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Editorial Amazônia

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Elenira e Ilzamar Mendes, respectivamente filha e viúva do líder sindical Chico Mendes, mais o marido de Elenira, Davi Marques Cunha, estão sendo denunciados pelo Ministério Público por atos de improbidade administrativa praticados na gestão de recursos provenientes de convênios celebrados com o governo do estado pelo Instituto Chico Mendes, presidido por Elenira. A proposta de ação de improbidade foi protocolada na última sexta-feira (9) pelo promotor Mariano Jeorge de Souza Melo na Vara Cível da Comarca de Xapuri depois de abrir investigação preliminar e ouvir os três acusados e cinco testemunhas.

De acordo com o promotor, desde 2007 o Instituto Chico Mendes recebeu do governo do Acre o valor de R$ 685.138,00 (seiscentos e oitente e cinco mil, cento e trinta e oito reais), sendo que a maior parte do dinheiro não foi aplicado conforme previam os objetivos dos convênios, havendo grandes desvios para diversas finalidades e apropriação indevida pelos acusados. Como exemplos dessa apropriação, o promotor cita o fato de Elenira receber salário do Instituto que orbita em torno de R$ 4.000,00 - segundo depoimento do próprio marido de Elenira, Davi Marques Cunha.

Ilzamar, que sequer trabalha para o Instituto Chico Mendes, recebe, conforme as declarações de Davi, o salário indevido de R$ 3.000,00. Cópias de recibos entregues ao promotor por Deusamar Mendes - irmã de Ilzamar e esposa de Zuza Mendes, irmão de Chico Mendes - comprovam que a víúva do seringueiro chegou a receber da entidade o valor de R$ 6.000,00 de salário. Deusamar é a responsável por fazer chegar ao representante do MP em Xapuri as denúncias de irregularidades no Instituto Chico Mendes, criado em 2006 para desenvolver atividades de educação ambiental, principalmente.

Outra irregularidade constatada pelo promotor é o lançamento de nomes e CPF's de pessoas que já não trabalham ou que nunca trabalharam no Instituto Chico Mendes nas planilhas de pagamento da entidade. Davi era o responsável por assinar os recibos em nome dos funcionários fictícios. Um desses funcionários-fantasma é Raimilson Mendes Dantas, que prestou serviços para o ICM em 2007, recebendo salários que giravam entre R$ 300,00 e R$ 350,00. Em recibos datados de setembro, outubro e novembro de 2007, consta, porém, que ele recebia mensalmente a quantia de R$ 720,00. Já na planilha referente ao mês de março de 2009, consta que Raimilson teria recebido o salário de R$ 1.846,00.

Na proposta de ação, o promotor Mariano Jeorge pede, em sede de liminar, a proibição de que o ICM firme convênios com municípios e governos estadual e federal até que as irregularidades sejam sanadas. Se condenados, além de terem que ressarcir o cofre público dos danos e pagar multa civil, os réus poderão perder os direitos políticos pelo prazo de 10 anos. O Instituto Chico Mendes poderá ser proibido, também por 10 anos, de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais e creditícios.

Fonte: O Alto Acre

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O Prefeito de Coari em exercício Emídio Rodrigues, decretou ontem a paralisação dos trabalhos de todos os setores da Prefeitura alegando falta de recursos financeiros.

Até as escolas foram fechadas. A oposição denuncia que esta é uma estratégia para desbloquear os recursos da prefeitura bloqueados pela Justiça e usados para tentar eleger o candidato do ex-prefeito Adail Pinheiro. “Com exceção dos serviços de urgência e emergência do hospital regional e da guarda municipal, por questão de segurança, todos os demais serviços foram paralisados. A coleta de lixo e a limpeza de ruas foi uma das áreas mais prejudicadas. Cerca de 800 servidores desse setor não recebem os salários há mais de um mês”. Doze unidades básicas de saúde da sede do município e o serviço ambulatorial do hospital regional watão de portas fechadas por falta de medicamentos e atraso no pagamento da folha de pessoal.

A prefeitura diz que um paciente teria morrido ontem com complicações no intestino morreu porque não houve condições de transferi-lo O povo reclama: A sociedade Coariense cobra da justiça pra onde foi o dinheiro que o Governo Federal, transferiu em 2009 para Coari, visite O portal Transparencia do governo federal esta semana o prefeito em exercício Emidio Neto aquele que foi preso pela Policia Federal em 2004 na operação MATUZALEM por desviar verda do INSS. Determinou que todos os funcionários entrassem em greve, os Professores querem lecionar mas não pode, vem dinheiro para pagar gasolina, merenda, pagar os professores pet, agente jovem ,bolsa estágio e outros mais, e para onde etá indo esse dinheiro se os programas não tem nem rumores que estão funcionando, Coari vive o pior dos caos lixo para tudo quanto é lado, penso que o Emídio faz pressão pra a justiça liberar as contas não para assumir os compromissos com a sociedade.

Mas, para os seus interesses, tem garis que está a 2 meses sem receber seus sálarios. Hoje o responsavel pelo setor de vacinas foi a rádio cidade e disse que há bastantes vacinas em estoques mas não estão abrindo as portas dos postos de saúde por ordem do Prefeito e do secretário de Saúde,pessoas que precisam de serem vacinadas para trabalhar nas firmas e outros estão prejudicadas.

Há unica vacina que está em falta e a BCG porque venceu ontem, o municpio com toda esta falta de recursos dar para continuar trabalhando, vejo tambem que liberando os profissionais terá mais pessoas para serem cabos eleitorais do candidato que o mesmo apoia principalmente as assitentes sociais que tem mapeados todos as famílias pobres de Coari. CNJ porque o Emídio não foi julgado até agora estão esperando o que.

Quando Jorgina de freitas, desviou dinheiro do INSS na decada de 90 conseguiram prede-la, hoje está atrás das grades cumprindo pena, o Emídio e melhor do que ela porque é homem?. Penso que as mulheres tem o mesmo direito que eles. CNJ queremos agilidade e punições chega de tantos roubos em Coari. Geralda Mendes /Coari Amazonas Fonte Blog da Floresta.

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RIO DE JANEIRO - A população indígena brasileira deu um salto nos últimos anos e mais que duplicou entre 1991 e 2000. Com uma taxa de crescimento de 10,8% ao ano, os índios passaram de 294 mil para 734 mil, representando 0,4% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além de melhorias na área de saúde, resistência a infecções e o engajamento em instituições de defesa dos próprios direitos, o estudo aponta que a explosão do contingente está relacionada à mudanças no critério de autoidentificação dos censos. Nos levantamentos mais antigos, a auto-atribuição era aleatória.

- Isso pode ser explicado não só pelo aspecto demográfico, mas também pela mudança na autoidentificação de um contingente de pessoas que nos censos anteriores provavelmente se declaravam como pardos-, afirma o texto do documento.

Região Norte

De acordo com o documento, a maior parte da população indígena do país está no Norte, embora tenha caído quase pela metade nos anos pesquisados. Atualmente, vivem na região cerca de 29,1% do total. Em 1991, eram 42,4%.

Em um movimento contrário, cresceu o contingente indígena do Sudeste, onde subiu de 30,5 mil para 156 mil os indivíduos que se identificam como índios. No Nordeste, o contingente também aumentou, passando de 55 mil para 166 mil.

Segundo o levantamento do IBGE, a escolarização indígena, embora ainda muito baixa, também avançou nos anos pesquisados. Entre os dois censos, a média de estudo entre os indivíduos com mais de 10 anos de idade passou de 2 para 3,9 anos.

Fonte: Portal Amazônia

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