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Boca do Acre

Atualidades

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O deputado Adjuto Afonso (PDT) reforçou em entrevista na manhã desta quarta-feira, 23, o aparte feito durante pronunciamento do deputado Sabá Reis (PR), sobre a disposição de policiais militares em órgãos públicos. O parlamentar também defende o argumento de que esses profissionais devem estar nas ruas a serviço do bem estar da população. Ele sugeriu a criação da Polícia Legislativa, já existente em outros Estados, para liberar PMs dessa função.

"Há muito tempo eu defendo isso na Assembleia. Falamos tanto em falta de emprego no país, e imagine que foi dito que tem mil policiais à disposição dos poderes, aqui deve ter uma quantidade grande. Imagine esses mil policiais tirando emprego de outras pessoas. Eles recebendo pela polícia, deixando de prestar o serviço no campo, e recebendo gratificações de todos os poderes. Se tivéssemos uma Polícia Legislativa estariam sendo pagos com esse mesmo salário e gratificação, mas seriam outras pessoas recebendo, não pessoas acumulando", disse Adjuto Afonso.

A Polícia Legislativa sugerida pelo deputado Adjuto Afonso é uma categoria que cresce tanto no Brasil quanto no exterior, caracterizando-se como uma força policial especificamente destinada a proteger orgãos públicos. "Sou favorável à Polícia Legislativa, várias Assembleias têm, um presidente já tentou fazer isso aqui. Se for no Acre, Rondônia, Rio de Janeiro é tudo Polícia Legislativa, treinada, e que prestam um excelente serviço. A Assembleia tem que caminhar com essa ideia e dar até mais oportunidade de emprego pra outras pessoas", finalizou o deputado.

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A Executiva Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra a Lei Complementar 160/2017, que retira a exclusividade do Amazonas e outros três Estados em conceder benefícios fiscais. A informação foi repassada pelo vice-presidente estadual do partido, deputado Adjuto Afonso, na manhã desta quinta-feira, 17, no Plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

"Venho fazer um agradecimento à direção nacional do PDT, o meu partido, que acaba de ingressar no Supremo Tribunal Federal com uma Adin, tratando da Lei 160/2017, que prejudica a Zona Franca de Manaus. Fui informado cedo, nós estamos com o secretário geral do PDT em Manaus, Manoel Dias. O PDT merece o nosso agradecimento, o partido colocou os seus advogados, em Brasília, para que desse entrada tentando barrar essa lei que foi aprovada recentemente no Congresso Nacional, sancionada imediatamente pelo presidente da república. Todos nós sabemos que essa lei é prejudicial para a Zona Franca de Manaus, para os nossos empregos, para as nossas indústrias", ressaltou o parlamentar.

O deputado disse que emitiu um Requerimento à Mesa Diretora com uma moção de agradecimento ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, pela iniciativa. "Ele em tão boa hora entendeu a necessidade de ingressar no Supremo Tribunal para barrar essa lei, que é inconstitucional. Que o Supremo reconheça isso o mais rápido possível, e que continue o que está garantido na Constituição para a Zona Franca de Manaus", disse Adjuto.

A ação da Executiva Nacional do PDT reforça o pedido da Procuradoria Geral do Estado (PGE), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que somam forças para vetar a lei. "O PDT está junto defendendo os interesses do nosso Estado, da nossa população".
 
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Um osso com uma série de marcas em ziguezague encontrado em uma caverna do Reino Unido, é a prova de que homens que viviam ali há 15 mil anos comiam carne humana e depois marcavam os ossos, provavelmente como parte de um ritual.

canibalismo
Os ossos também foram mastigados, mas estas não são marcas de dentes

O estudo analisou o osso de um antebraço, que tinha sinais de que fora desarticulado, cortado em filetes e mastigado - mas os ziguezagues não se parecem com os danos que se esperaria dessas ações.

Segundo os cientistas, que já sabiam de práticas canibais na caverna, em Gough, na região de Somerset, a novidade foi a descoberta das marcas em ziguezague feitas supostamente após o consumo da carne.

Os cientistas supõem que as marcas tenham algum significado simbólico. Além disso, os ziguezagues se assemelham a desenhos gravados em outros objetos do mesmo período.

No estudo, publicado na revista científica Plos One, os pesquisadores afirmam que os cortes atípicos no osso do antebraço - no caso, um rádio - foram intencionais.

Não são simplesmente marcas de carnificina, muito menos marcas de dentes.

"As marcas cravadas no osso da caverna de Gough são semelhantes a gravuras observadas em outros locais de cultura Magdalenian (do período Paleolítico) da Europa", diz Silvia Bello, do Museu de História Natural de Londres.

"O que é inusitado neste caso é a escolha da matéria-prima (osso humano) e o contexto canibal em que foi produzido".

"A sequência de alterações realizadas neste osso sugere que se trata de um componente premeditado da prática canibal, rica em conotações simbólicas", acrescenta.

"Embora em análises anteriores a gente pudesse sugerir que o canibalismo na caverna de Gough tinha sido praticado como um ritual simbólico, este estudo fornece uma evidência ainda mais forte".

A caverna de Gough fica na Garganta de Cheddar, um cânion profundo de pedra calcária na margem sul das colinas de Mendip.

As investigações na região começaram há mais de 100 anos. O local ficou famoso após a descoberta, em 1903, do "Homem Cheddar", o esqueleto completo de um indivíduo do sexo masculino que data de cerca de 10 mil anos atrás.

Crânios usados como copos

Em 2011, Bello e sua equipe apresentaram três casos de crânios que poderiam ter sido usados como copos.

Os crânios foram adaptados de forma tão meticulosa que seu uso como recipientes para líquido parecia a única explicação razoável.

Essa interpretação ganha força após a divulgação deste último estudo.

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