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Carne do rebanho amazonense pode ser comercializada nacionalmente

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Amazonas entra em uma nova fase do seu desenvolvimento rural: após 63 anos, Estado é reconhecido como área sem risco de febre aftosa


A partir de hoje toda a carne e produtos derivados dos rebanhos bovino e bubalino do Amazonas podem ser comercializados em praticamente todo território nacional. Foram necessários 63 anos para que esta conquista se transformasse em realidade. Com a assinatura do documento reconhecendo o Amazonas como área sem risco de aftosa com vacinação pelo ministro Blairo Maggi (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o governador Amazonino Mendes, em evento no Centro de Convenções Vasco Vásques, o agronegócio de floresta entra em uma nova fase de expansão.

"Agora vamos expandir o nosso rebanho (atualmente é de 1,3 milhões) com mais celeridade e sem afetar a floresta. Não haverá desmatamento,porque existem áreas já desmatadas que serão ocupadas, ordenadamente, e com tecnologia de manejo", disse o governador Amazonino Mendes, em evento reservado com grandes produtores rurais no Centro de Convenções Vasco Vásques.

Na avaliação do ministro Blairo Maggi, será criado um corredor do agronegócio entre o Amazonas e Roraima. Ele entende que a soja, o milho e a produção de carne vão aumentar, em função do novo status do Amazonas fora do risco de aftosa com vacinação. "Mas que ainda há muito a fazer para encontrar o eixo deste desenvolvimento, porque as terras da floresta amazônica demandam correções de calcário, práticas diferenciadas de produção e uma logística diferente do restante do país para escoamento da produção".

O secretário da Produção Rural do Amazonas (Sepror), José Aparecido dos Santos, disse que vai trabalhar em conjunto com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), neste novo momento de expansão do agronegócio, para que as questões ambientais sejam respeitadas, mas dentro de uma política de produção de alimentos  que permita diminuir a dependência do Amazonas de importações de outras unidades da Federação. "Será o nosso gado, a nossa piscicultura, a nossa avicultura, a nossa suinocultura, a nossa agricultura, enfim, vamos fortalecer o setor primário, para diminuir o grau de dependência do Polo Industrial de Manaus (PIM)", observou. 

Insumos

O presidente da Associação Amazonense de Avicultura (AAMA), Kuniya Takano, ressaltou que a produção de ovos vai aumentar de 2 milhões/dia para o dobro, se os insumos de milho e farelo de soja forem fornecidos a preços mais razoáveis, e que isso pode acontecer com o grupo Amaggi possibilitando a venda dessas matérias primas no porto graneleiro de Itacoatiara (Hermasa).

Sobre esta venda direta aos produtores rurais do Amazonas dessas matérias primas, o ministro Blairo Maggi disse que "como o porto graneleiro de Itacoatiara é alfandegado para exportações, não dá para vender diretamente para o mercado local, mas que ele vai determinar que um alto executivo do seu grupo Amaggi entre em negociações com o governo do Amazonas e a Receita Federal, para encontrar uma solução para isso. Constituímos hoje esta parceria e vamos trabalhar juntos com o governador Amazonino Mendes para fornecer insumos para o agronegócio amazonense, mas dentro da legalidade para não sofrermos com multas", afirmou.

À frente das   negociações com o grupo Amaggi e a Receita Federal, de parte do governo Amazonino Mendes, estará o secretário José Aparecido dos Santos, que no dia 12 de dezembro participa da primeira reunião em Brasília com o executivo indicado pelo presidente do Grupo Amaggi, Blairo Maggi.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço, que no dia 12 de dezembro toma posse como vice presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), na Capital Federal, também irá participar desta comissão executiva.

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