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Boca do Acre

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O estudo , registrado sob o número AM-09298/2014, foi realizado nos dias 21, 22, 23 e 24 de agosto, envolvendo diversos bairros localizados nas 13 zonas eleitorais de Manaus e 12 zonas do interior
Se o segundo turno da eleição suplementar para governador do Amazonas fosse hoje o candidato Amazonino Mendes (PDT), da coligação ‘Movimento pela reconstrução do Amazonas’, obteria 42,9% dos votos dos eleitores, contra 27% do candidato Eduardo Braga (PMDB) , da coligação ‘ União pelo Amazonas’. É o que revelam os últimos números, divulgados ontem, do levantamento do INSTITUTO DIÁRIO DE PESQUISA (IDP). Haveria, ainda, 21,8% de votos em branco ou nulos e 8,3% de indecisos.

A pesquisa, registrada da Justiça eleitoral sob o número AM-09298/2014, foi realizada nos dias 21, 22, 23 e 24 de agosto, envolvendo diversos bairros localizados nas 13 zonas eleitorais de Manaus e 12 zonas eleitorais do interior do Estado. Foram entrevistados 1.600 eleitores. O estudo foi conduzido de modo que a margem de erro máxima seja de 2,45 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança a 95%, o que garante que se a pesquisa fosse feita 100 vezes, repetindo-se as mesmas condições, então, em aproximadamente 95 destas vezes, as proporções obtidas em cada resposta, com uma variação de 2,45% para mais ou para menos, estariam estimando o pensamento do Estado.

O levantamento foi domiciliar, sendo entrevistado um único eleitor por domicílio. Os domicílios foram escolhidos através de sorteio, tendo todos iguais chances de fazer parte da amostra.

Contabilizando apenas os votos válidos (não somam-se os nulos, brancos e indecisos), Amazonino obteria 61,4%, contra 38,6% de Braga. A pesquisa também perguntou aos eleitores se a opção dos votos é definitiva ou pode mudar. O resultado foi que, hoje, 79,1% disseram que a opção é definitiva e 16,7% que ainda pode mudar. E ainda há 4,2% de eleitores que ainda aparecem como indecisos se mudam ou não sua opção de voto.

Os eleitores do Amazonas voltam às urnas no próximo domingo, dia 27 de agosto. A eleição suplementar foi determinada pela Justiça Eleitoral, que cassou o mandato do ex-governador José Melo (PROS) por compra de votos e decidiu que a eleição do próximo governador deveria ser direta, com o voto dos 2,3 milhões de eleitores do Estado.

Na última terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a cassação rejeitando seis embargos de declaração e abrindo caminho para a diplomação da nova chapa que vier a ser eleita.


Candidatos fazem seus últimos comícios antes do dia da eleição

Os candidatos ao governo do Estado na eleição suplementar Amazonino Mendes (PDT) e Eduardo Braga (PMDB) realizaram, ontem, os últimos comícios da campanha eleitoral. Eduardo Braga concentrou eleitores em uma reunião pública no município de Rio Preto da Eva. Em seu discurso, ressaltou que o contato com povo é fundamental para conhecer a realidade do interior. No final da tarde, o candidato realizou uma passeata em Itacoatiara.

Acompanhado de deputados, vereadores e prefeitos, Braga avaliou positivamente a campanha e disse que Estado voltará a incentivar a produção agrícola local para a merenda escolar.

No bairro Terra Nova II, zona norte de Manaus, o candidato Amazonino Mendes contou com a presença de políticos como o senador Omar Aziz (PSD) e o prefeito de Manaus Arthur Neto. Durante o discurso, o candidato falou sobre o apoio dos aliados e destacou a importância do prefeito Arthur Neto, em sua campanha.

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O deputado Adjuto Afonso (PDT) reforçou em entrevista na manhã desta quarta-feira, 23, o aparte feito durante pronunciamento do deputado Sabá Reis (PR), sobre a disposição de policiais militares em órgãos públicos. O parlamentar também defende o argumento de que esses profissionais devem estar nas ruas a serviço do bem estar da população. Ele sugeriu a criação da Polícia Legislativa, já existente em outros Estados, para liberar PMs dessa função.

"Há muito tempo eu defendo isso na Assembleia. Falamos tanto em falta de emprego no país, e imagine que foi dito que tem mil policiais à disposição dos poderes, aqui deve ter uma quantidade grande. Imagine esses mil policiais tirando emprego de outras pessoas. Eles recebendo pela polícia, deixando de prestar o serviço no campo, e recebendo gratificações de todos os poderes. Se tivéssemos uma Polícia Legislativa estariam sendo pagos com esse mesmo salário e gratificação, mas seriam outras pessoas recebendo, não pessoas acumulando", disse Adjuto Afonso.

A Polícia Legislativa sugerida pelo deputado Adjuto Afonso é uma categoria que cresce tanto no Brasil quanto no exterior, caracterizando-se como uma força policial especificamente destinada a proteger orgãos públicos. "Sou favorável à Polícia Legislativa, várias Assembleias têm, um presidente já tentou fazer isso aqui. Se for no Acre, Rondônia, Rio de Janeiro é tudo Polícia Legislativa, treinada, e que prestam um excelente serviço. A Assembleia tem que caminhar com essa ideia e dar até mais oportunidade de emprego pra outras pessoas", finalizou o deputado.

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A Executiva Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra a Lei Complementar 160/2017, que retira a exclusividade do Amazonas e outros três Estados em conceder benefícios fiscais. A informação foi repassada pelo vice-presidente estadual do partido, deputado Adjuto Afonso, na manhã desta quinta-feira, 17, no Plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

"Venho fazer um agradecimento à direção nacional do PDT, o meu partido, que acaba de ingressar no Supremo Tribunal Federal com uma Adin, tratando da Lei 160/2017, que prejudica a Zona Franca de Manaus. Fui informado cedo, nós estamos com o secretário geral do PDT em Manaus, Manoel Dias. O PDT merece o nosso agradecimento, o partido colocou os seus advogados, em Brasília, para que desse entrada tentando barrar essa lei que foi aprovada recentemente no Congresso Nacional, sancionada imediatamente pelo presidente da república. Todos nós sabemos que essa lei é prejudicial para a Zona Franca de Manaus, para os nossos empregos, para as nossas indústrias", ressaltou o parlamentar.

O deputado disse que emitiu um Requerimento à Mesa Diretora com uma moção de agradecimento ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, pela iniciativa. "Ele em tão boa hora entendeu a necessidade de ingressar no Supremo Tribunal para barrar essa lei, que é inconstitucional. Que o Supremo reconheça isso o mais rápido possível, e que continue o que está garantido na Constituição para a Zona Franca de Manaus", disse Adjuto.

A ação da Executiva Nacional do PDT reforça o pedido da Procuradoria Geral do Estado (PGE), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que somam forças para vetar a lei. "O PDT está junto defendendo os interesses do nosso Estado, da nossa população".
 
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