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Por Cleuson Castro

Caro leitor, quero prestar aqui uma singela homenagem aos garis de Boca do Acre, esses heróis invisíveis à maioria da população, sobretudo aos políticos que no decorrer de longos anos não tiveram capacidade de observar as precárias condições de trabalho desses profissionais, que mesmo mediante tantas dificuldades não têm medido esforços para manter esta cidade ao menos suportável.

Que Deus continue protegendo os senhores e seus familiares já que, infelizmente, a ausência de hombridade, honradez, somada à falta de compromisso dos últimos gestores municipais, impediu que se realizassem concursos com salário e condições de trabalho descentes para essas pessoas tão importantes para vida da cidade, pois uma cidade suja é uma cidade sem orgulho próprio, mas nenhuma gestão teve capacidade de realizar tal feito, sequer contratar empresas que possuem infra-estrutura adequada para esse tipo de trabalho, mesmo assim esses profissionais honrados arriscam suas vidas diariamente para alimentar suas famílias com o fruto suor de seus rostos, na esperança de que o amanhã seja melhor e se Deus quiser será! Em nome daqueles que reconhecem a importância desse trabalho,

MEU MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS!

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oscarPor Oscar Junior

Um município promissor com bases econômicas voltados para a agropecuária, com grandes potencialidades para o turismo e infinitos recursos naturais. Que possui uma localização estratégica onde  poderiam ser melhor aproveitados os seus recursos naturais e suas potencialidades, infelizmente parece não ter importância para as esferas dominantes,  o povo não consegue  sentir a atuação governamental em nossa realidade, o que sentimos é um descaso profundo , sentimos  abandonados  pelo o sistema que insiste em ausentar -se de suas obrigações básicas . O que reina por essas regiões são políticas  “estratégicas”, onde percebe-se que os autos escalões administrativos  não acatam a decisão soberano do povo,  desamparando , deixando no mais profundo abandono as regiões onde estiveram contrários aos seus ideais, esquecendo-se de que no meio dos jogos de empurra , empurra existem pessoas inocentes que são atingidos diretamente pela a ausência das ações governamentais e deixam a mercê da sua própria sorte. Necessitamos de apoio de  nossos governantes que olhem para essa região e que sejam realizados em caráter de urgência pelos menos ações de  políticas  básicas ,  reivindicamos por amar  nossa terra e por lutar pelo bem estar do nosso povo.

Que o Grande Arquiteto do Universo nos ajude

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Sem pretensões de sintetizar o assunto ao ponto de esgotá-lo ou de criar definições sociológicas simplistas, mas ao mesmo tempo propondo uma forma de análise social, a qual não exige necessariamente do indivíduo conhecimento formal específico para compreensão contextual da dinâmica social em que está inserido, para tanto, apresento pontos de observação que têm o objetivo de levar o leitor a uma reflexão serena e factível. Através de observação simples da história da humanidade, constata-se sua busca incessante pelo estado de conforto ideal, e esta busca contínua leva o indivíduo proativo a um nível de alerta constante, sensível às novas necessidades, como a implantação de serviços de utilidade pública e, também, reagindo a eventos que possam impedir a si próprio e a sociedade de conquistar o conforto social almejado, citando como exemplo, o fato de que quando identifica um terreno baldio, ele mobiliza recursos para transformá-lo numa praça.

Estas manifestações explicitam a procura incessante pelo estado de bem estar social humano, tanto individual quanto coletivo, pois o detrimento de um não propicia a plenitude do outro, mas quando todos passam a lutar por seus objetivos comuns, até mesmo aqueles desejos recônditos no inconsciente coletivo, manifestados aleatoriamente, com poucas chances de concretude, alcançam grandes possibilidades de se realizar.

Através de informações adquiridas em noticiários, livros e revistas você já deve ter-se perguntado por que será que alguns países, divididos apenas por uma faixa pintada sobre o asfalto ou simplesmente por uma placa, indicando que ali finda uma nação e começa outra, possuem, entretanto, enorme disparidade social, assim como existem cidades próximas umas das outras que ao mesmo tempo apresentam índices sociais tão distintos? Por que será que isso acontece?

Dificilmente se conseguirá uma resposta universal aplicável a diferentes contextos sociais. O fato é que, seja um país como o Japão, destruído pela II Guerra Mundial e logo em seguida transformado numa potência global, seja uma cidade como Rio de Janeiro, que até bem pouco tempo atrás se apresentava submissa ao medo imposto por traficantes de drogas, tendo em pouco tempo adquirido uma nova postura e apresentado resultados positivos, ambas, cada uma a seu modo e tempo, têm algo em comum, a mudança de atitude em relação ao futuro, sendo que a diferença consistirá no grau de importância dado às suas inquietações.

Caro leitor, não depende do tamanho ou da quantidade de problemas que temos em nosso município, depende da forma de como decidiremos enfrentá-los. Se vamos nos unir em busca de soluções, ou se continuaremos com discutições sem propósito nas esquinas, sem chegar a lugar algum. Apontar culpados pela atual situação política do município não vai resolver nenhum problema, porém, jamais podemos esquecer aqueles que levaram a situação em que está, pois em breve eles vão voltar a nos mostrar seus lindos sorrisos conservados à custa do dinheiro público.

Amigo leitor, para encerrar esta coluna proponho uma reflexão sobre as seguintes indagações, é claro que aqui vale ressalvar a máxima que diz que para toda regra há uma exceção, portanto, vista a carapuça quem nela couber. Agora, se no modelo político-administrativo brasileiro vigente, onde o poder legislativo representa o povo, eis aí o busílis, pois, se o executivo municipal está tão ruim, por que o povo, representado pelo poder legislativo, ainda não fez nada para mudar essa situação, ou será que a maioria que ora compõe este poder não representa os interesses do povo?
Se por ventura houvesse uma cassação de mandato da chefia do Executivo Municipal, será que não existe ninguém capaz de resolver os problemas burocráticos deixados pela administração pretérita, como justificativa para desbloqueio de contas, reativação de convênios, etc?

É medo de herdar os problemas, falta de vontade de resolvê-los, ou é incapacidade mesmo?

Pelo jeito, tem gente achando que o nariz do povo é atravessado e vai engolir essa marmelada a seco, ou melhor, regada à poeira, lama, muita água suja e uma generosa cobertura de incompetência.

Pense nisso caro leitor, e vamos esperar pacientemente para darmos o troco nas urnas com nossos sorrisos sem graça!

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