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Colunas

Lemos o mundo de maneira errada e dizemos que ele nos engana

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despertarNo Budismo, a palavra “realidade” significa a natureza verdadeira das coisas, não modificada por construções mentais sobrepostas a elas. Conceitos fabricados abrem um intervalo entre nossa percepção e a realidade, e criam um conflito sem fim com o mundo.

“Lemos o mundo de maneira errada e dizemos que ele nos engana”, escreveu Rabindranath Tagore. Tomamos como permanente aquilo que é efêmero e, como felicidade aquilo que nada é além de uma fonte de sofrimento: o desejo por bens, poder, fama e prazeres enganosos.

Compreender a realidade é uma característica da sabedoria. Isso não acarreta o domínio de grandes massas de informação, mas uma compreensão da natureza verdadeira das coisas. Por hábito, percebemos o mundo exterior como um conjunto de entidades distintas e autônomas às quais atribuímos características que acreditamos serem inerentes a elas.

Nossa vivência do dia-a-dia nos diz que as coisas são boas ou ruins, desejáveis ou indesejáveis. O “eu” que as percebe parece ser igualmente concreto e real. Esse erro, que o budismo chama de ignorância, faz surgir poderosos impulsos de atração ou aversão, que uma hora levam ao sofrimento.

Mudar o modo de ver o mundo não é ter um otimismo ingênuo ou uma euforia artificial com intenção de contrabalançar a adversidade. Enquanto formos escravos da insatisfação e da frustração que surgem da desordem que domina a nossa mente, será tão inútil dizer a si mesmo “Sou feliz! Sou feliz!”, muitas e muitas vezes, quanto seria repintar um muro em ruínas.

Buscar a felicidade não é olhar para a vida através de óculos cor-de-rosa ou cegar-se para a dor e as imperfeições do mundo. Nem é a felicidade, tampouco, um estado de exaltação que deva ser perpetuado a qualquer custo; mas, sim, um processo de purgar as toxinas mentais, como o ódio e a obsessão, que envenenam a mente. É também aprender como colocar as coisas em perspectiva e reduzir a distância entre as aparências e a realidade.

Para esse fim, devemos adquirir um conhecimento melhor sobre como a mente funciona e ter uma percepção mais precisa sobre a natureza das coisas, pois, no sentido mais profundo, o sofrimento está intimamente ligado a um mal-entendido sobre a natureza da realidade.

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Angelina Jolie faz apelo por compromisso com as Nações Unidas

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A atriz, falando nas Nações Unidas em Genebra, pediu um compromisso renovado com a “imperfeita” organização internacional e com a diplomacia para resolver conflitos

Angelina Jolie, representante especial da agência de refugiados das Nações Unidas, fez um apelo apaixonado nesta quarta-feira pelo internacionalismo, diante de guerras que expulsam as pessoas das suas casas e uma “maré de nacionalismo disfarçada de patriotismo”.

A atriz de Hollywood, falando nas Nações Unidas em Genebra, pediu um compromisso renovado com a “imperfeita” organização internacional e com a diplomacia para resolver conflitos.

"Se governos e líderes não estão mantendo a chama do internacionalismo viva hoje, então nós, cidadãos, precisamos”, afirmou a atriz durante a palestra anual Sérgio Vieira de Mello, em homenagem ao brasileiro das Nações Unidas morto num ataque a bomba em Bagdá em 2003.

"Nós vemos uma maré crescente de nacionalismo, disfarçada de patriotismo, e a volta de políticas incentivando o medo e o ódio de outros”, alertou ela.

Angelina Jolie não fez referência direta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujo governo está revisando o seu financiamento para as Nações Unidas e a sua participação no Conselho de Direitos Humanos da organização.

"Muito do medo que observamos hoje em relação a refugiados, estrangeiros, é produzido pela ignorância, geralmente alimentando políticos também”, declarou ela.

"Temos que reconhecer o dano que fazemos quando minamos as Nações Unidas, ou a usamos de forma seletiva – ou de forma nenhuma –, ou quando confiamos na ajuda humanitária para fazer o trabalho da diplomacia, ou damos às Nações Unidas tarefas impossíveis e não a financiamos.”

Nenhum apelo humanitário para governos doadores no mundo tem recebido metade da quantidade necessária, afirmou ela. Operações em quatro países onde 20 milhões de pessoas estão à beira da morte devido à fome, no Iêmen, Somália, Sudão do Sul e Nigéria, estão seriamente subfinanciadas.

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A jornada de volta para casa

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“Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se”. (Lucas 15.24)


Semana agitada, cheia de compromissos e o Whatsapp que não para de preencher até os minutos que parecem ser de descanso. Essa costuma ser nossa rotina. Caminhamos semana após semana sem parar para refletir sobre a vida e as escolhas. Deus deseja falar ao nosso coração a todo instante, mas fugimos para as distrações enquanto podíamos simplesmente ouvir o que Ele deseja nos falar.

E foi em um domingo à tarde, em uma sala de cinema, assistindo a um filme, que Ele resolveu aproveitar meu hobby preferido para me lembrar de uma parábola. Eu só não esperava ver o ator britânico Dev Patel como personagem principal de uma história que Lucas narra. O filme “Lion – Uma Jornada Para Casa” conta o drama de Saroo, um garotinho indiano que se perde de seu irmão Guddu em uma estação de trem em Calcutá. Depois disso sua vida muda completamente. Alguns diriam que até para melhor, devido ao fato de ele ser adotado por uma família australiana. Suas possibilidades para uma carreira bem sucedida só aumentam no seu novo país.

Mesmo após os anos o transformarem em um jovem bem educado e com uma perspectiva sem as limitações de seu pobre país, algo parece pulsar dentro de Saroo: suas raízes clamavam por ele. Os flashes da sua infância ficam constantes e a volta para casa é o desejo que o consome. Não! Não vou deixar spoiler aqui. A questão da citação do filme é a observação quanto à decisão de voltar para casa. Nos perdemos em muitas coisas que até parecem boas, mas é necessário pensarmos qual caminho temos trilhado. No livro de Provérbios 14.12, diz: há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Somente quando permitimos que Deus nos guie podemos confiar que chegaremos com segurança ao destino que Ele planejou para nossas vidas.

Pode ser que estejamos ocupados em muitas coisas para Deus e não no que fomos chamados por Ele para fazer de fato. Deus utilizará variadas formas para nos direcionar à Sua perfeita vontade. Podemos nos perder no muito e, assim, não encontrar o essencial. O filho pródigo estava perdido e foi achado, mas para isso foi preciso ele refazer o caminho de volta. O que Deus tem sussurrado ao seu coração? É preciso você se posicionar diante da voz do Pai, pois somente Nele somos plenos. Nosso Deus sabe o melhor para a nossa vida, mesmo assim, Ele nos deixa livres para escolhermos o que queremos. Se Deus já sabe o final da história, por que pensamos que sabemos o que é melhor para nós?

Decida voltar ao caminho! Peça a Deus para te ensinar por onde andar, qual a melhor escolha a se fazer. Somente assim não perderemos a viagem! E é bom nos lembrarmos de que nossa casa não é aqui, viva pelo que é eterno todos os dias.

:: Sarah Lima

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