhar maior escala de acordo com a demanda do mercado 

O primeiro abatedouro de frangos de descarte das granjas de ovos do Amazonas está sendo construído em Manaus e será inaugurado em fevereiro de 2018. Com capacidade inicial para abater 6 mil frangos, o que atenderá a demanda das granjas locais, dentre elas a líder São Pedro, que tem um plantel de mais de 600 mil frangos. O abatedouro está sendo construído no quilômetro 38 da AM-010.

Com esta iniciativa do investidor amazonense, pois o empresário Márcio Miyamoto é de uma tradicional família de origem japonesa, instalada no Estado há mais de 40 anos, o Amazonas entra em um novo ciclo da economia derivada da avicultura. "Estamos implantando a mais avançada tecnologia de abate de frangos no Estado e investindo recursos próprios para atender o mercado local", disse Miyamoto.  

Os granjeiros amazonenses produzem diariamente 2,5 milhões de ovos e atendem toda a demanda do Estado. Com o aumento do consumo diário de ovos, a estimativa da Associação Amazonense de Avicultura (AAMA) é que esta produção possa chegar a 3 milhões de ovos,rapidamente, podendo evoluir para até 3,5 milhões no curto prazo.

Para que isso aconteça, os insumos como milho, farelo de soja e outros precisam diminuir os custos, para que a logística não desestabilize a produção interna, já que o Amazonas não planta em larga escala soja e nem milho.

Disposto a conhecer toda a cadeia produtiva do ovo e, agora, também do frango, o secretário estadual da Produção Rural, José Aparecido dos Santos, reuniu hoje (24/11) com a diretoria AAMA, presidida por Kuniya Takano; com o presidente Muni Lourenço, da Federação de Agricultura e Pecuária do Amazonas (FAEA); e com o presidente da Agência de Defesa Animal e Florestal (Adaf), Sérgio Muniz.

Mobilização

Na ocasião, ficou definido que haverá mobilização dos granjeiros e do Governo do Estado para que os insumos básicos utilizados na avicultura, mas também em outras cadeias produtivas, como do gado, dos suínos, caprinos e peixes possam se beneficiarem deste movimento encabeçado pelos empresários da avicultura, com sustentação estatal regional.

A ideia básica é levar o grupo Amaggi, que tem uma planta graneleira instalada em Itacoatiara, a fornecer esses insumos a preços mais em conta, através do transporte fluvial (via hidrovia do rio Madeira) deles com preços diferenciados.

Quando a Hermasa, empresa do grupo Amaggi instalou-se no Amazonas, o governador era Amazonino Mendes, que, neste momento, governa o Estado novamente. "Entendemos que o grupo Amaggi, através do seu controlador Blairo Maggi, atual ministro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que estará em Manaus no próximo dia 4 de dezembro, para assinar o termo de entrada definitiva do Amazonas na relação nacional de Estado fora do risco de aftosa, possa colaborar nesta direção", comentou o secretário José Aparecidos dos Santos.

Fronteira agrícola

A outra alternativa para o setor é a plantação de soja e milho no Sul do Amazonas, com destaque para os municípios de Humaitá, Manicoré (Distrito de Santo Antônio do Matupi) e Apuí. Mas, neste caso, seriam necessárias várias ações ambientais para desenvolver um polo agrícola na região.

Humaitá, mais diretamente, tem milhares de hectares em seus campos aptos para o plantio imediato de soja e milho. Produtores rurais de Rondônia e Mato Grosso já começam a se posicionar comprando terras neste município para implantarem suas lavouras. 

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