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Colunas

DIA DO PROFESSOR: Aos mestres, com carinho

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Digo a todos – Vocês são o futuro do Brasil.

Esta frase que está imortalizada quando nos referimos às crianças pode ser perfeitamente aplicável aos que labutam diariamente no intuito de transmitir informações, incutir pensamentos revolucionários, que objetivam transformar realidades, de construir a autonomia pessoal, contribuindo decisivamente para uma sociedade libertada das amarras da ignorância. Estou falando do professor.

Quando me reporto a esses profissionais como o futuro da nação, não estou acobertado por exageros, reflitamos então: Que futuro terá uma nação com pessoas mal formadas, mal educadas, mal instruídas? Como desejar que as crianças sejam o futuro de um Brasil pujante, com o pensamento progressista se elas não tem o auxilio fundamental dos professores?

Os “mestres” secularmente adquiriram uma importância gigantesca. Apesar do desrespeito sofrido pela classe, com salários pífios, falta de reconhecimento pessoal, profissional e social, de uma sociedade que valoriza status, é o professor, esse ser tão desvalorizado, que impulsiona ao status, uma vez que, só tem uma posição social “privilegiada” por uma profissão rentável, quem passou pelo banco de uma escola, que esteve frente a frente com o professor, pois o conhecimento não se dá por osmose, é necessário que haja um facilitador, alguém que se utilize do conceito mais profundo da pedagogia, que lance mãos de didáticas peculiares e particulares para levar o indivíduo a conhecer.

O grande educador brasileiro, Paulo Freire, disse que não era médico, jurista ou qualquer outro profissional de pompa, mas era o mecanismo fundamental pelo qual todos tiveram que passar para adquirir sua formação, o professor.

Aos “mestres” do meu município de Boca do Acre e do Brasil, com muito carinho eu os saúdo, lhes dedico essas palavras, em reconhecimento do exercício incansável de uma profissão tão nobre, que, quando exercida na sua essência é capaz de mudar um estilo de vida.

Mestre, parabéns pelo seu dia.

Por Agostinho Alves

AGUIMAR NORONHA - 22 DE OUTUBRO: Morto ou Adormecido?

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Dia 22 de 0utubro de 2009, o município de Boca do Acre completará 119 anos de fundação.

Num passado não muito distante, precisamente na década de 80, o nosso 22 de Outubro era bem diferente do que vimos nos últimos anos.

Era de costume contar a história do município de uma maneira fácil, rápida, agradável e prazerosa com a participação maciça dos alunos e gestores da rede Estadual e Municipal.

O desfile dos estudantes era impecável. Através de vários carros alegóricos, diversos alunos representavam cada período histórico do município.

Sempre iniciava representando nossos desbravadores – em especial JOÃO GABRIEL DE CARVALHO E MELO; os primeiros povoadores; nossos prefeitos desde Francisco Inácio Pinto e a história dos seringueiros sempre estava presente.

Os alunos apresentavam perfeitamente os períodos do ciclo da borracha, pelotões representando as forças armadas (Marinha, Exercito, Aeronáutica), as primeiras professoras do município, e como era de praxe nosso ilustre escritor bocacrense Mario Diogo de Melo, contar com muita sabedoria a viagem de João Gabriel à Boca do Acre, dentre outras apresentações.

Os ribeirinhos se deslocavam dos lugares mais longínquos do município, assim também as pessoas que moravam na BR 317 e adjacências. Nossos vizinhos de Pauini, Lábrea, Sena Madureira e a capital Rio Branco para assistirem o desfile de 22 de outubro, com isso a cidade ficava num total clima de festa.

A tarde era muito esperada pelos apaixonados do esporte, pois sempre tinha uma boa seleção para jogar com a de Boca do Acre, e a noite para os foliões sempre tinha uma atração musical diferente em praça pública.

Mas acredito muito que a atual administração irá resgatar nossa cultura, e num futuro bem próximo, possamos nos orgulhar novamente do nosso 22 de Outubro, do aniversário do município de Boca do Acre.

QUERO AQUI FAZER UM APELO À ADMINISTRAÇÃO E EM ESPECIAL AO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA, QUE PROCURE RESGATAR NOSSO 22 DE OUTUBRO. PROCURE RESGATAR NOSSA CULTURA, PORQUE PESSOAS COMPETENTES NOSSA QUERIDA BOCA DO ACRE TEM.

Um pouco do passado: A Educação em Boca do Acre

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Patronato Nossa Senhora de Nazaré
Acervo: Cleuton Melo

Patronato de boca do acreA história da educação do nosso município se inicia nos anos 40 com a chegada dos padres da Ordem dos Servos de Maria. O Patronato Nossa Senhora de Nazaré, mantida pela Ordem ministrava o antigo Curso Primário até o 5º ano.

Tinha as professoras Áurea, Nazaré e Maria do Carmo, pois mesmo morando em outra cidade vinham passar o ano em nosso município cumprindo seu importante papel que é educar.

O padre Agostinho, padre José, Antonio – todos missionários da educação e da religião, comandaram o ensino de Boca do Acre com grande efervescência, formando homens simples, mas de pensamento correto.

Na escola Normal “D. Júlio Matioli”, anexo do Patronato, criada para ministrar o antigo curso ginasial, destacava-se a irmã Paulina e os professores Ruy e Brasília. Em 1972, o Patronato Nossa Senhora de Nazaré, foi substituído pela escola Danilo Corrêa.

Alunos do Patronato Nossa Senhora de Nazaré, ministrado pela Ordem dos Servos de Maria

Acervo Cleuton Melo

Patronato boca do acreNa década de 50, na administração do prefeito Arthur Leite (1957-1961), era neto do desbravador Quirino José Uchoa, e filho do português Antonio Leite da Fonseca e Castro, o município de Boca do Acre na área educacional contava com 21 professores. Sendo 16 na zona rural e 5 na zona urbana.

Os da zona rural foram os seguintes: Maria Marques Ferreira – que lecionava na comunidade Monte Verde, Maria Luiza Neves – no Lago Novo, Manoel Nunes Arruda – no Campo Maior, Tacília Lopes de Oliveira – na Bemposta, Elza Dias de Azevedo – na Cachoeira de São João, Nair Negreiros – no Silêncio, Maria D’Lurdes Figali – na Boca do Iaco, Sebastiana Moreira – na Iracema, Eliza Santiago de Oliveira – no São Paulo, Maria Arruda Rodrigues – na vila Floriano Peixoto, Elza Ribeiro de Melo – no 11 de Junho, Maria Arruda Rodrigues – no Liés, Clair Cunha – no Porto Alegre, Maria da Costa Cajazeira – na Revolta, Francisca Cristina de Oliveira – na Santa Penha e Luiz Neves Seabra - na Itauba.

Vale lembrar que as primeiras escolas construídas nos seringais foram na administração do prefeito Mário Diogo, que teve um mandato de dois anos – 1950-1952.

Desfile de 7 de setembro – década de 80

Acervo: SEMED.

patronato boca do acreOs cinco professores que trabalharam no Patronato Nossa Senhora de Nazaré, eram: Perpétua Augusta de Souza, Floramar Brasil de Melo, Cecy Ferreira Lima, Francisca Severiano dos Anjos e Alaíne de Souza Bastos.

Em 1956, o responsável pela Secretaria de Educação era o senhor Hercílio Muniz.

Após meio século, veio a implantação da Universidade Estadual do Amazonas – UEA, em nosso município, sendo implantado os dois primeiros cursos superior: História, Letras:Inglês/Espanhol, ministrado pela Universidade Federal do Acre – UFAC, começando na Escola Estadual Danilo Correa.

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