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A FAB (Força Aérea Brasileira) informou que índios da tribo Matis disseram à Funai (Fundação Nacional do Índio) terem encontrado a aeronave C-98 desaparecida desde a última quinta-feira (29). Eles disseram haver relatos de sobreviventes.

O aparelho está em meio à floresta Amazônica, entre as aldeias Aurélio (da tribo dos Matis) e Rio Novo (da tribo dos Murugos), próximo ao rio Ituí, afluente do Rio Javari. A Aeronáutica já enviou as equipes de resgate para a área indicada pelos índios.

Ainda nesta sexta-feira (30) a FAB e a Funasa (Fundação Nacional de Saúde) informaram os nomes dos militares e técnicos a bordo do avião C-98. Onze pessoas estão dentro do avião, sendo quatro militares e sete delas funcionários da Funasa.

Os militares a bordo da aeronave são o primeiro-tenente Carlos Wagner Ottone Veiga; o segundo tenente José Ananias da Silva Pereira; o suboficial Marcelo dos Santos Dias e o primeiro-sargento Edmar Simões Lourenço.  Dos sete funcionários da Funasa que estão no avião seis são técnicos e uma é uma enfermeira. Os técnicos são: Diana Rodrigues Soares, João de Abreu Filho, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima. A enfermeira é Jositéia Vanessa de Almeida.

A Funasa informou que eles fazem ações de imunização em cerca de 3.700 indígenas de, aproximadamente, 40 aldeias no Vale do Javari, no Amazonas. Todos os funcionários desaparecidos são de Atalaia do Norte (AM), segundo a Funasa. Os familiares deles já estão recebendo assistência de funcionários da prefeitura local. Dois integrantes da Funasa irão até Cruzeiro do Sul (AC) para acompanhar os trabalhos de buscas.

Em nota enviada anteriormente, a Aeronáutica informau que as buscas prosseguiram durante a madrugada, mas que nenhum sinal da aeronave C-98 foi avistado.

Às 23h03 (horário local) de quinta-feira, um helicóptero HM-3 Cougar do Exército Brasileiro decolou de Tabatinga (AM) com destino à Cruzeiro do Sul (AC), realizando a rota inversa realizada pela aeronave desaparecida. O HM-3 pousou às 1h38 sem novidades. Em seguida, às  2h10 (horário local) a aeronave R-99 iniciou o primeiro voo de busca. O mesmo procedimento foi repetido às 4h10.  O R-99 é o mesmo aparelho que foi usado para localizar o Airbus da Air France que fazia o voo AF 447 e caiu no oceano no dia 31 de maio deste ano.

Os trabalhos de busca contam com sete aeronaves da FAB e uma do Exército Brasileiro. São elas: dois helicópteros H-60L BlackHawk, um helicóptero HM-3 Super Cougar (Exército), um KC-130 Hércules, um SC-95 Bandeirante, dois C-105 Amazonas e um R-99.

A Aeronáutica informa que eram boas as condições meteorológicas no horário do desaparecimento da aeronave.  Na noite de quinta, o Salvaero, órgão da FAB que coordena as operações de busca, informou que recebeu o sinal de emergência (ELT) emitido pela aeronave 58 minutos depois da decolagem.

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Fonte: UOL

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Responsável: Jessilda Furtado

Histórico: Administrado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, teve sua construção inicial em 1882, e foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896, no auge do ciclo econômico da borracha, na administração do governador Fileto Pires Ferreira. É o principal patrimônio cultural arquitetônico do Amazonas. O Pano de Boca foi pintado por Crispim do Amaral e a decoração do [B]Salão Nobre[/B] executada pelo italiano Domenico de Angelis. Tombado como patrimônio histórico em 28 de novembro de 1966, este prédio tem capacidade para 701 pessoas na platéia e nos andares de camarote. Após restauração realizada em 1990 pelo Governo do Estado, retomou seu apogeu com a realização do Festival Amazonas de Ópera e com a apresentação em seu palco de espetáculos clássicos e populares de dança, música e teatro de artistas locais, nacionais e internacionais. Promove visitas guiadas e teatralizadas para turistas e comunidades, com personagens de época revendo fatos importantes de sua história.

Estrutura Física: Cúpula - É composta de 36 mil peças de escamas em cerâmica esmaltada e telhas vitrificadas, vindas da Alsácia. Foi adquirida na Casa Koch Frères, em Paris. A pintura ornamental é da autoria de Lourenço Machado. O colorido original, em verde, azul e amarelo é uma analogia à exuberância da bandeira brasileira.

Salão Nobre – utilizado apenas para visitação

Capacidade: 200 pessoas
Sala de Espetáculos

Capacidade: 701 lugares

Distribuição de Lugares:Platéia: 266 poltronas
Frisa: 100 cadeiras distribuídas em 20 frisas

1º pavimento: 110 cadeiras distribuídas em 20 camarotes

2º Pavimento: 125 cadeiras distribuídas em 25 camarotes

3º Pavimento: 100 cadeiras distribuídas em 20 camarotes.

Camarim Cenográfico - Inaugurado em 2004, na abertura do VIII Festival Amazonas de Ópera, este espaço fica instalado na ala de camarins e foi reconstituído similar aos encontrados no início do século passado, com as paredes forradas de tecido e vários objetos que usavam no final do século XIX, assim como os móveis que fazem parte desde a sua inauguração.
Palco

Boca de cena: 10,50m de largura x 6,40m de altura

Profundidade: 11,97m

Urdimento: 14,00m de altura

Área útil total: 123,29m2

Fosso da Orquestra

Altura: 2,30m

Largura: 11,90m

Comprimento: 7,20m
Equipamentos: 29 varas cênicas, sendo:

- 05 varas elétricas

- 04 varas de luz laterais, sendo 02 de cada lado do “back stage”

- Piso de madeira em quarteladas no palco central de 2,00m x 1,00m, não removível.

- 01 regulador de boca vertical com tomadas para iluminação cênica.

- Proscênio ou fosso da orquestra. Possui elevador elétrico com possibilidade de pausa em três níveis: fosso, platéia e palco.

- Praticáveis, cadeiras e estantes para Orquestra e Coral.

- Luz

- Som. A ótima acústica do Teatro Amazonas dispensa o uso de amplificadores para espetáculos com instrumentos acústicos, corais, cantos líricos e outros.

- Panaria

- Cortinas pretas

- Bambolinas

- Ciclorama Branco

- Cortina de filó

- Pernas

- 01 cortina de proscênio em veludo vermelho.
- 02 panos de boca pintados (originais)

Instrumentos: 02 pianos de cauda inteira, marca Steinway and Sons

01 piano meia cauda, marca Steinway and Sons

01 celesta

01 cravo

01 xilofone

01 harpa profissional

01 órgão eletrônico

01 sino sinfônico

01 gongo chinês

01 bumbo gigante sinfônico

02 contra-baixos acústicos

04 tímpanos

Endereço: Praça São Sebastião, s/nº - Centro

Telefone: (92) 3622-1880 / 3622-2420
Horário de Funcionamento:
Informações sobre horários de visitação e espetáculos pelo telefone : (92) 3232-1768

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


FONTE: PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS

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Elenira e Ilzamar Mendes, respectivamente filha e viúva do líder sindical Chico Mendes, mais o marido de Elenira, Davi Marques Cunha, estão sendo denunciados pelo Ministério Público por atos de improbidade administrativa praticados na gestão de recursos provenientes de convênios celebrados com o governo do estado pelo Instituto Chico Mendes, presidido por Elenira. A proposta de ação de improbidade foi protocolada na última sexta-feira (9) pelo promotor Mariano Jeorge de Souza Melo na Vara Cível da Comarca de Xapuri depois de abrir investigação preliminar e ouvir os três acusados e cinco testemunhas.

De acordo com o promotor, desde 2007 o Instituto Chico Mendes recebeu do governo do Acre o valor de R$ 685.138,00 (seiscentos e oitente e cinco mil, cento e trinta e oito reais), sendo que a maior parte do dinheiro não foi aplicado conforme previam os objetivos dos convênios, havendo grandes desvios para diversas finalidades e apropriação indevida pelos acusados. Como exemplos dessa apropriação, o promotor cita o fato de Elenira receber salário do Instituto que orbita em torno de R$ 4.000,00 - segundo depoimento do próprio marido de Elenira, Davi Marques Cunha.

Ilzamar, que sequer trabalha para o Instituto Chico Mendes, recebe, conforme as declarações de Davi, o salário indevido de R$ 3.000,00. Cópias de recibos entregues ao promotor por Deusamar Mendes - irmã de Ilzamar e esposa de Zuza Mendes, irmão de Chico Mendes - comprovam que a víúva do seringueiro chegou a receber da entidade o valor de R$ 6.000,00 de salário. Deusamar é a responsável por fazer chegar ao representante do MP em Xapuri as denúncias de irregularidades no Instituto Chico Mendes, criado em 2006 para desenvolver atividades de educação ambiental, principalmente.

Outra irregularidade constatada pelo promotor é o lançamento de nomes e CPF's de pessoas que já não trabalham ou que nunca trabalharam no Instituto Chico Mendes nas planilhas de pagamento da entidade. Davi era o responsável por assinar os recibos em nome dos funcionários fictícios. Um desses funcionários-fantasma é Raimilson Mendes Dantas, que prestou serviços para o ICM em 2007, recebendo salários que giravam entre R$ 300,00 e R$ 350,00. Em recibos datados de setembro, outubro e novembro de 2007, consta, porém, que ele recebia mensalmente a quantia de R$ 720,00. Já na planilha referente ao mês de março de 2009, consta que Raimilson teria recebido o salário de R$ 1.846,00.

Na proposta de ação, o promotor Mariano Jeorge pede, em sede de liminar, a proibição de que o ICM firme convênios com municípios e governos estadual e federal até que as irregularidades sejam sanadas. Se condenados, além de terem que ressarcir o cofre público dos danos e pagar multa civil, os réus poderão perder os direitos políticos pelo prazo de 10 anos. O Instituto Chico Mendes poderá ser proibido, também por 10 anos, de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais e creditícios.

Fonte: O Alto Acre

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