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Governo deve prorrogar prazo do decreto que suspende multas a desmatadoresCom a demora na aprovação do Código Florestal Brasileiro pelo Congresso Nacional, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse hoje (3) que o governo deverá prorrogar o prazo do decreto que suspende as multas aos desmatadores. O decreto vence no dia 11.

“É um período de entendimento do conteúdo e das suas consequências. Eu quero ter da presidenta [Dilma Rousseff] uma posição muito clara para levar aos líderes hoje porque, na semana que vem, vence o decreto que suspende as punições. Eu acredito, pelo que estou entendendo, que deveremos ter uma prorrogação com um tempo que permita terminar essas conversas [em torno do novo Código Florestal] e poder fazer a votação”, disse ela, no Palácio do Planalto.

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Ideli disse que a votação não deve ser feita de forma apressada e, se for necessário, poderá ficar para depois do recesso da Semana Santa. “Tem de ser feito com toda a responsabilidade. Se for necessário pra fazer uma votação com maior tranquilidade e segurança avançar mais uma semana, duas semanas, acho que a Câmara obviamente vai ter o entendimento como sempre tem tido em todas as matérias relevantes”, avaliou. A ministra ainda apontou a aprovação da Lei Geral da Copa como prioridades do governo.

Com relação às denúncias publicadas na semana passada pelo jornal O Estado de S. Paulo envolvendo a doação que uma empresa contratada pelo Ministério da Pesca fez ao diretório do PT de Santa Catarina, estado onde Ideli disputou o cargo de governadora, ela reafirmou que não teve envolvimento na contratação da empresa. Quanto à doação ao PT, disse que o ato foi legal.

“Tudo que está relacionado ali, contrato, licitação, foi tudo feito no período anterior à minha entrada no Ministério [da Pesca]. A doação foi legal, feita ao comitê estadual do PT, a minha conta de campanha foi aprovada por unanimidade”, explicou.

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Indústria do aço assina compromisso contra desmatamentoBRASÍLIA - A indústria nacional do aço se comprometeu, hoje (3), em eliminar, ao longo dos próximos quatro anos, o consumo de carvão vegetal de origem ilegal. O carvão é um dos principais insumos da fabricação do aço. Pelo Protocolo de Sustentabilidade, assinado hoje (3), em Brasília, a partir de 2016, todo carvão vegetal necessário à produção de aço terá que ser proveniente de florestas plantadas pela própria indústria siderúrgica. E, quando houver necessidade de complementação do insumo, os empresários vão exigir documentos oficiais que comprovem a origem legal do carvão comprado de terceiros.

Com essas medidas, a indústria espera contornar impactos da atividade que é associada, historicamente, a práticas de desmatamento, trabalho em condições degradantes e poluição. “Do que produzimos hoje, 80% é a partir de carvão vegetal proveniente de florestas próprias plantadas, 10% de florestas plantadas de terceiros e 10% de resíduos [de madereiras]. Agora, estamos buscando autossuficiência das nossas florestas. Isso é sinal de que estamos resolvendo parte importante da cadeia”, explicou André Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil.

Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governo ainda terá que enfrentar outra parte da cadeia: a indústria de ferro-gusa, que prioriza as exportações e é suspeita de ter metade da produção sustentada pelo carvão de origem ilegal. O ferro-gusa é a liga de minério de ferro e carvão (carbono) que serve de base para a produção do aço.

“Aqui [na assinatura do protocolo], a indústria [do aço] garantiu que vai produzir 100% do carvão vegetal, quer independência das guseiras [indústria de ferro-gusa]. Mas, agora, temos que avançar no segmento das guseiras e estamos chamando esses empresários, mas será mais difícil esse diálogo”, avaliou a ministra. O Brasil é o maior produtor de ferro-gusa do mundo.

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Guaraná da Amazônia serve como matéria-prima para produção de papelConsiderado um fruto sagrado pelos indígenas, o guaraná também é matéria-prima para refrigerantes e xaropes. O que muitos ainda não sabem é que com a frutinha é  possível produzir papel. A descoberta surgiu a partir da parceria entre pesquisadores e pequenos empreendedores do Amazonas.

De acordo com a empresária Salete Rocha, os estudiosos utilizam o refugo (resto) e o pigmento do guaraná para obter o papel. “A gente faz os testes com a composição de polpa até chegar ao ponto ideal”, destacou.

Benefícios do guaraná

O guaraná é um arbusto originário da Amazônia. Encontrado no Brasil e Venezuela, o fruto é cultivado principalmente no município de Maués (AM) e na Bahia. Os pequenos frutos vermelhos do guaraná trazem enormes benefícios a Saúde. Estudo realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Bioquímica Toxicológica (UFSM), em parceria com Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) indica que a medicina natural já considera os frutos um dos alimentos capazes de revigorar as perdas orgânicas.

Riqueza de Maués

Em Maués (a 267 quilômetros de Manaus), os amazoneses cultivam o guaraná. Os moradores estão acostumados a plantar o fruto, colhê-lo, transformá-lo em bastões e ralar o guaraná na língua do pirarucu – conhecida como uma lixa natural por conta dos micro-dentes do peixe amazônico. Além de servir como fonte de renda para as famílias locais, o fruto enriquece o cardápio dos ribeirinhos.

Uma pesquisa indicou que o guaraná também está entre as prováveis causas da longevidade dos idosos de Maués.

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