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Colunas

EBENÉZIO FERREIRA – Propósito da Bíblia

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A Bíblia, difundida com muitos nomes: Escrituras, Lei, Livros dos Séculos, Palavra de Deus, Livro dos Livros, em fim, é a forma hoje que Deus usa para se comunicar com o homem, conforme está escrito no livro de Hebreus, capítulo 1, versículo 1: “Havendo Deus outrora falando muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez o mundo”.

Desta feita, com o propósito de: Autenticar a divindade de Cristo, veja o que diz João 20:31 – “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome; também para dar esperança aos homens”, pelo que diz Romanos 15:4, “Pois tudo o que outrora foi escrito, para paciência e consolidação das escrituras tenhamos esperança; como também relatar experiências humanas como advertência, conforme está disposto em 1 Coríntios 10:11, “Tudo isso lhes aconteceu como exemplos, e estas coisas estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.

Outro importantíssimo propósito é o de dar conhecimento da vida eterna, explicitado no texto sagrado de 1 João 5:13 “Estas coisas vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna, a vós que credes no nome do Filho de Deus”.

“Diante do anunciado, gravai estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, atá-las-eis por sinais nas vossas mãos, e ponde-as como faixas entre os vossos olhos”. (Deuteronômio 11:18)


OSCAR JUNHOR - Destruição globalizada do meio ambiente

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Inicialmente gostaria de pedir desculpas, pela ausência das colunas de minha autoria no nosso querido Portal . Gostaria ainda, de manifestar nossos agradecimentos e cordialidade aos governantes envolvidos que se esforcem pela a pavimentação de nossa BR- 317, que sempre foi motivo de preocupação e constante manifestações de debates. (Oscar Junhor Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

O mundo descobriu que está completamente vulnerável aos “ventos” trazidos por qualquer parte do planeta. A globalização não está ligada em sua essência apenas no que se refere à economia, mas ela está voltada a tudo que se relaciona ao meio ambiente. As conseqüências da poluição, da devastação vão além das fronteiras e são refletidas em qualquer lugar do mundo.

O homem é um ser que destrói a sua própria casa, “o seu próprio templo”, e o ambiente onde vive, tudo em nome de um consumismo e um egoísmo irracional, prega-se através de conferências, acordos, tratados, etc. um novo panorama para soluções ambientais, mas que na realidade não passam dos papéis e que na grande maioria os países não querem abrir mão de continuar emitindo gases nocivos, devastando, poluindo com temor de afetarem diretamente a sua produção e consequentemente as suas economias. Só procuram apresentar uma preocupação para a mídia e na realidade estão sempre repassando as responsabilidades para outras nações.

Ao destruirmos ou permitirmos que destruam nossas riquezas naturais deveríamos estar completamente conscientes que nossos recursos não serão renováveis, portanto, é importante analisar se o retorno financeiro é realmente satisfatório para nós ?

Como deve ser pra um pequeno pássaro que saiu ao romper do dia, a procura de alimentos e ao retornar para o seu ninho encontra apenas fumaça e fogo?

O nosso Brasil é um país extremamente rico em diversificados tipos de solos, mas em nossas regiões existem poucas áreas propíciais para área de pastagens, nossos solos são e foram criados para permanecerem como florestas, o que devemos fazer é criar políticas capazes de gerarem investimentos em pesquisas, para que haja um desenvolvimento sustentável. É ingênuo pensar que o desmatamento é causado pelo ribeirinho, o povo ribeirinho não destrói, mas pode tornar-se um estratégico aliado tornando-se um guardião de nossas florestas, basta que nossos posicionamentos se direcionem para a essa conscientização. Nossas riquezas poderiam ser infinitamente melhor aproveitadas, quando descobrirmos cerca de 10% da utilidade de nossas biodiversidades. Um dia reconheceremos que “Nossa floresta tem maior valor em pé do que deitada”.

A natureza age globalizada e manifesta-se com revolta a tudo que lhe foi feita as conseqüências da destruição ambiental podem ser arrasadoras e pessoas inocentes pagam pelo descontrole da ação do homem em qualquer lugar do planeta com enchentes , tsunames, aquecimento global, efeito estufa, etc. Nosso planeta pede socorro, pois, caminha com passos largos para sua própria destruição estamos predestinados a nossa própria ação, parece que estamos criando nosso próprio apocalipse.

Contudo, as ações governamentais não devem ignorar o fato de que colonizamos e fomos incentivados a ocupação dessas e terras e que hoje as políticas governamentais simplesmente negligenciam o fato de que existem seres humanos embrenhados nos distantes lugares de nossas regiões e que dependem e que precisam sobreviver a duras penas nesse distante “mar verde”, a implantação de políticas públicas devem ser e estar de acordo com a realidade de nosso povo da floresta, o que o ribeirinho hoje clama para ser ouvido, para que ele tenha voz e seja tratado com dignidade .

Em suma, em muitas ocasiões, fica uma reflexão para nós pensarmos e analisarmos com um olhar de inquietação a respeito da frase “impacto ambiental”, pois, em dado momento tem sido uma forma dentro da legalidade de privar ou atrasar o desenvolvimento necessário à subsistência do homem amazônico.

No que se refere à economia, podemos sentir os impactos provocados pela crise financeira mundial, que atingem de imediato proporções globais e apresentam a fragilidade do capitalismo, que ao sinal de qualquer resfriado econômico se alastra como epidemia quebrando todos as bolsas mundo afora e lá se vão 25 trilhões de dólares que simplesmente desapareceram do mundo.

Num mundo em que tudo é heterogêneo só o dinheiro é homogêneo, onde aquele antigo e ultrapassado provérbio “O dinheiro não trás felicidade”, parece não trazer, mas nos dias atuais “parece comprar a felicidade” e parece que sempre haverá alguém que esteja disposto a vende - lá.

Infelizmente somos objetos do meio, dominados pelas economias de mercados, somos o reflexo de uma economia baseada nos fatores de produção e dos bens de consumo.

Ao que me faz lembrar das teorias anti-capitalistas

Marxista que nos alertava do perigo do consumismo assoberbado da superprodução, chegaria a impossibilidade dos povos consumirem ou da teoria de Keynes que enfatizavam que a crise capitalista poderia ser o reflexo da insuficiência de poder de compra por parte da população. A globalização parece funcionar como uma gigantesca montanha russa, ora a economia vai bem ora despenca.

Com a globalização a realidade é praticamente impossível pensar em uma crise sem afetar qualquer lugar, mesmo que esteja cravado no meio das floreta, pois o mercados independente de sua importância estão inteiramente ligados e a nova ordem mundial é completamente esmagadora.

As nações não abrem mão de defender suas economias e utilizam o intervencionismo econômico através do protecionismo, monopólios, subsídios, déficits e controle de preços o que em geral.

As nações possuem uma ideologia desfragmentada acreditando que ao abrir mão de sua própria moeda em troca de uma moeda única mundial poderiam perder a sua soberania, o que não passa de ideologias ultrapassadas tendo em vista que já se utilizam moedas como parâmetro e o livre comércio está sempre ligado fazendo e precisando fazer o intercâmbio com qualquer lugar do mundo.

Chega-se ao tempo que devemos trazer ao debate uma reestruturação dos modelos econômicos e como base seria interessante os governos mundiais iniciar o debate em prol de uma moeda única com regulamentações, e normalizações somente dessa forma acredita-se que teríamos um controle sobre as inflações nos mercados mundiais.

A bem da verdade o capitalismo é o sistema que possui muitas injustiças, mas que apresenta expressões de liberdade e democracia e que precisa ser urgentemente reestruturado.

As esperanças não podem deixar de existir, as economias emergente dão reflexos que não terão as mesmas proporções que atingem outros países, mas que na melhor das hipóteses cresceremos menos do que desejávamos, é possível que logo a crise passe.

O importante é que cada um de nós, possa começar a fazer a diferença, mesmo que seja no seu pequeno espaço, no seu pequeno contexto podemos refazer os fundamentos de respeito ao meio ambiente e criarmos um planeta de esperanças. É de pequenas sementes que se colhem frutos maravilhosos, nossa missão na terra não se resume a ser escravos de nossas paixões, somos grandes se assim pensarmos, somos produtos do pensamento.

Sonhamos que as nações passem a enxergar além de suas fronteiras não no sentido de colonizar, dominar ou intervir, mas no sentido de ajudar a solucionar problemas além de suas fronteiras onde crianças perecem de desnutrição e fome, onde apenas com a redução de armamentos e pesquisas e projetos nucleares, poderíamos resolver parte da fome no mundo. Que o Grande Deus nos ilumine.

PR. PEDRO MORAES - Íntegro no meio da corrupção

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Ainda há homens íntegros?

Durante vinte séculos a Igreja vem dizendo ao mundo que reconheça seus pecados, que se arrependa e que creia no evangelho. Hoje, em pleno século 21, o mundo diz à Igreja que enfrente sem próprios pecados. A Igreja evangélica cresce em número, mas não em vida: toma de assalto a nação, mas não produz mensagem de Deus, parece que está mais interessada em granjear as riquezas do mundo do que oferecer ao mundo as riquezas do céu.

Estamos no fragor de uma crise avassaladora, a crise de integridade.

A crise de integridade está presente na família, nas instituições públicas, na educação, no comércio, na política e na Igreja. Falta integridade nos palácios, nas casas de lei, nos tribunais e até nas Igrejas. Os problemas que atingem a sociedade contemporânea não são periféricos, eles afetam as questões cruciais. Não apenas os absolutos morais são questionados, mas também, os critérios da própria verdade.

A integridade parece ser uma virtude em extinção. Vivemos uma crise de integridade sem precedente no mundo. Mudam os governos, mudam os partidos, mudam as leis, mas a corrupção continua instalada em todos os segmentos da política nacional e internacional. As CPI’s destapam os esgotos podres de contínuos atos de corrupção nos corredores do poder, em que transitam desavergonhadamente as ratazanas esfomeadas que mordem sem piedade o erário público. Os escândalos se multiplicam. Políticos sem escrúpulos se abastecem das riquezas da ração de deixam os pobres de estômago vazio.

Há falta de integridade na família. A fidelidade conjugal está ameaçada. A multiplicação dos divórcios por motivos banais é proclamada como uma conquista.

A integridade está ausente na escola, no namoro, no casamento, na vida financeira, nas palavras e nos acordos firmados. Porém, a história nos mostra que em meio à corrupção há pessoas íntegras.

Temos os exemplos:

José no Egito, foi íntegro ao proferir a prisão à liberdade do pecado.

O profeta Jeremias preferiu a prisão à popularidade.

João Batista, por ser íntegro, preferiu perder a cabeça a perder a honra.

Daniel nos prova que um homem pode permanecer íntegro mesmo quando é vítima de conspiração.

Quando cuidamos de nossa integridade, Deus defende nossa causa contra nossos inimigos.

Quando cuidamos de nossa integridade, Deus nos exalta e, quando cuidamos de nossa integridade o nome de Deus é exaltado.

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