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Editorial Amazônia

Amazônia

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pecuáriaA JBS, maior produtora de proteína animal do mundo e dona das marcas Friboi, Seara e Swift, comprou gado criado em fazendas onde ocorreu desmatamento ilegal no sul do Pará. A prática é considerada crime ambiental e revela um esquema de manipulação dos documentos que certificam a origem do boi.

O caso foi descoberto pela operação Carne Fria, deflagrada pelo Ibama nesta semana e que investigou 15 frigoríficos e 20 fazendas que comercializaram boi criado em áreas embargadas (onde qualquer atividade econômica é legalmente proibida).

Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), essa investigação não tem relação com a operação Carne Fraca, deflagrada na semana passada pela Polícia Federal.

Entre os compradores, estavam dois frigoríficos da JBS, um em Redenção e outro em Santana do Araguaia. Nas duas unidades, a empresa adquiriu 49.468 cabeças de gado e foi multada em R$ 24,7 milhões pela prática.

No total, o Ibama notificou 11 frigoríficos no Pará, três no Tocantins e um na Bahia, entre eles, Cooperfrigo, Plena, Xinguara, Mercúrio e Rio Maria. Entre as fazendas, está a fazenda Café Paraíso da Santa Bárbara, do grupo ligado ao Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas.

Os frigoríficos estão impedidos pelo Ibama de comprar e abater carne até que mostrem ao instituto novas medidas para o controle na aquisição dos animais. No total, todas as empresas, incluindo as fazendas, foram multadas em R$ 264,28 milhões.

A operação decorre de uma investigação feita pelo Ibama nos últimos dez meses. Ela foi deflagrada uma semana depois da Carne Fraca, que revelou corrupção no controle sanitário no processamento de carne das maiores indústrias do setor.

Avaliadas em conjunto, as duas operações apontam na mesma direção: a fragilidade dos mecanismos de controle sobre o modo como os animais são criados e processados pela indústria da carne no Brasil.

A Repórter Brasil procurou os frigoríficos citados na operação. A JBS nega ter comprado gado de áreas embargadas pelo Ibama, afirmando que “seleciona 100% dos fornecedores com base em critérios socioambientais”. A empresa diz ainda que “não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento de florestas nativas, invasões de terras indígenas ou de conservação ambiental e que estejam embargadas pelo Ibama” (leia a resposta da JBS na íntegra ao final da reportagem).

A Mafripar, controladora da Mercúrio, afirmou que “não foi embargada e continua com seus abates normalmente”. Já o frigorífico Xinguara disse que “não adquiriu gado oriundo de fazendas embargadas” (as íntegras das respostas também estão ao final do texto).

O gado adquirido dessa forma, segundo o Ibama, totaliza 58.879 cabeças compradas diretamente de fazendas em área embargadas e indiretamente, por meio de fazendas intermediárias onde o gado tinha sua origem ilegal “lavada”.

A relação entre pecuária e desmatamento na região não se restringe a essas fazendas. A criação de bois é a principal motivação para o desmatamento ilegal na Amazônia. Cerca de 63% das áreas desmatadas apresentam algum tipo de pasto, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

A operação revela ainda que os frigoríficos descumpriram acordo firmado em 2009 com o Ministério Público Federal, o chamado “TAC da carne”. O Termo de Ajustamento de Conduta envolveu 69 empresas que se comprometeram a comprar gado somente de fazendas regularizadas junto ao Ibama. Ao fazer negócio com fazendas nessa situação, o termo do acordo foi descumprido, conclui o Ibama.

Ao negar o fato de ter comprado bois de áreas embargadas, a JBS afirma que não descumpriu o acordo. Confirmada pelo Ibama, a prática vai contra a política de sustentabilidade anunciada pela empresa, que é obrigada a seguir a legislação brasileira e os padrões de controle internacionais para manter a posição de maior exportadora de carne bovina do Brasil, fornecendo para mais de 150 países, como Estados Unidos, Alemanha e Japão.

Em material de divulgação sobre sua política de sustentabilidade, a empresa anuncia um monitoramento especialmente rigoroso para o bioma amazônico, justamente onde o Ibama flagrou a ocorrência do crime. A empresa diz garantir que 100% das propriedades dos fornecedores são georreferenciadas e que todos esses pontos são monitorados via imagens de satélites.

Procurada pela reportagem, a empresa reafirmou que “realiza, diariamente, o download de todas as informações contidas na lista de áreas embargadas pelo Ibama e da ‘lista suja do trabalho escravo’ do Ministério do Trabalho”.

Essa não é a primeira vez, porém, que a JBS é flagrada ao comprar gado de desmatadores ilegais na Amazônia.

Em março de 2015, a Repórter Brasil revelou que a empresa comprara centenas de cabeças de gado de Cirineide Bianchi Castanha, mãe de Ezequiel Antônio Castanha, preso pela Polícia Federal sob acusação de ser “o maior desmatador da Amazônia de todos os tempos”. Ao ser procurada pela reportagem, a empresa cortou imediatamente a fazenda em questão da sua lista de fornecedores.

Fraudes para esconder a origem do gado

As compras de gado dos 15 frigoríficos citados na operação variavam entre a simples aquisição dos animais de áreas embargadas até esquemas mais complexos para esconder a origem do gado. No esquema mais simples, os frigoríficos compravam diretamente o gado de áreas embargadas pelo Ibama.

Um dos casos ocorreu na fazenda Nossa Senhora do Carmo que vendia gado diretamente à JBS. A Repórter Brasil esteve na fazenda junto ao Ibama. Nela, Eder Marquez, que se identificou como dono da fazenda, confirmou que vendia gado constantemente ao frigorífico da JBS em Redenção.

Ele negou a existência de uma área embargada na fazenda. Os dados do Ibama, porém, mostram o contrário –13% da área está com o uso restrito na fazenda devido ao desmatamento ilegal. No sobrevoo do local foi possível, inclusive, ver um rebanho dentro do local embargado.

O pecuarista Eder Marquez também afirmou que não havia recebido nenhum aviso referente ao embargo do Ibama. Os documentos do local, porém, mostram que o Cadastro Ambiental Rural e outros documentos da propriedade estão no nome de Berenice Marquez e Divino da Silva Marquez.

O outro esquema também envolvia a criação de gado em áreas embargadas, mas o fazendeiro os vendiam como se fossem de fazendas sem problemas ambientais. Isso era feito usando as Guias de Trânsito Animal (GTAs) com os nomes de fazendas “limpas”. Controladas pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), as guias de fazendas legais eram usadas para transportar os bois que não poderiam ser comercializados.

Um último tipo de fraude envolvia a criação de gado em áreas embargadas que eram vizinhas a fazendas sem problemas ambientais. Antes da venda, os gados ilegais eram passados para a área legal, misturados aos outros animais. Dessa forma, sua origem era ocultada.

O Ibama diz que a operação faz parte de uma estratégia mais ampla, que busca responsabilizar os agentes econômicos sobre os problemas ambientais. A investigação se baseia em um decreto de 2008, que permite multar as empresas que praticarem os atos de “adquirir, intermediar, transportar ou comercializar” produtos que tiveram origem em áreas de embargo.

“Houve uma redução do desmatamento desde a última década. Mas, quando chegou a 2015, 2016, houve um aumento do desmatamento, e a gente percebeu que deveria perseguir uma nova estratégia”, afirma Hildemberg da Silva Cruz, gerente-executivo do Ibama em Marabá. “Resolvemos atacar a cadeia de comercialização do gado. Quem compra o gado também vai sofrer as sanções decorrentes do desmatamento.”

Veja a íntegra da resposta da JBS:

“A JBS esclarece que não comprou animais de áreas embargadas pelo Ibama e vem cumprindo integralmente o TAC assinado com o Ministério Público Federal.

Para garantir a origem responsável de sua matéria-prima, a JBS:

– seleciona 100% dos fornecedores com base em critérios socioambientais;

– não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento de florestas nativas, invasões de terras indígenas ou de conservação ambiental e que estejam embargadas pelo Ibama. As informações de movimentação dos animais entre fazendas são registradas na Guia de Trânsito Animal (GTA) responsabilidade dos órgãos governamentais;

– mantém processo sistêmico de bloqueio de fornecedores que mantenham qualquer relação com violência no campo e conflitos agrários ou que façam uso de trabalho análogo ao escravo ou infantil.

Adicionalmente, e com o objetivo de identificar e bloquear fornecedores irregulares, a JBS realiza, diariamente, o download de todas as informações contidas na lista de áreas embargadas pelo Ibama e da ‘lista suja do trabalho escravo’ do Ministério do Trabalho (na ausência da publicação da lista do MTE, utilizamos a lista publicada pelo Instituto pela Erradicação do Trabalho Escravo – InPacto), para confrontação dos CPFs/CNPJs contidos nas listas públicas com o cadastro de fornecedores de gado da companhia.

Todas as operações de compra de gado da companhia são anualmente auditadas, de forma independente. Os resultados dessas auditorias são publicados no website da empresa, garantindo a total transparência de suas ações. Nas três ultimas auditorias independentes, a JBS obteve mais de 99,9% de conformidade com seus critérios socioambientais aplicados à compra de gado.”

Veja a íntegra da resposta da Xinguara:

“O Frigorifico Xinguara esclarece aos seus clientes, consumidores e parceiros que não adquiriu gado oriundo de fazendas embargadas e que cumpre regularmente as determinações ambientais relativas à fiscalização dos seus fornecedores de gado.

O respeito aos nossos clientes, consumidores e parceiros nos motiva a investir com seriedade e responsabilidade nos mais rígidos critérios de boas práticas de produção e de segurança alimentar em todas as etapas da cadeia da produção e comercialização de carnes.

Informa ainda que está apresentando toda a documentação comprobatória da regularidade de sua atividade e que está à disposição da fiscalização para contribuir com as investigações.”

Veja a íntegra da resposta da Mafripar:

“Tivemos hoje uma auditoria surpresa do Mapa nessa unidade, no qual fomos aprovados sem nenhuma restrição. No mesmo dia, ocorreu também uma auditoria do Ibama, mas o frigorífico não foi embargado e continua com seus abates normalmente.

O Ibama somente nos solicitou algumas documentações de fornecedores específicos e deveremos encaminhar a eles as devidas explicações nos próximos dias.”

Por: Piero Locatelli e Ana Aranha
Fonte: Repórter Brasil

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Aproveitando o mercado para incentivar a criação de tecnologias, o empresário Glauco Aguiar criou a Manaós Tech For Kids


A educação científico-tecnológica deve ser incentivada desde cedo. Aproveitando o mercado para incentivar a criação de tecnologias, o empresário Glauco Aguiar, resolveu investiu na escola de robótica e programação para crianças e adolescentes: a Manaós Tech For Kids. “A gente se utiliza de ferramentas atuais de tecnologia para que eles passem a começar se expressar através de tecnologia e não só consumir”, afirmou o empresário.

A escolinha do futuro está localizada no HUB Tecnologia e Inovação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O próprio coordenador do HUB Tecnologia e inovação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Ricardo Serudo, matriculou o filho de seis anos em um projeto piloto da Manaós Tech.

“Temos que permitir que eles aprendam certas habilidades e acho que lá com o Glauco (Manaós Tech for Kids) ele vai adquirir isso, esse pensamento científico, analisar solução, pensar em termos lógicos de programação”, relatou.

O empresário e especialista da área relata que a maioria dos alunos que ingressa em cursos destinados à área de tecnologia não possui  o conhecimento básico para aprender a programar. A escola de robótica, portanto, pode auxiliar nesse quesito, além de complementar as matérias desenvolvidas na sala de aula regular como a matemática e ciências.

Durante o curso, os alunos também possuem uma disciplina de empreendedorismo que ensina crianças e adolescentes a pensarem no próprio negócio, construírem as próprias startups, segundo Aguiar.

Para o empresário o mercado de trabalho será cada vez mais restrito e a mão-de-obra será extinta pela automação. “Cada vez mais vamos ter máquinas que fazem melhor do que a gente faz. Então, a gente precisa estar preparado para não sermos suprimidos”, assegurou.

“O profissional vai ter que ser o mais humano possível. O mercado precisa de pessoas criativas, ter o que a máquina não tem”, enfatizou Glauco Aguiar quanto ao aumento de máquinas substituindo os seres humanos nas fábricas.

A dificuldade para encontrar empregos, mesmo que não tenham relação direta com tecnologia, irá ser maior se não tiverem conhecimento de tecnologia, segundo o ponto de vista de Aguiar. “A tendência é mundial é que essas pessoas tenham muita dificuldade de empregabilidade”, destacou ele sobre a necessidade de se preparar os pequenos para os desafios do futuro.

Uma nova geração

O empresário e vice-presidente do Instituto Clothilde Sant’Anna, Romulo D. Santana, que tem um filho de seis anos, planejava fazer a matrícula em uma escola de São Paulo, com turmas a partir de sete anos. Até que surgiu a oportunidade de iniciar os estudos na idade em que está e em Manaus. “Nós, pais, precisamos aproveitar e alimentar esse desejo de aprender que é natural nas crianças”, contou.

De acordo com Santana, o domínio da tecnologia é importante não só para o futuro das crianças, mas como do Brasil. “Não basta ser um usuário da tecnologia. Precisamos formar uma geração de inovadores em tecnologia para tirar o Brasil das últimas posições do ranking mundial de patentes”, disse.

“Acredito que a criança não pode ser tratada como incapaz. A criança tem muita curiosidade em relação ao mundo”, opinou Ricardo Serudo.

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Com a presença de Bela Gil, a Puro+ é lançada em São José do Rio Preto (SP). Marca aposta em combinações nutritivas e funcionais com ativos da Região
O poder nutritivo e antioxidante das frutas da Amazônia está cada vez mais popularizado mundialmente.  Mas além do açaí e do guaraná, há uma infinidade de outras plantas, sementes e raízes  que merecem destaque pelos benefícios que promovem ao corpo humano. Apostando nesse diferencial, os empresários Aline e Paulo Girardi, da Fazenda Amazonas, em São José do Rio Preto (SP), e seus sócios Helena D’Amico, Rubens Biselli e Suzi Cocenza lançaram esta semana a Puro +, primeira marca de sucos prensados a frio da cidade do interior paulista. A nova opção chega ao mercado do sudeste trazendo uma fórmula exclusiva com ingredientes orgânicos selecionados, entre eles, ativos da Amazônia como a marapuama e a pimenta murupi.

“Temos uma experiência de 10 anos aqui na fazenda com o plantio de parreiras e fabricação do vinho cabernet sauvignon. Também plantamos gengibre e outras frutas orgânicas. Partindo dessas experiências, resolvemos apostar em um produto líquido com ativos da Amazônia. Meu marido, Paulo, morou muitos anos no Amazonas,  temos uma gratidão muito grande para com esse estado, pois nossa vida foi estruturada aí, e pensamos por que não levar para outras pessoas e regiões esse poder da floresta?”, explicou a sócia-proprietária Aline Girardi.

O lançamento aconteceu na última segunda (6),  com a presença da chef de cozinha natural Bela Gil. Pela manhã, Bela se reuniu com a imprensa, na Fazenda Amazonas.  À noite, fez palestra sobre culinária natural no Rio Preto Shopping Center para 550 pessoas. “Foi muito bom, esperávamos 400 pessoas e forma quase 600 e todos degustaram. Ela falou sobre alimentação natural e do suco prensado como um alimento  saudável que ela consome no dia a dia”, contou.

O produto

São sete sabores: Imunidade, Revitalizante, Estimulante, Relaxante, Redutor, Libido e Energia. Entre os ativos principais destacam-se a marapuama, açaí, guaraná, nó-de-cachorro, maca peruana e pimenta murupi, todos com funções medicinais importantes para o equilíbrio nutricional, energético e preventivo. Outros ativos são o dente de leão, cúrcuma e gengibre.  Os sucos são produzidos com um mix de frutas e vegetais prensados a frio, todos de origem orgânica, sem conservantes, açúcar, água, glúten, lactose. “Não é pasteurizado e não possui nenhum tipo de aditivo químico. A extração se dá por meio de uma prensa hidráulica que tira todo o líquido das frutas, legumes e hortaliças até a última gota. Este processo garante a conservação dos nutrientes e o sabor fresquinhos por até 72 horas como se ele tivesse sido feito naquele instante”, explica.

Para chegar na combinação dos sabores, foi contratada uma equipe de especialistas brasileiros e americanos, entre eles  farmacêuticos e nutricionistas. O professor do Mestrado da Usp sobre Economia da Amazônia, Alfredo Lopes, fez a consultoria dos ingredientes amazônicos.

“O  critério que me orientou a colaborar com a Aline e a Puro+ foi divulgar alguns produtos dos insumos de caráter de certificação orgânica. Com isso, eu priorizei o guaraná de Urucará. Ele é orgânico, financiado pela Agência de Fomento do Estado do Amazonas e é exportado para França e a Califórnia. Além do guaraná, há ainda a marapuama, o cupuaçu e  o açaí. O pano de fundo da minha consultoria como escritor e pesquisador é dar ao Brasil e ao mundo o conhecimento do nosso acervo biológico e canalizar para todos esses parceiros um mergulho nos encantos e delícias da nossa terra”, ressaltou Lopes.

O pesquisador ainda ressalta os benefícios desses ingredientes ainda pouco explorados no mercado nacional. “Se você for em qualquer site de química e bioquímica americana, da universidade de Standford (EUA), ou do Canadá, há estudos sobre a marapuama, por exemplo. Para eles é febre hoje, eles tomam, produzem em estufas adequadas com condições tropicais de reprodução, porque é uma árvore da Amazônia que os índios sateré-maué usam há 10 mil anos para estabilizar a estrutura emocional e recuperar a libido. Precisamos alertar as autoridades que mais que prender e fiscalizar temos que estimular as pesquisas em nosso País”.

Benefícios dos ativos da floresta

* Guaraná, um energético natural, eficaz para o rejuvenescimento, que também reduz a enxaqueca e controla a glicemia em diabéticos.

* A marapuama é uma planta bem conhecida por ser um afrodisíaco natural que devolve a libido e reduz a impotência sexual. Sua ação antiestresse, estimula a memória e a circulação sanguínea, reduzindo a fadiga e a depressão.

* O açaí é fonte de ferro e um poderoso antioxidante que ajuda na eliminação dos radicais livres e na circulação. Junto com o guaraná compõe a mesma receita de um dos sucos Puro + que é pura energia.

* Cultivada principalmente no Amazonas e Pará, a pimenta murupi é especialmente para temperar o tucupi (liquido extraído da mandioca usado no tacacá). Mas não é só isso, tem ação estimulante e bacteriana, atua na queima de calorias e é fonte de vitamina A, C e E.

Onde encontrar?

Os sucos  serão vendidos em alguns pontos da cidade do interior de São Paulo e capital e por meio de um clube de assinatura, a princípio somente para a região de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Os cadastros das assinaturas podem ser feitos pelo site da marca.

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