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Também foi anunciado o envio de ambulâncias, veículos e embarcações a 21 municípios, além de repasses para obras e pagamento de alimentação a servidores da Saúde

O governador Amazonino Mendes anunciou nesta terça-feira (6), em Manaus, um pacote de R$ 125,5 milhões em ações de saúde no interior do Estado, com destaque para o combate à malária em 21 municípios. São ambulâncias, veículos e embarcações, além de repasses de recursos e investimentos para obras e o pagamento de ticket alimentação aos servidores da Saúde da capital e do interior.

O anúncio foi feito no Centro de Convenções Vasco Vasques, na avenida Constantino Nery, bairro Flores, na Zona Centro-Sul da capital. Segundo o governador, o pacote de investimentos reforça o trabalho de reconstrução do sistema estadual de saúde que vem sendo conduzido pela gestão dele desde outubro do ano passado. “A entrega desses equipamentos soma-se a outras ações implementadas pela atual administração da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), no sentido de conter o avanço dos casos de malária, que cresceram ano passado, no Amazonas”, disse.

As embarcações e veículos entregues serão usados no combate à malária em 21 municípios, de acordo com o secretário de Estado de Saúde, Francisco Deodato. Ele explicou que as aquisições são referentes a uma parceria firmada com o Ministério da Saúde (MS) para o Programa de Controle da Malária e de Dengue. “A ação de combate a malária é apenas uma desse conjunto de ações que nós chamamos de primeira etapa no ano de 2018”, disse.

O reforço na logística de transportes, segundo o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Bernardino Albuquerque, é fundamental para os municípios. “Considerando as características geográficas da nossa região, essa entrega de veículos aos municípios é fundamental para o sucesso no controle da malária. Há municípios onde as equipes de saúde e os agentes de endemias têm dificuldades de chegar. A entrega de embarcações também irá melhorar o acesso das equipes em regiões remotas, assim como as motocicletas e as picapes”, ressaltou.

Barcos e ambulâncias

Em queda desde 2005, quando foram registrados 226.413 casos de malária no Amazonas, a doença voltou a crescer em 2017, com 77.619 casos notificados, um aumento de 58% em relação a 2016, quando foram notificados 49.137 casos.

Para controlar a malária, o Governo do Amazonas anunciou a entrega de cinco embarcações de nove metros com motor de popa de 150HP, 19 embarcações de seis metros com motor de 40HP, além de 15 veículos tipo picapes e 19 motocicletas, correspondendo ao valor total de R$ 3,2 milhões.

Conforme o governador Amazonino Mendes, a parceria com o Ministério da Saúde também está focada na erradicação do tipo falcíparum da malária, considerado o de maior gravidade, apesar de ser menos incidente.

Dentro do pacote de intervenções anunciadas está a entrega de 78 ambulâncias para renovação de pacientes no interior. As ambulâncias, em processo de compra, representam um investimento de R$ 136 milhões. São 55 ambulâncias de suporte básico e 23 de suporte avançado, as UTI móveis.

Aporte de R$ 125,5 milhões

Quantos aos recursos, Amazonino Mendes ressaltou que os municípios vão receber aporte de R$ 60 milhões repassados do Fundo Estadual de Saúde e também anunciou a liberação de cerca de R$ 6,1 milhões para a conclusão de obras que estavam paradas, com nova previsão de entrega ainda neste semestre. Entre elas, a UPA de Itacoatiara, Hospital do Careiro Castanho e o SPA do Distrito de Santo Antônio do Matupi, em Manicoré. Além disso, o governo informou que vai repassar mais R$ 8,3 milhões para reforma do Hospital de Manacapuru.

Quanto aos servidores da saúde, o governador Amazonino Mendes anunciou que o ticket alimentação, no valor de R$ 220, vai ser pago a partir deste mês a todos os servidores da capital e interior, e não somente àqueles que já recebiam o recurso, cortado em 2016.

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O filho mais velho do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, Fidel Castro Diaz-Balart, de 68 anos, morreu nesta quinta-feira, em Havana, aparentemente por suicídio, segundo meios de comunicação locais e agências internacionais. Conhecido popularmente como "Fidelito", o único filho nascido do casamento de Fidel Castro com Mirta Diaz-Balart estava em "depressão profunda" há vários meses. A informação é da agência EFE*.

Físico nuclear, o filho do ex-líder cubano, falecido em novembro de 2016, era assessor científico do Conselho de Estado de Cuba, órgão máximo de governo da ilha, e vice-presidente da Academia de Ciências do país. A informação oficial sobre a sua morte foi divulgada através de uma nota informativa no programa Mesa Redonda, da televisão estatal cubana, e posteriormente reproduzida por outros meios estatais como o site "Cubadebate".

O primogênito do líder da revolução cubana "atentou contra sua vida na manhã deste dia 1º de fevereiro", diz a nota oficial, acrescentando que Castro Díaz-Balart era "atendido por um grupo de médicos há vários meses por causa de um estado depressivo profundo".

"Como parte de seu tratamento, ele inicialmente exigiu um regime de hospitalização e depois continuou com o acompanhamento ambulatório durante sua reincorporação social", prossegue o comunicado, lembrando que "durante sua atividade profissional, inteiramente dedicada à ciência, obteve relevantes reconhecimentos nacionais e internacionais".

Os funerais serão organizados "por decisão familiar", diz a nota. As últimas vezes em que Fidelito foi visto em público foram no funeral de seu pai e na posse americano Peter Agre, prêmio Nobel de Química, como membro da Academia de Ciências de Cuba, em agosto do ano passado, em Havana.

Perfil

Nascido em 1949, em Havana, o primogênito de Fidel Castro foi, entre 1980 e 1992, encarregado da política nuclear de Cuba, além de ser o responsável pela construção inacabada da usina nuclear de Jaragua, em Cienfuegos, que seria a primeira instalação do tipo na ilha.

Após o divórcio dos seus pais em 1954, "Fidelito" viveu até os 10 anos com a sua mãe. Ele começou seus primeiros estudos em Cuba e depois se mudou para a extinta União Soviética, onde fez doutorado em Ciências Físicas Matemáticas pelo Instituto de Energia Atômica I.V. Kurchatov, em Moscou, e em 1974 se graduou com méritos em Física Nuclear pela Universidade Estatal Lomonosov de Moscou

Posteriormente ele ampliou os seus estudos em Cuba, Espanha e novamente na URSS. Além do seu trabalho à frente da política nuclear cubana, Castro Diaz-Balart representou seu país na Agência Internacional de Energia Atômica entre 1983 e 1992 e presidiu o Grupo de Coordenação dos Países Não Alinhados para os usos pacíficos da Energia Atômica (1983-1987).

Ostracismo

Em junho de 1992, o jornal estatal "Granma" anunciou sua demissão na direção da Secretaria de Assuntos Nucleares, uma decisão que Fidel Castro disse ter sido "por ineficiência no desempenho das suas funções". Após isso, o filho mais velho do líder cubano foi submetido a um ostracismo por sete anos, até que em 1999 foi nomeado assessor no Ministério da Indústria Básica.

Fidel Castro Diaz-Balart viajou com frequência ao exterior e nos últimos anos esteve no Cazaquistão (2015), onde visitou centros de desenvolvimento tecnológico e científico, e em Moscou (2016) para assistir a Conferência Mundial da Associação Internacional de Parques Tecnológicos.

Ele também foi o autor de inúmeros títulos centrados em sua especialidade, como "Elementos e reflexões em torno da Política Científica Nacional" (1985) e "O grande desafio do Terceiro Milênio - Energia nuclear: perigo ambiental ou solução para o futuro?" (1997), entre outros.

Além disso, também participou de pesquisas internacionais sobre energia atômica e em 2013 recebeu o título de "doutor honoris causa" pela Universidade Estatal de Moscou, onde na sua juventude tinha se especializado em Física Nuclear com um nome falso - José Raúl Fernández - com o objetivo de garantir sua segurança.

Dentro da tradição da família Castro de manter sua intimidade afastada do foco público, existem poucos dados sobre sua vida pessoal. Fidelito foi casado com a russa Natasha Smirnova, com quem teve três filhos (Mirta María, Fidel Antonio e José Raúl) e após se divorciar da sua primeira esposa, casou-se com a cubana María Victoria Barreiro.
 
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Jonivalber Manoel da Silva, de 20 anos, é mais um estudante que se destacou, e bem, no Enem 2017. Com média 801,76, ele foi aprovado em 12 universidades federais brasileiras e escolheu cursar Medicina na UFT( Universidade Federal do Tocantins). Foi a terceira vez que Joni fez o Exame. Agora, ele realiza um antigo sonho. Quer virar médico para ajudar pessoas, diz.

“Desde pequeno sonhei em cursar Medicina, e quando eu me formar, irei tirar um tempo para ajudar àquelas pessoas que não têm acesso à saúde. Viajo em março, a data ainda não está definida, mas irei antes de começar as aulas”, informa.

Ele estudou a vida inteira em escola pública, mas desistiu dos estudos no 2º ano do Ensino Médio. Em 2015, o estudante fez a prova do Enem e concluiu os estudos. De lá para cá, resolveu se dedicar ainda mais a perseguir seus sonhos.

Joni nasceu em São Gabriel da Cachoeira, interior do Amazonas. Em Rio Branco, mora no bairro Estação Experimental. Divide um apartamento com duas amigas.

Seus pais, a dona Valdecy Basílio Manoel e seu João Menezes da Silva, que moram em São Gabriel, com outros quatro irmãos de Joni, ficaram emocionados ao saber que o filho foi aprovado na federal de Tocantins.

“Meus pais sentiram um alívio, não somente por eu ter conseguido a aprovação em Medicina, mas também em ver a felicidade de um filho que lutou tanto para conseguir alcançar um sonho, e, finalmente esse dia chegou. Os meu irmãos estavam mais ansiosos do que eu, no dia do resultado eles me ligaram toda hora querendo saber se eu havia conseguido, quando souberam todos se emocionaram. Os meus amigos choraram junto a mim, mais do que ninguém eles sabem a minha trajetória aqui em Rio Branco, pois não tenho parente aqui no Acre, eles são a minha segunda família, cada um deles esteve do meu lado nos momentos ruins e felizes, sou grato por tudo”, diz o estudante.

Joni tem um roteiro de vida bem parecido com o de jovens que moram no interior do Brasil, na região Amazônica, que precisam enfrentar o isolamento e inúmeras barreiras para terem acesso ao ensino.

O estudante é de ascendência indígena. Sua família materna é da tribo Baré, comunidade São Sebastião, no Alto Rio Negro.

Joni cursou Química na Universidade Federal do Acre. Participou do Pibid, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Por meio do programa, deu aula na Escola Estadual Raimundo Gomes de Oliveira, como professor do EJA – Educação de Jovens e Adultos.

Ao encerrar a entrevista ao ac24horas, o futuro médico aconselha: “Jovens, não desistam dos seus sonhos, tudo dará certo no tempo certo, não desanimem. Somos capazes de superar qualquer obstáculo com a nossa própria força, independente de qual seja o seu sonho vocês podem realizá-lo, façam de sua dificuldade a sua maior força”.

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