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Agostinho AlvesOs vereadores de oposição, que foram eleitos pelo povo e para o povo é que deveriam trabalhar, estão mais preocupados com o partido, com o próprio ego e em fazer o possível para que tudo dê errado em Boca do Acre. É a famosa torcida do ‘quanto pior, melhor’. Outra coisa não, mas isso eles sabem fazer com precisão e muita irresponsabilidade.

Prova disso, é que na hora em que a prefeita Dorinha conclamou-os à viajar para Manaus, em busca de melhorias para Boca do Acre, a negação dos oposicionistas foi precisa e rápida. Entretanto, na hora de subir à tribuna, criticar, esbravejar, eles são ótimos, e sabem muito bem fazer a sociedade acreditar que eles estão preocupados com a coletividade, mas o que lhes interessa mesmo é que a desgraça tome conta da cidade, que tudo dê errado, pois os erros do governo atual serve como plataforma política para esses parlamentares.

Era na hora de ajuda Boca do Acre que esses legisladores deveriam se mostrar bravios, lutadores, pois foram eleitos para cuidar da coletividade e não de seu ego, de sua plataforma política.

O vereador Louro da Vivi (PMDB) é um exemplo claro do que está sendo falado. O edil anunciou seu desligamento da comissão que viajou à Manaus, justificando fidelidade ao partido e à posição que ocupa na Câmara Municipal, que é de ser oposição e por isso jamais iria estar ao lado da Prefeita, mesmo que fosse para angariar benefícios para Boca do Acre.

NA HORA DE CRITICAR É MUITO FÁCIL, MAS NO MOMENTO DE AJUDAR TODO MUNDO CAI FORA

Em várias oportunidades, esses vereadores, que se recusaram a ir para Manaus na companhia da Prefeita, em busca de melhorias para Boca do Acre, esbravejavam na tribuna da Câmara Municipal de Boca do Acre, apontando erros, falhas e se mostrando os salvadores da pátria. Porém, quando mais se precisou da garra desses homens, eleitos pelo povo, os mesmos se esconderam, se esquivaram, recusaram a agir em favor da população. Parece que a oposição é feita ao povo de Boca do Acre e não ao governo Dorinha, pois é inconcebível que uma situação dessa aconteça, que interesses individuais, políticos e partidários estejam à frente do interesse público.

É bom que a população veja bem que tipos de políticos são eleitos para ocupar cargos importantes e que não fazem por onde merecer a confiança que o povo deposita. As eleições democráticas existem para que os que são elevados aos cargos lutem pelo povo e não pelo próprio bolso, lutem por melhorias, que façam oposição responsável, visando sempre o melhor para o município e não tenham como foco os interesses tão somente individuais ou partidários, que destoam do interesse da coletividade.

Vereadores desse gabarito nunca mais deveriam pisar na política. Foram eleitos com a promessa de lutar pelo povo e acabam lutando por sua própria imagem, pelo próprio bolso, por vantagens individuais.

Aproveito a oportunidade para parabenizar os vereadores Ecivaldo Nascimento, Marineide Fernandes, Jardemir Barbosa, Chiquinho do Sindicato e Domingos Munhoz, por não comungarem desse pensamento mesquinho, pequeno, impróprio para um homem público.

POR AGOSTINHO ALVES

Este artigo é de total responsabilidade de seu idealizador e não reflete necessariamente a opinião do Portal do Purus

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boca do acre colunista félixCadê as bananas de Boca do Acre? Alguém viu? Ontem rodei todo o Platô do Piquiá em busca desse fruto que o espantado Pero de Magalhães Gandavo, em 1576, dizia, na sua “História da Provincia de Santa Cruz”, possuir até “cento e cinquenta bananas para cima”,  em cada cacho. Depois de muito procurar, encontrei um cacho mirradinho de bananas,  magrinhas, enroladinhas... carinhas: “cinco real”, como expressou o vendedor na língua de Camões.

Enquanto procurava bananas, encontrei... igrejas. Muitas igrejas. A maioria, como seção de outras igrejas já existentes. Outras, inteiramente Bocacrenses,”made in” Boca do Acre. Há ruas com mais de três igrejas. Vi uma com uma igreja em frente d’outra...

Abrir uma Igreja hoje é como comprar alguns cachos de bananas magrinhas. Quase nada. O jornalista Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, criou uma igreja em dois dias. O nome? “Igreja Heliocêntrica do Sagrado Evangelho” . (Ninguém questionou o nome)

Segundo o jornalista “com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado Evangélio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros "Is" de bens colocados em nome da igreja.


Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial. “

O que mais estranha são os nomes estapafúrdios de algumas igrejas. Vou listar apenas alguns, dos publicados pelo jornalista no artigo “Vou abrir minha igreja e já volto!!! O primeiro milagre do heliocentrismo”:

- Igreja Evangélica de Abominação à Vida Torta;

- Congregação Passo para o Futuro (Será que foi o Alcimar que criou essa?)

- Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo

- Igreja Automotiva do Fogo Sagrado (aberta por alguns empregados de revendedora de veículos?)

- Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade  (que humildade evangélica!)

- Igreja Evangélica do Pastor Paulo Andrade, O Homem que Vive sem Pecados (Esse disputa humildade com o Pastor Waldevino)

- Igreja A de Amor

- Igreja do Amor Maior que Outra Força

- Igreja Dekanthalabassi (quem língua é essa?)

- Igreja Pentecostal do Pastor Sassá

- Igreja Evangélica Florzinha de Jesus (hummm...)

- Assembléia de Deus Batista A Cobrinha de Moisés (hummm...)

- Igreja Evangélica Adão é o Homem

- Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado

- Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica

- Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo

- Igreja Evangélica Luz no Escuro (fundada no “Canto Escuro”?)

- Igreja Evangélica O Senhor Vem no Fim

- Igreja Evangélica Muçulmana Javé é Pai

- Igreja Abre-te-Sésamo (essa já nasceu com seu Ali Babá)

-  Igreja Bailarinas da Valsa Divina (é o clube da Luluzinha ou o homens podem participar?)

- Igreja Evangélica Batalha dos Deuses


- Igreja Pentecostal Marilyn Monroe (essa deverá atrair muitos fiéis)

- Igreja Quadrangular O Mundo É Redondo

- Igreja Pentecostal Alarido de Deus (Anápolis –GO)

- Igreja de Deus que se Reúne nas Casas (Itaúna -MG)
Ah, tem mais uma que opera o milagre de misturar Maomé com Cristo, pegando de tabela o judaísmo de javé: a “Igreja Evangélica Muçulmana Javé é Pai”

Com todo o respeito que merecem as igrejas fundadas em sólidas bases doutrinárias, está provado que, no Brasil,  fica provado que é mais barato abrir uma igreja do que comprar banana em Boca do Acre...



Este artigo é de total responsabilidade de seu idealizador e não reflete necessariamente a opinião do Portal do Purus

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oscarAs nações desenvolvidas e recentemente os emergentes descobriram  que  realmente o que importa não são as trocas de governo, mas a politica econômica adotadas por eles, sendo, assim acredita-se que tudo esta relacionado a forma como se administra a escassez de recursos.                

A economia é a base fundamental para o desenvolvimento de qualquer região , quando a economia de um país vai bem, todos os outros setores também acompanham.

A economia do nosso Estado não foi planejada e nasceu meio que por acaso com características extremamente naturais, tanto é que os grandes ciclos econômicos do passado, foram produtos extrativistas; o que de certa forma, também intensificou parte de nossa ocupação, devido a grande demanda de imigrantes deslocando-se de todas as regiões do  pais, para trabalharem em  terras completamente hostis, mas que bravamente resistiram  as dificuldades.

Com o passar do tempo, vimos outros países com estratégia e planejamento mais eficaz, e competirem com nossos produtos,  contribuindo para a queda dos grandes ciclos econômicos do nosso Estado.

Com a queda dos ciclos econômicos, passamos a enfrentar situações semelhantes a os pós- guerra, gerando  então em um grande impasse;

“ O que  fazer com milhares de pessoas que estavam isoladas na selva?”

A solução foi implantar um modelo  econômico com incentivos fiscais  capaz de incentivar  grandes empresas  a instalaram-se em Manaus.

Desse vez foi criado um modelo econômico planejado, altamente competitivo e promissor.

Mas nem tudo foi festa,  esquecem-se das bases, da infraestrutura, da urbanização, da qualificação de mão-de-obra e com tudo isso veio o inchaço populacional , ocorrendo de imediato aos  problemas enfrentados pelas grandes cidades, tornando árduo o trabalho dos governantes para minimizar os problemas sociais.

Ao analisarmos todo esse processo verificamos que a Capital foi beneficiada, mas que infelizmente onde estava a grande maioria da população pouco se foi feito. Para tanto, fica nos a indagação!

Qual o modelo de incentivo  econômico foi implantado no interior?  A fuga do interiorano para a capital se deve, a falta de expectativa na zona rural?

E quanto as pessoas que embrenharam-se nesse imenso planeta verde! longe de tudo e todos, enfrentando as mais diferentes intemperas de um mundo ora completamente pacato, mais que pelas ordens naturais podem se tornarem completamentes hostis.

E quanto aos que foram incentivados a ocupar para não perder? esqueceram-se dos filhos deste! 

Estamos completamente convictos da defesa e preservação de nossas florestas, mais devemos transcender que o meio ambiente não se limita apenas aos de ordem natural e sim aos de ordem humana, muitas vezes o desenvolvimentopara essas regiões  esbarram no que sobra em  burocracia , aumentando ainda mais as dificuldades dos que tentam sobrevir a duras penas embrenhados nas mais diferentes regiões desta selva, tentando sobreviver mediante a ausência de praticamente tudo.

Precisamos repensar e implantar novos modelos econômicos; nos municípios, devemos repensar sobre nossa insistencia de ternarmos ressuscitar os ciclos economicos  que não deram certo, ou insistir nesses produtos que são extremamentes exaustivos e sem lucratividade, ou realizados de forma rudimentar, quando o produtor chega com o produto na cidade são obrigados a deixar como escambo.

É imperioso ressaltar sobre o assunto, bem como debates, propostas e pesquisas, na tentativa de discutir soluções econômicas sustentáveis para os nossos municípios,  é de suma relevância analisarmos nossas tendências econômicas com objetivo de  promover um  diagnostico realístico de nossas  economias.

Hoje verificamos que os municípios passam por crescimentos demográficos desordenado e que a  infraestrutura não consegue adequar-se a realidade é lamentavel sabermos que importamos quase tudo que consumimos

Devemos aprofundar os estudos para  implantarmos e  modificarmos nossas bases economicas, para que  possamos passar  por uma verdadeira revolução eonomica.  

Quem sabe, no futuro seja implantado zonas livres de incentivos fiscais especificas em diferentes polos municipios, aumejando a implantação de industrias em áreas direcionadas. Com o maior intuito de direcionar nossas fontes economicas e desviando de outras atividades; para setores onde almejamos,  Antes que nossas florestas virem cinzas , antes que haja uma desertificação, antes que os rios sequem e os peixes se vão, a amazonia precisa urgentemente repensar seus valores.


POR OSCAR JUNHOR

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