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‘’PREFEITO DE BOCA DO ACRE É ATACADO E PERDE R$ 277 MIL”.


Com certeza ainda está na memória de muitos funcionários público municipal, de quando seus salários ficavam atrasados.


Em dezembro de 2000, todo funcionalismo público municipal estava com seu salário atrasado. Uns com dois meses, outros com três meses e até quatro meses – no caso dos professores, três meses de salários mais o décimo terceiro.

Era 28 de dezembro de 2000, por volta das 10:00 horas, centenas de funcionários foram em direção à casa do prefeito - pois na prefeitura era mais difícil encontrá-lo, procurando alguma explicação referente o atraso no pagamento de seus salários. Ao chegarem, foram barrados por uma corrente humana de policiais militares que estavam nas proximidades da casa do prefeito e alguns cães ferozes na parte interna; a ordem era que nenhum manifestante se aproximasse da residência do chefe do Executivo e foi o que aconteceu.

Durante o movimento, o professor - autor dessas poucas linhas entrou em desavença com um parlamentar da época, pois o mesmo não admitia que a Câmara Municipal fosse conivente com o que estava acontecendo referente o atraso de pagamento do funcionalismo público.

Nesse período, Jornais Acreano divulgavam a seguinte manchete: “PREFEITO DE BOCA DO ACRE É ATACADO E PERDE R$ 277 MIL”.

Segundo depoimento do capitão da PM Dinancy Almeida aos jornais do Acre, quatros homens encapuzados renderam por volta do meio-dia na BR 317 o prefeito José Raimundo do Vale  e o próprio capitão Almeida (delegado de polícia do município). Sob a mira de pistolas automáticas apontadas para suas cabeças, foram obrigados a entregar aos assaltantes os R$ 277.000,00 (duzentos e setenta e sete mil reais) que tinham sacado numa agência do Banco do Brasil, na capital acreana, onde este dinheiro era destinado ao pagamento do funcionalismo público municipal.

Segundo Dinancy, após sacarem o dinheiro da agência bancária estavam retornando juntos (capitão e prefeito) para Boca do Acre quando, na altura do Km 42 da estrada que liga Rio Branco a Boca do Acre, tiveram a picape S-10 em que viajavam interceptada por um Gol, ocupado pelos assaltantes. Ainda segundo Dinancy, mesmo estando armado com uma pistola automática 7.65 mm, escondida debaixo do banco do carro, não conseguiu reagir.

Graças ao Amazonino Mendes – na época Governador do Estado, interveio no município e mandou o empresário Haroldo Ale à Boca do Acre para pagar todo o funcionalismo público.

Por: Aguimar Noronha
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Este artigo é de total responsabilidade de autor

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Colunista Portal do PurusEm primeiro lugar, ser puxa-saco nunca é bom. Lembre-se disso. Ele(a) faz o que faz por não ter opção mesmo, afinal, a vida não tem sentido nenhum a não ser seguir esta notável carreira. Existem puxa-sacos amadores e profissionais.

Um puxa-saco profissional é aquele que consegue se sobressair dos demais puxa-sacos. Lógico que o saco é igual coração de mãe, aonde sempre cabe mais um. Um puxa-saco profissional além de abanar o rabinho e se enroscar nas pernas do chefe, é uma pessoa com a personalidade nula, ou seja, nunca tem opinião própria, sempre concordando com seu chefe por mais imoral ou errado que este(a) seja ou esteja.

Vários fatores levam uma pessoa de bem para o mundo do puxa-saquismo, na maioria das vezes, devido a sua total imbecibilidade, encontra muitas barreiras, mas mesmo assim deseja ser alguém e como não possui personalidade, absorve a personalidade do chefe.

O puxa-saco normalmente se vende para conseguir poder, se prostituindo no mundo do puxa-saquismo, parasitando o chefe, tentando através deste expediente chegar ao tão sonhado poder, mesmo que sacrifique seu caráter e faça papel de ridículo.

Mas muito cuidado!!! Um puxa-saco de talento, por mais sanguessuga que possa ser, detesta e se revolta quando alguém lhe chama de puxa-saco, pois na opinião dele(a), não está puxando mas sim, fazendo carinho.

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Colunista do Portal do PurusPor Décio Cury Gröhs

Apesar da política ter historicamente sido considerada uma profissão honrada, muitas pessoas hoje mesmo na democracia, têm uma opinião negativa a respeito dos políticos como classe. Eles são vistos, às vezes, como pessoas inescrupulosas, cujas promessas não são verdadeiras. Também são, ocasionalmente, acusados de desvios de verba para o seu próprio interesse e não para o interesse do povo e demais desvios de caráter. De fato, casos de corrupção política não são raros.

Em muitos locais, a classe política é composta de pessoas poderosas ou de indivíduos que dependem da classe poderosa da sociedade para se eleger. Esse fato não se restringe a um partido político, sistema de governo ou local específico; é, ao contrário, um problema altamente difundido na política da maioria das cidades, e é considerado um problema.

Outra frequente crítica aos políticos, e à política em geral, é a incapacidade de muitos políticos em entender conceitos básicos da economia. Muitos  políticos não têm pré-requisitos de formação educacional,  têm pouca ou nenhuma formação na área de administração. Mesmo assim, os políticos têm responsabilidades em áreas de gestão e de tomada de decisão que exigem conhecimentos em economia, finanças e administração pública.
No Brasil, alguns políticos  são vistos como ladrões do dinheiro publico, praticam nepotismo, desvio de verba, superfaturamento de obras, licitações fraudulentas. Além disso, o político eleito brasileiro é o mais caro do mundo.

Mesmo com todos os contras, alguns maus políticos brasileiros ainda se mantem no poder, principalmente porque muitas vezes quando nos é repassada a responsabilidade de analizar o perfil dos então postulantes à nos representar, nos preocupamos unicamente com a amizade e promessas.

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