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Boca do Acre

Atualidades

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A Guarda Municipal é o foco das reclamações. De conformidade com informações fidedignas, a categoria teve um decréscimo salarial significativamente brusco, sem que houvesse uma explicação. Informes dão conta de que na gestão anterior, o menor salário de um guarda municipal era da ordem de R$ 490,00 e, em alguns momentos saltava a R$ 590,00, muito diferente da atualidade, uma vez que a gestão executiva deixou os vencimentos em R$ 380,00 reais (líquido).

As reclamações vão além da remuneração. Fontes seguras relatam que o trabalho da guarda municipal dobrou, antes havia um revezamento e os guardas trabalhavam apenas um turno, atualmente eles estavam operando em dois turnos, até o momento de uma reunião interna onde foi decidido a favor do retorno da carga horária anterior. Outra reunião aconteceu com os vereadores Marineide, Chiquinho do Sindicato e Jardemir, ficando acertado que os parlamentares iriam lutar pela melhoria salarial da categoria.

Essa mesma realidade que está sofrendo a Guarda Municipal também se aplica a outros servidores, como é o caso de profissionais da educação, que não tiveram seus vencimentos elevados, especificamente aos que já possuem curso superior e ainda estão sendo pagos como secundaristas (ensino médio).

Palavra do executivo

O Portal do Purus ouviu a administração acerca dos reclames. O Secretário de Finanças de Boca do Acre concorda que o salário da Guarda Municipal está defasado, no entanto, ele explica que a queda no salário não se trata de mera redução por parte da administração atual. Adriano Munhoz informou que o salário desses profissionais nunca foi elevado, o que acontecia era simplesmente uma maquiagem por parte da gestão anterior, ou seja, os guardas eram abonados com horas extras todos os meses, sendo que o cumprimento dessas horas não acontecia.

Munhoz disse que haverá uma reforma administrativa no executivo. “Todos os salários que estão defasados serão corrigidos com essa reforma”. Ele complementou que um Projeto de Lei contendo a elevação do salário da Guarda Municipal será encaminhado à Câmara Municipal para apreciação e aprovação dos parlamentares.

Com referência aos professores, Adriano afirmou que é conhecedor que muitos que já possuem curso superior ainda estão percebendo seus vencimentos como secundaristas. O Secretário de Finanças afirmou com propriedade que o salário dos educadores será corrigido e os mesmo passarão a receber de acordo com a titulação.

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A ausência de infra-estrutura no trânsito de Boca do Acre colabora negativamente para a realidade caótica que se apresenta. Um dos agravantes é fato de veículos e pedestres quase sempre serem obrigados a dividirem o mesmo espaço nas vias, que estas por sua vez não oferecem condições de um tráfego fluente, além do mais, a área baixa de Boca do Acre é muito comprometida neste sentido, uma vez que, não existem uma quantidade suficiente da vias para dar vazão ao trânsito, que em alguns momentos, se acumula em uma única rua, como é o caso da Avenida 1º de Maio, nas imediações da rodoviária, o único canal de acesso ao bairro Praia do Gado, local que já foi desfecho de muitos acidentes.

Outro fator de corrobora, passa pela questão da educação no trânsito, o que teoricamente ordenaria naturalmente o fluxo. Culturalmente, carros, motocicletas, bicicletas e pedestres não têm a mínima sensibilidade de como se portar com cuidado, respeito, noção de perigo não evitando as colisões que em alguns casos termina de forma trágica.

A questão do trânsito realmente se desenha como um problema histórico. No entanto, de acordo com informações advindas da Agência de Comunicação Social de Boca do Acre, existe a intenção, por parte da administração executiva atual, de se fazer um trabalho grandioso para modificar essa realidade.

“É um trânsito perigoso, tem moto por aí que só não voa porque não tem asas”, aludiu Júlio Tavares, diretor da Agência.

“O sistema de trânsito de Boca Acre é um dos mais complicados do Amazonas, levando em consideração o tamanho da cidade, não respeitam mão, contramão, entram e saem por onde querem. Com um sistema viário caótico, com ruas estreitas em muitos locais, sem lateral, sem acostamento, o pedestre é forçado a andar em plena rua, correndo todos os perigos”, afirmou Tavares.

Júlio fez menção a um fato corriqueiro e totalmente inaceitável. “Complementando toda confusão, vem os montes de barro e de areia, que jogam por tudo quanto é canto, sem dia para retirar, aí vêm carros, bicicletas e motos, todos estacionados em locais inapropriados, sem respeito ao direito do pedestre”.

Júlio Tavares reitera que se a gestão anterior se propôs a melhorar o trânsito de Boca do Acre, na prática não surtiu efeito. “A ida e vinda no trânsito está um caos, não se precisa de dados estatísticos, a estatística são os próprios acidentes que acontecem, rotineiramente”.

O Diretor da Agência de Comunicação Social reafirma. “Não agiram, não planejaram, não geriram, se assim tivessem feito, muitas vidas teriam sido poupadas. Funcionários públicos, professores, pessoas simples do povo, perderam suas vidas. Se isso não for sério, o que é que é sério nessa vida? Na verdade é que faltou ação, para organizar, para ordenar o sistema de trânsito de Boca do Acre. Ninguém perde prestígio quando protege o povo, quando dá segurança à população.

O diretor falou ainda do excesso de velocidade. “Outra coisa grave é o limite de velocidade, nas ruas estreitas, não existe, todo mundo anda na velocidade que quer, e bem entende. O resultado de tudo isso são acidentes, mortes e pessoas mutiladas, famílias aflitas e desesperadas”.

Tavares finalizou informando que as providências para solucionar essa problemática já estão sendo tomadas. “Consciente de tudo isso, a nova prefeita já nomeou uma pessoa para o Detran local, que certamente com seu apoio e da Câmara de Vereadores, fará um bom trabalho a favor da segurança no trânsito”.

Com informações da Agência de Comunicação Social do Município de Boca do Acre.

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O governador do Amazonas, Eduardo Braga, e o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, assinaram na quinta-feira, 5 de fevereiro, um convênio no valor de R$ 72 milhões para a pavimentação da BR-317,

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