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Colunas

Kailane Amorim é a Miss Acre 2017

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Kailane Amorim, 23 anos, foi escolhida como representante da beleza acreana em evento realizado nesta quinta-feira, 11. Na cerimônia de coroação, a miss Acre 2016, Jucianne Menezes passou a coroa à sucessora, que é acadêmica do curso de Direito. O evento contou com a participação de colunistas sociais. O evento ocorreu no saguão de festas do Villa Rio Branco Concept Hotel.

A jovem acreana, que é natural de Brasileia, representará o Acre no Miss Brasil 2017 e em atividades sociais.

“Eu venho me preparando para o concurso, desde 2014, quando eu participei do Miss Acre e obtive boa colocação. A partir daí, decidi que queria ser uma Miss para representar o Estado onde nasci e vivo. Hoje, me sinto preparada para este momento importante na minha vida e pelo qual lutei muito para poder, como miss, representar a cultura do povo acreano, e mostrar para todo o Brasil que o Acre existe”, justifica Kailane, à sua condição de Miss Acre-2017.

A edição deste ano do concurso que vai eleger a mulher mais bonita do Brasil será realizado em 5 de agosto de 2017, no Citibank Hall, em São Paulo.

A escolha das candidatas não foi dada como nas edições anteriores do Miss Acre, onde a organizadora realizava seletivas nas cidades do interior. As candidatas deste ano foram indicadas para participar do concurso. Situação que teve bastante repercussão nas redes sociais.

A coordenadora do Miss Acre BeEmotion, Meyre Manaus, destacou que a despeito das inscrições de mais de uma dezena de candidatas no site do Miss Brasil BeEmotion, o momento econômico com o retraimento do dinheiro tanto no âmbito da administração privada quanto da pública dificultou a realização de uma festa vultosa e mais abrangente.

Agregou-se também à decisão de indicação o fato de os concursos de beleza estarem mais exigentes ao estabelecer, além da beleza, outras competências para as candidatas.

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Marcelo Rezende, da Rede Record, revela que está com câncer no pâncreas

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O apresentador Marcelo Rezende revelou em entrevista para o programa Domingo Espetacular, da TV Record, que está com câncer no pâncreas e no fígado. A conversa, que foi ao ar na noite deste domingo, aconteceu na segunda-feira, pouco antes de Rezende se internar no Hospital Albert Einstein para iniciar a quimioterapia. O apresentador, que está afastado do Cidade Alerta, recebeu alta na quinta, mas ainda não havia revelado o motivo da internação.

Na entrevista, Rezende afirmou que se apoia na fé para enfrentar a batalha contra a doença. “Eu não tenho medo da morte”, afirmou. “Eu sei que vou atravessar um período difícil. Mas nada é difícil quando você tem Deus. E eu tenho.” O apresentador contou que, até agora, apenas familiares e amigos próximos sabiam do diagnóstico. E disse que seus cinco filhos ficaram muito abalados. “Sou eu que tenho que acalmá-los”, brincou.

Rezende relatou que os sintomas apareceram há apenas um mês, quando começou a sentir cansaço e falta de apetite. Depois de uma bateria de exames, veio o diagnóstico: um tumor no pâncreas que se espalhou para o fígado. O apresentador relembrou o momento em que recebeu a notícia. “O médico chega com uma cara triste, senta e diz: ‘Eu não tenho uma boa notícia para você’”, contou.

Pouco antes de iniciar o tratamento contra o câncer, Rezende estava tranquilo. “O homem que tem fé não tem medo, porque ele sabe que vai vencer”, afirmou. “Vencer não quer dizer sobreviver. É muito mais. Vencer é você estar alinhado com algo que você crê.” E também mostrou que vai enfrentar a batalha com bom humor. “[Disseram] ‘Essa quimioterapia não faz cair o cabelo’. Eu olhei e disse assim: ‘Mas que cabelo? Não tem mais o que cair’.”

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Ator Nelson Xavier morre aos 75 anos e será cremado no Rio de Janeiro

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A causa da morte não foi divulgada. Em 2004, o ator havia sido diagnosticado com câncer de próstata, mas no Festival de Gramado de 2014, ele anunciou que estava livre da doença

O ator Nelson Xavier morreu na madrugada desta hoje (10) em Uberlândia (MG). Ele estava com 75 anos. A causa da morte não foi divulgada. Em 2004, o ator havia sido diagnosticado com câncer de próstata, mas no Festival de Gramado de 2014, ele anunciou que estava livre da doença.

Um comunicado público do falecimento foi feito nas redes sociais pela sua filha, Tereza Villela Xavier. "Ele virou um planeta! Estrela ela já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre", escreveu.

De acordo com a filha, seu corpo será levado para o Rio de Janeiro e deverá ser cremado amanhã (11) em cemitério ainda não determinado. Além de Tereza, Nelson Xavier deixa outros três filhos e esposa, a atriz Via Negromonte.

Carreira

Nascido em São Paulo, o ator tinha uma carreira extensa na televisão, no cinema e no teatro. O início de sua trajetória cinematográfica se mistura com o Cinema Novo, um movimento criado por jovens nas décadas de 1960 e 1970 que buscavam superar a falência das grandes produtoras através da realização de filmes de menor custo e mais reflexivos, que combatiam as alienações culturais.

Entre seus trabalhos desta época estão os filmes dirigidos por Ruy Guerra, como Os deuses e os mortos, de 1970. Do mesmo diretor, ele participou também de A Queda, em 1978, trabalho que lhe rendeu o prêmio Urso de Prata no Festival de Berlim. Em 1967, Nelson Xavier atuou em O ABC do Amor, uma obra de três episódios filmados pelo brasileiro Eduardo Coutinho, pelo argentino Rodolfo Kuhn e pelo chileno Helvio Soto em seus respectivos países.

Ele integrou ainda o elenco de filmes como Dona Flor e seus Dois Maridos, dirigido em 1976 por Bruno Barreto, e Narradores de Javé, dirigido em 2003 por Eliane Caffé. Em 2010, foi protagonista da cinebiografia Chico Xavier, na qual interpretou o médium, sob a direção de Daniel Filho. Na televisão, seu último trabalho foi na novela Babilônia, em 2015. Ele também atuou em títulos como Gabriela, Pedra Sobre Pedra, Renascer, A Favorita e Senhora do Destino.

Na dramaturgia, em que deu seus primeiros passos como ator, Nelson Xavier ficou marcado por integrar o elenco de peças de diretores renomados integrantes do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos das décadas de 1950 e 1960, que tinha como objetivo fazer desta arte uma ferramenta de transformação social. Em 1959, subiu aos palcos em Eles Não Usam Black-tie, escrita por de Gianfrancesco Guarnieri. Também atuou em Julgamento em Novo Sol, em 1962, de autoria de Augusto Boal.

Nelson Xavier ainda poderá ser visto na telas em novo trabalho. Ele protagoniza o filme Comeback, de Erico Rassi, que retrata a história de um ex-pistoleiro aposentado que reage com violência à hostilidade do mundo que o cerca. Apresentado pela primeira vez no Festival do Rio do ano passado, o título está previsto para chegar aos cinemas brasileiros no próximo dia 25. Na semana passada, a distribuidora O2 Play Filmes divulgou o trailer do filme.

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