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Conforme esclarece a inteligência do Direito Administrativo, a posição do prefeito, como chefe do executivo municipal, lhe oferece um papel de grande importância, de grande relevo na condução da máquina administrativa. Amplas são as suas atribuições e grande também são as suas responsabilidades na solução dos problemas do município.

Como chefe do executivo, o prefeito tem funções políticas executivas e administrativas.

A importância destas funções e, do papel do prefeito, resulta do fato dele não ser um funcionário, mas de um agente político responsável pelo ramo executivo da unidade de governo. O prefeito não é subordinado a nenhuma autoridade, apenas à lei, e os mandados judiciais, como qualquer autoridade.

A lei de organização municipal lhe atribui a prática de compromisso de natureza política, como apresentar projetos de lei à Câmara Municipal, sancionar, promulgar, publicar, vetar leis, convocar extraordinariamente quando necessário o legislativo e representar o município em todas as circunstâncias.

Compete ao prefeito, publicar as leis, como já foi dito e os demais atos oficiais como decretos, portarias, resoluções e outras coisas de interesse do município.

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Morrerás ou não Senhora Cultura? Na infame qualificação que o mundo econômico vos impõe. Vosso suspiro abortará fagulhas apimentadas de festas importadas; vos jogando nas profundas e barrentas águas do estreito Rio Purus, e ainda assim, descerás em cambalhota para o mar do esquecimento. “És um senhor tão bonito, quanto a cara do meu filho, tempo, tempo, tempo, tempo...”*

Uma Senhora, ou seja, uma Senhora mesmo, pela primeira vez, adorna em sua cabeça, as veste reais, da bela quase ilha do sul do Amazonas: contradizendo a estatística intelectual, dando sentido a ovacionada e cálida voz do povo.

Que bom que agora o assunto é entre Senhoras: talvez assim, haja mais contemplação: Cultura é coisa simples, mais a sabedoria está no âmago da simplicidade.

Todas as grandes nações têm em sua estrutura, a conservação e manifestação cultural, considerando que sempre A Cultura foi sua aliada nos momentos mais difíceis.

O Oriente no século passado, passou por grandes problemas econômicos, chegando a ponto da miséria, mas se seguraram em sua Cultura, e até hoje consideram: suas danças, cânticos, lutas e suas artes, como sendo centro de toda a nação.

No Amazonas, ficamos no anonimato cultural e artístico, até a década retrasada, quando sem que se esperasse, surgi da desconhecida cidade de Parintins o Boi-Bumbá, e chama a atenção do mundo, levando sua cidade a uma economia deslumbrante, solidificando empregos e dando uma vida de orgulho e crescimento aos seus compatriotas.

No Maranhão é o Bumba-Meu-Boi, o pai do Boi-Bumbá, que antes era considerado como coisa de malandro e pobre; hoje é responsável, pela assinatura cultural do seu Estado, e responde por uma considerável parcela do turismo.

Na Cidade de Boca do Acre, A Cultura é Sub-Secretaria, ou seja, é segundo plano, ou era no governo passado. Quem considera A Cultura como secundária, pagará o preço de ter sempre uma Cidade, sem ESPIRITO PRÓPRIO, SEM OS BRAÇOS DO ORGULHO PRÓPRIO.

A Cultura não é Educação, e nem tem a mínima pretensão de ser, pois Ela é a premissa de seu povo; Cultura é por ser.

Uma mãe esforça-se para que seu filho seja educado, no entanto, jamais poderá esforça-se para seu filho seja cheio de Cultura. A Cultura flui, respirasse, ama-se. Do mesmo modo podemos maltratá-la, mata-la ou deixa-la em segundo plano, como é de costume.

Senhora adornada consulte a mais profunda caverna platônica que existe em seu interior, e verás: corpos em balaços, pulos de ciranda, roda de crianças, e então vossos olhos brilharão: e cantarás velhas cantigas de ninar, cantigas de roda, e imitaras: som de pássaros, gritos de guaribas, e enfim, serás impulsionada a começar a maior revolução cultural que já vimos. É assim, as coisas simples, são lindas, eternas, e tem o poder de mover sentimentos comuns a um povo; a ponto de sustentá-lo e leva-lo a identificar-se.

Cultura é folclore, Teatro, Dança, Música, Fantoche e muito mais, que dizer, nunca muito menos. A Cultura deve ser mais que subgrupo: sobremesa que só às vezes é servido a mesa.

Educação se ensina! Cultura se pratica, despoja-se, brilha-se, alimenta-se em silencio.

Quem libertará a Cultura da incompreensão educativa? Ainda me alegro que exista comunista no poder: e é um dos que sabe desta necessidade, que bom... muito bom!

Nem sei para que estou me metendo em coisa de gente grande: mania das palavras.

A Senhora Adornada e a Senhora Cultura, ainda conversaram, e encontraram respostas, que nem um poeta esperaria.

Que bom que agora o assunto é entre Senhoras!

Morrerás ou não Senhora Cultura?

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Aquela cena típica das manhãs de domingo, com a família toda indo para a escola bíblica, ou para o culto matinal, está cada vez mais rara. Não que a escola dominical está com seus dias contados. Também. Mas, o motivo principal dessa cena ser tão rara nos dias de hoje é ainda mais triste: O Brasil é um país de desviados. Mais de 50 milhões de pessoas que já passaram pela Igreja Evangélica, tendo ou não nascido em “berço” cristão, atualmente perambulam pelo mundo.

É um exército de afastados, um rebanho inteiro de decepcionados, frustrados, “sem-religião” “sem igreja”. Muitos, um dia, com cargos e chamados ministeriais. O que assusta na estatística é que entre os que engrossam o coro de desviados estão filhos de diáconos e pastores. O que fazer?

Estabelecer limites e não simplesmente impor regras é uma atitude correta. Mas, vejo com preocupação o fato de muitas crianças, 12 anos, já estarem namorando. A infância está cada vez mais curta e adolescência mais longa. Quem não entrou na puberdade age de forma independente possui celular, perfil no ORKUT, MSN, não tem maturidade para lidar com essas coisas, mas os pais acham tudo isso normal. Nem se dão ao trabalho de participar junto e acompanhar os filhos.

Se é que existe um, quem é o culpado? A Igreja? A família? Regras muito rígidas dentro da Igreja que não afrouxa suas doutrinas e “espana” o membro, ou o excesso de permissividade e falta de limites na criação dos filhos?

Tenho convicção que os melhores cristãos não são lapidados nos templos, nas escolas bíblicas ou nos cultos semanais. São os lares que os produzem.

A tragédia que aconteceu em São Paulo – SP com a menina Eloá, não é só o drama de sua mãe, é o drama de cada família evangélica que vê seu filho trocar a Igreja e a redoma de sua casa pelo mundo.

Desejo um 2009 de famílias resgatadas, de retorno, de esperança, com fé, com amor e com Cristo.

E que tudo isso devolva nossos filhos à família e a Igreja e que nos traga melhores notícias.

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