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Colunas

O Amazonas tem uma representante no Big Brother Brasil 2017: Vivian Amorim

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A Miss Amazonas Universo 2012, Vivian Amorim, principal nome cotado na Internet para entrar na casa do Big Brother Brasil 2017, finalmente teve a sua participação confirmada na edição. Com 23 anos, a amazonense também é advogada e foi repórter de entretenimento do Programa do Natan, do jornalista Natan Balieiro.

Antes de ser divulgada na lista oficial de participantes do programa, as evidências de que Vivian seria a amazonense escolhida eram bem claras. Segundo informações de fontes próximas à moça, desde o dia 14 de janeiro Vivian não acessava o aplicativo WhatsApp e sequer atendia ao telefone. O mesmo acontecia com sua mãe, Vera Lúcia Silveira, que também estava incomunicável.

As últimas postagens de Vivian no Facebook e no Instagram são datadas no dia 7 de janeiro. Informações preliminares davam conta de que seria no dia 13 de janeiro, dois dias antes do “sumiço” de Vivian do WhatsApp, que a suposta participante amazonense viajaria para o Rio de Janeiro, para entrar na fase de pré-confinamento do programa.

Das três supostas personalidades amazonenses citadas como potenciais para o reality, Amorim foi a única que não negou publicamente os rumores de que iria para o confinamento. A ex-cunhã poranga do boi Caprichoso, Maria Azedo, e a Rainha do Peladão 2013, Brenda Carioca, eram os outros dois nomes especulados pelo público nas redes sociais.

Perfil

Personalidade notável no circuito da moda, beleza e mídia amazonense, Vivian começou a trabalhar como modelo aos 15 anos de idade, mas mudou de planos quando viu o corpo se transformar, do perfil de modelo, ao perfil de miss. No ano em que defendeu a faixa do Amazonas no Miss Brasil Universo, Vivian foi classificada entre as dez mulheres mais belas do País – na época, ela tinha 18 anos. No mesmo concurso, ela também ganhou na categoria “Melhor Traje Típico”.

Programa

O Big Brother Brasil 2017 estreia no dia 23 de janeiro e desta vez, será comandado por um novo apresentador: o jornalista Tiago Leifert. Para selecionar os candidatos, a produção do reality passou por 11 capitais brasileiras, buscando personalidades que se destacassem com atividades em causas sociais, ou com o próprio trabalho desempenhado. Manaus recebeu a seletiva do programa pela primeira vez, assim como Maceió, capital do Estado de Alagoas.

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Em fevereiro, musa Viviane Araújo desembarca no Baile do Hawaii, em Manaus

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O show irá contar além de Bell Marques, ex-vocalista da banda Chiclete com Banana; Ito Melodia, um dos interprete do Carnaval carioca e das bandas amazonenses Frevo Manaus e Junior e Banda

Para os que querem tentar um contato mais próximo com a atriz e musa do Carnaval Viviane Araújo, ou até uma tradicional selfie, saiba que ela estará no camarote da Cia Athlética no próximo Baile do Hawaii que ocorre no dia 11 de fevereiro, sábado, às 22h. O camarote terá várias exclusividades para os brincantes. O Baile do Hawaii 2017 está sob responsabilidade da Ponto Com Eventos que já confirmou as atrações, além de Bell Marques, ex-vocalista da banda Chiclete com Banana; Ito Melodia, um dos interprete do Carnaval carioca e das bandas amazonenses Frevo Manaus e Junior e Banda.

Nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro a rotina do estilista amazonense Jean Carlos, 29, é agitada. Ele divide seu tempo entre os tradicionais vestidos de debutantes, formandas e noite, para se dedicar aos looks usados por diversas musas do carnaval carioca, durante os ensaios técnicos e apresentações especiais.

Em 2015, o estilista foi convidado pela assessoria da musa Viviane Araújo, para que elaborasse alguns looks para o carnaval. A partir daí ele nunca mais parou. Hoje, ele coleciona trabalhos com musas como: a apresentadora Juju Salimeni, a atriz Juliana Alves e a cantora Lexa, por exemplo.

"Tento dividir meu tempo, mas, nessa época dou prioridade para as musas do Carnaval carioca, que já são minhas clientes", afirma Jean.

Para 2017, o estilista conta que fará um look na cor azul para Juju Salimeni. "É um look ousado, um body com cascata de cristais azuis. O único pedido que ela me fez, foi que usasse bastante a sensualidade. Ela gosta", releva o estilista.

Por indicação, Jean foi convidado para criar um look branco para Juliana Alves, e revela que também está preparando outro vestido amarelo para a atriz. A cantora Lexa já exibiu um dos looks do amazonense e, no próximo mês irá esbanjar outro vestido.

Destaque no Baile do Hawaii, Jean conta que está preparando a customização do abadá da musa Viviane Araújo. Ele também é responsável pelo vestido que ela irá usar no último ensaio como rainha de bateria da escola de samba Salgueiro.

Ingressos

O primeiro lote de ingressos é limitado já está à venda por R$ 60 para pista, R$ 180 (Área Front Stage com Open Bar de cerveja, refrigerante e água até às 2 da manhã), R$ 280 para camarote com open bar de cerveja, refrigerante, água, vodka e whisky 12anos e drinks exclusivos diversos atendido por bartender até às 3h. Além de entrada, bares e banheiros diferenciados.

Outra forma de participar do baile será adquirindo apenas a mesas. Ao preço de R$ 1.330 (para quatro lugares), onde está incluso também o open bar. As vendas acontecem nos stands da Fábrica de Eventos (Amazonas Shopping e Sumaúma) e também na Loja Aramis do Manauara Shopping, na ingresse.com e vendas exclusivas pelo telefone (92) 99278.0626.

Serviço

Baile do Hawaii 2017 do Tropical Hotel
Quando: Dia 11 de fevereiro, sábado, às 22 horas.
Onde: Piscina Vitória Régia do Tropical Hotel (Av. Coronel Teixeira, 1320 - Ponta Negra).

Ingressos Limitados:
R$ 60 (1º Lote/pista)
R$ 180 (1º Lote/Front Stage com Open Bar de cerveja, refrigerante e água até às 2 da manhã),
R$ 280 (1º Lote/Camarote com open bar com cerveja, refrigerante, água, vodka, whisky 12anos e drinks diversos exclusivos até às 2h).
R$ 1.300 (1º Lote/Mesa com quatro lugares, incluso open bar com cerveja, refrigerante, água, vodka, whisky 12anos e drinks diversos exclusivos até às 3h
R$ 1.500 (1º Lote/Mesa com quatro lugares e incluso um quarto duplo, open bar de cerveja, refrigerante, água, vodka, whisky 12anos e drinks diversos exclusivos até às 3h).
 
Pontos de Vendas: Stands da Fábrica de Eventos (Amazonas Shopping e Samaúma), Loja Aramis do Manauara Shopping.

Vendas Online: www.ingresse.com.
Informações: (92) 99278.0626

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Como evitar que palavras ofensivas machuquem

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Até outro dia, pensava que ninguém pudesse me machucar com palavras. Escutei isso muitas vezes. Falaram-me isso. Eu aprendi. E esqueci. Sei que apenas eu, na interpretação que faço do que escuto e do que ocorre, acabo me machucando.

Eu sei isso de cabeça. Ninguém pode me machucar. Repito para não esquecer. Mas, muitas vezes, comprovo que não é possível. Continuo sentindo a dor com as palavras ofensivas, com os olhares de desprezo, com as risadas de chacota.

E eu sei que eu também não posso machucar ninguém com o que eu digo ou com o que faço. Não tenho nada a ver com o choro que provoco. Não tenho poder para causá-lo. Eu sei. Mas também acontece. Minhas palavras ferem, doem. Interpretam minhas palavras e sentem dor.

As palavras geram dor em que as recebe, na interpretação que fazem do que ouvem. Eu faço isso. Os outros também.

 Como minhas palavras são importantes! Com elas expresso minhas convicções. Elas me comprometem quando as pronuncio em voz audível. Quando saem da minha boca, criam, geram, produzem. São sementes cheias de vida.

Quando as pronuncio, eu me comprometo por dentro. O mero fato de dizer já me compromete. Se digo para mim mesmo, também me comprometo.

Quando ponho em mina cabeça que eu não valho, acabo não valendo. Quando repito com tristeza que outra vez perdi, perco a esperança. Quando volto a dizer em alto ou baixo tom que não valho para nada, essas palavras ferem a minha alma. Paralisam-me. Deixam-me sem vida.

Mas eu sei que, ao mesmo tempo, há outras palavras que me ajudam. Dizia Rafa Nadal: “A vida consiste em fazer o que você tem que fazer e o que a cabeça lhe deixa fazer”. Que minha cabeça não me faça pensar que eu não valho nada e que me deixe lutar. Que eu descubra em meu coração as forças para seguir dando a minha vida.

Preciso encontrar palavras que me ajudem a seguir lutando. Essa oração breve que me lembre algo essencial, que me dá vida. Que me lembre quem eu sou, minha verdade mais profunda. E me motive a seguir porque sou chamado a fazer algo grande.

O treinador de Carolina Marín, jogadora espanhola de badminton, disse a ela em um momento difícil de uma partida das Olimpíadas: “Lembra aquela menina de 14 anos que chegou à academia e queria realizar seu sonho? Aquela menina de 14 anos me disse o que queria, aquela menina confia em si. Aquela menina sabe qual é o plano de jogo e joga com disciplina porque é o seu sonho. E esse desejo que você tem é mais forte”. Essas palavras lhe deram força. Ela lutou, jogou e ganhou a medalha de ouro.

Sempre há um jogo interior em minha mente. Não importa o que está acontecendo com o jogo exterior. Eu estou jogando no coração, dentro de minha alma.

 “Nosso mundo interior depende do modo como nosso ser interpreta um acontecimento externo. Nosso mundo interior está calmo ou agitado devido a uma dinâmica interior: a interpretação que nosso mundo interior faz de um acontecimento externo” [1].

Dentro de minha cabeça, jogo contra obstáculos que eu mesmo crio. Ouço palavras e as interpreto. Julgo o que acontece e me alegro ou sofro. Interpreto o que acontece no meu exterior. Jogo contra meu medo ou contra a pouca confiança que tenho em mim mesmo. Ou contra essa mesma pouca confiança que outros, alguma vez, tiveram em mim.

Sei que minhas palavras criam vida. As que eu digo a mim mesmo de derrubam ou me levantam. As que digo aos outros no decorrer da vida. As palavras que enaltecem e levantam. As palavras que humilham e desalentam. Quanto poder têm as palavras!

Mas também sei que, se minhas palavras interiores são alegres, positivas, enaltecedoras, será mais fácil fazer frente a essas palavras que chocam contra minha vida. Nada poderá me machucar se eu não permitir. Teria que gravar essa verdade em minha alma para não me esquecer dela.

Essas palavras que me desqualificam ficariam sem força. Querem fazer que eu desconfie de minhas forças. Volto a repetir, na realidade, ninguém tem poder para me machucar. Mas acontece. Uma vez ou outra me ferem.

A minha vulnerabilidade me surpreende. Emprenho-me em colocar couraças para proteger meu ânimo, minha autoestima, minha decisão. Como se me protegendo por fora eu tivesse sucesso.

Tenho que me rearmar melhor por dentro. Repetir essas palavras que preciso ouvir. As palavras que dizem que eu valho muito, que minha vida é grande, importante aos olhos de Deus. As que constroem a base da minha vida. As que me fortalecem.

Quero dizer a mim mesmo tudo o que me faz melhor. Nada pode, de verdade, me machucar se eu não quiser. Mesmo que, às vezes, aconteça. Depende de mim. De minha alma em paz. Da certeza de estar onde Deus quer que eu esteja. De ser como sou, sabendo que Deus me ama assim. Isso eu sei.

Mas também sei o poder que têm em mim as palavras das pessoas que me importam, as que eu amo, as que me amam. Dizia Ana Magdalena sobre seu esposo, Sebastian Bach: “Uma palavra de aprovação dele valia mais que todos os discursos deste mundo”.

A palavra da pessoa amada tem mais poder em meu estado de humor que nenhuma outra. A palavra daquele que tem a autoridade sobre mim que eu mesmo lhe dou. As palavras de meus pais, de meu professor, de meu cônjuge, de meus filhos, de meu amigo.

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