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Boca do Acre

Atualidades

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O advogado de defesa do governador cassado José Melo, Filipe Freitas, preferiu não expor os argumentos utilizados para a liberação


O governador cassado José Melo e seus ex-secretários Afonso Lobo e Wilson Alecrim foram liberados nesta quarta-feira (27), por volta das 9h30, do Centro de Detenção Provisória Masculino 2 (CDPM), após a leitura do alvará de soltura feito por um oficial de Justiça. A informação foi repassada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). O advogado de defesa do ex-governador, Filipe Freitas, preferiu não expor os argumentos utilizados para a liberação.

Ontem, em audiência de custódia, o juiz Ricardo Salles da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas revogou a prisão temporária do ex-governador. Melo chegou a ter sua prisão temporária prorrogada pela Justiça Federal no início da tarde de hoje. A decisão foi proferida pelo juiz federal Wendelson Pereira Pessoa.

Ainda na noite de ontem, o juiz Ricardo Salles converteu a prisão preventiva em domiciliar dos ex-secretários Afonso Lobo, da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz/AM); e Wilson Alecrim e Pedro Elias, ambos da Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam).

Os ex-secretários do governo José Melo foram presos durante a Operação Custo Político, segunda fase da Manaus Caminhos, que investiga desvios milionários de verbas públicas do sistema de Saúde do Estado do Amazonas.

No último domingo (24), o juiz Wendelson também converteu a prisão preventiva em domiciliar do ex-secretário de Administração e Gestão, Evandro Melo, irmão de Melo. No sábado (23), o ex-secretário Raul Zaidan (Casa Civil), o empresário Mouhamad Moustafa, Keytiane Evangelista e José Duarte dos Santos Filho também foram liberados após Wendelson negar pedido da Polícia Federal para transformar a prisão temporária em preventiva.

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A floresta na qual vive esse grupo é de grande beleza natural e serve de lar para espécies como harpias, onças-pintadas, antas, macacos-aranhas, queixadas e veados

Uma comunidade indígena do Peru decidiu batizar 1.800 hectares da Amazônia com o nome do papa Francisco. A decisão foi tomada em reconhecimento à preocupação do líder religioso em cuidar e conservar o meio ambiente em meio à mudança climática, anunciou o Ministério do Ambiente do Peru nessa segunda-feira (18).

O "Nihii Eupa Francisco" (Floresta Papa Francisco, na língua nativa da etnia amahuaca) se encontra na comunidade nativa de Boca Pariamanu, situada na região de Madre de Dios, cuja capital Porto Maldonado receberá o pontífice no dia 19 de janeiro de 2018.

Os nativos entregarão ao papa a ata da assembleia em que decidiram dar à floresta o seu nome, para que conheça as ações de proteção e conservação das florestas feitas pelos membros da comunidade indígena.

A comunidade de Boca Pariamanu é formada por 180 habitantes agrupados em 20 famílias, e é a única comunidade de Madre de Dios da etnia amahuaca.

A floresta na qual vive esse grupo é de grande beleza natural e serve de lar para espécies como harpias, onças-pintadas, antas, macacos-aranhas, queixadas e veados, além de concentrar árvores como  castanheiras, cedros e mognos.

Além de Porto Maldonado, o papa Francisco visitará Lima e a cidade nortista de Trujillo, durante a estadia no Peru, de 18 a 21 de janeiro, onde chegará procedente do Chile.

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O Brasil poderá ganhar mais um feriado nacional. O projeto 482/17, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tramita na Comissão de Educação do Senado em caráter terminativo, sem necessidade de ir a plenário se não houver recurso, e transforma o Dia da Consciência Negra em feriado nacional.

O site do Senado possui uma enquete em que a população pode opinar sobre a proposta de estabelecer feriado nacional para o Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro.

Até a noite dessa segunda-feira (11), os votos favoráveis à criação do feriado nacional superavam os contrários (1.327 a favor e 1.003 contra).

Atualmente, o Dia da Consciência Negra é feriado em mais de mil municípios do país. Com informações DOL

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