Veja como foi o desempenho das escolas de Boca do Acre no Ideb

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB – divulgado nesta semana, mostra a realidade das escolas púbicas (municipais, estaduais e federais) e privadas. Com Boca do Acre não foi diferente, uma vez que a média revelou, através de progressos e regressos, onde há investimento e abandono.

Nilce Avilar

Em plena zona urbana, um exemplo claro de abandono por parte do poder público municipal, é o da escola municipal Nilce Avilar. O estabelecimento de ensino despencou na média em 08 décimos de ponto, descendo de uma média expressiva no 9º ano, 5,2, para 4,4.

O decréscimo na avaliação é sensível a partir do momento em que se olha para a estrutura da escola, que ultimamente não tem oferecido condições para que a clientela e muito menos o corpo docente pudesse desenvolver um trabalho a contento.

Ainda de acordo com relatos fidedignos, a Semed, no ano passado, quando ocorreu a avaliação, não desenvolveu qualquer tipo de iniciativa de reforço escolar, material didático e pedagógico, para auxiliar professores e alunos. Ao contrário do que aconteceu em 2015, quando a escola tinha professores que eram destinados unicamente para trabalhar com aqueles educandos que apresentavam dificuldades de aprendizagem em Português e Matemática.

Pontos fortes

Mas o Ideb também pontos positivos. A escola estadual Jacinto Ale continua soberana, agora com a média de 7,8, uma evolução de 0,4 em relação ao índice que foi verificado no ano de 2015. Quem também desponta no mesmo nível de ensino, é a escola estadual Coronel José Assunção (GM 3) que alcançou a média 7,0. Em terceiro lugar, ainda em se tratando das séries iniciais da educação básica, ficou a escola municipal Benício Rodrigues Pena, com a média de 6,8, que apresentou crescimento de 03 décimos de pontos.

5 ano
Resultado das escolas de Boca do Acre, no 5º ano (Foto: Agostinho Alves)

9º ano

No 9º ano, as escolas Benício Rodrigues Pena e Coronel José Assunção (GM 3) lideram com a pontuação de 5,4. A primeira mostrou estagnação, mantendo a média de 2015, já a segunda evoluiu 0,4 décimos.

nilce avilar
Desempenho das escola municipais e estaduais no 9º ano (Foto: Agostinho Alves)

No ensino médio, verificado pela primeira vez, o resultado foi o seguinte:

• Escola estadual Antônio José Bernardo Vasconcelos: 4,0
• Escola estadual Coronel José Assunção: 3,5
• Escola estadual Barão de Boca do Acre: 3,2
• Escola estadual Lucas Pena: 3,2
• Escola estadual Almirante Barroso: 2,7

As piores médias

Os piores resultados, foram apresentados pelas escolas Lucas Pena (estadual) e Nilce Avilar (municipal), com ambas ficando com a média 4,7. No tocante ao desempenho, em comparação com o ano de 2015, quem ficou com a liderança negativa foi a escola municipal José Manuel dos Santos, que está situada na zona rural de Boca do Acre, na comunidade Boca do Iaco, que apresentou decréscimo de 1,1. A também escola municipal Primeiro Passo, situado no bairro Praia do Gado, perdeu 05 décimos de ponto.

No 9º ano, o vexame ficou com a escola Nilce Avilar, como dito acima.

Médias federal, estadual e municipal

A média do Brasil, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 5,8. Nos anos finais a pontuação foi de 4,7. No ensino médio, a média foi de 3,8.

A média do Amazonas, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 5,4. Nos anos finais a pontuação foi de 4,5. No ensino médio, a média foi de 3,5.

Em Boca do Acre, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 6,1. Nos anos finais a pontuação foi de 4,6. No ensino médio, a média foi de 3,2.

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