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Colunas

Justin Bieber desembarca no Brasil e internet vai ao delírio

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Para a alegria dos fãs, o cantor já está em terras brasileiras. Com uma chegada discreta, na madrugada desta quarta-feira, 29 de março, o rapaz  desembarcou no Aeroporto Tom Jobim, no Rio, e já chegou causando.

Na internet, após ficarem sabendo, não demorou muito e os seguidores ficaram em polvorosa. Internautas usaram a hashtag ‘Uh, papai chegou’ para dar boas-vindas ao polêmico ídolo pop. Rapidamente, o termo ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter.

O famoso  irá se apresentar com a turnê “The Purpose World Tour” nesta quarta-feira, 29, na Apoteose, no Centro do Rio. Em São Paulo, Justin faz shows nos dias 1º e 2 de abril, no Allianz Parque. Esta é a terceira vez que Justin Bieber se apresenta no Brasil.

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Lemos o mundo de maneira errada e dizemos que ele nos engana

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despertarNo Budismo, a palavra “realidade” significa a natureza verdadeira das coisas, não modificada por construções mentais sobrepostas a elas. Conceitos fabricados abrem um intervalo entre nossa percepção e a realidade, e criam um conflito sem fim com o mundo.

“Lemos o mundo de maneira errada e dizemos que ele nos engana”, escreveu Rabindranath Tagore. Tomamos como permanente aquilo que é efêmero e, como felicidade aquilo que nada é além de uma fonte de sofrimento: o desejo por bens, poder, fama e prazeres enganosos.

Compreender a realidade é uma característica da sabedoria. Isso não acarreta o domínio de grandes massas de informação, mas uma compreensão da natureza verdadeira das coisas. Por hábito, percebemos o mundo exterior como um conjunto de entidades distintas e autônomas às quais atribuímos características que acreditamos serem inerentes a elas.

Nossa vivência do dia-a-dia nos diz que as coisas são boas ou ruins, desejáveis ou indesejáveis. O “eu” que as percebe parece ser igualmente concreto e real. Esse erro, que o budismo chama de ignorância, faz surgir poderosos impulsos de atração ou aversão, que uma hora levam ao sofrimento.

Mudar o modo de ver o mundo não é ter um otimismo ingênuo ou uma euforia artificial com intenção de contrabalançar a adversidade. Enquanto formos escravos da insatisfação e da frustração que surgem da desordem que domina a nossa mente, será tão inútil dizer a si mesmo “Sou feliz! Sou feliz!”, muitas e muitas vezes, quanto seria repintar um muro em ruínas.

Buscar a felicidade não é olhar para a vida através de óculos cor-de-rosa ou cegar-se para a dor e as imperfeições do mundo. Nem é a felicidade, tampouco, um estado de exaltação que deva ser perpetuado a qualquer custo; mas, sim, um processo de purgar as toxinas mentais, como o ódio e a obsessão, que envenenam a mente. É também aprender como colocar as coisas em perspectiva e reduzir a distância entre as aparências e a realidade.

Para esse fim, devemos adquirir um conhecimento melhor sobre como a mente funciona e ter uma percepção mais precisa sobre a natureza das coisas, pois, no sentido mais profundo, o sofrimento está intimamente ligado a um mal-entendido sobre a natureza da realidade.

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Angelina Jolie faz apelo por compromisso com as Nações Unidas

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A atriz, falando nas Nações Unidas em Genebra, pediu um compromisso renovado com a “imperfeita” organização internacional e com a diplomacia para resolver conflitos

Angelina Jolie, representante especial da agência de refugiados das Nações Unidas, fez um apelo apaixonado nesta quarta-feira pelo internacionalismo, diante de guerras que expulsam as pessoas das suas casas e uma “maré de nacionalismo disfarçada de patriotismo”.

A atriz de Hollywood, falando nas Nações Unidas em Genebra, pediu um compromisso renovado com a “imperfeita” organização internacional e com a diplomacia para resolver conflitos.

"Se governos e líderes não estão mantendo a chama do internacionalismo viva hoje, então nós, cidadãos, precisamos”, afirmou a atriz durante a palestra anual Sérgio Vieira de Mello, em homenagem ao brasileiro das Nações Unidas morto num ataque a bomba em Bagdá em 2003.

"Nós vemos uma maré crescente de nacionalismo, disfarçada de patriotismo, e a volta de políticas incentivando o medo e o ódio de outros”, alertou ela.

Angelina Jolie não fez referência direta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujo governo está revisando o seu financiamento para as Nações Unidas e a sua participação no Conselho de Direitos Humanos da organização.

"Muito do medo que observamos hoje em relação a refugiados, estrangeiros, é produzido pela ignorância, geralmente alimentando políticos também”, declarou ela.

"Temos que reconhecer o dano que fazemos quando minamos as Nações Unidas, ou a usamos de forma seletiva – ou de forma nenhuma –, ou quando confiamos na ajuda humanitária para fazer o trabalho da diplomacia, ou damos às Nações Unidas tarefas impossíveis e não a financiamos.”

Nenhum apelo humanitário para governos doadores no mundo tem recebido metade da quantidade necessária, afirmou ela. Operações em quatro países onde 20 milhões de pessoas estão à beira da morte devido à fome, no Iêmen, Somália, Sudão do Sul e Nigéria, estão seriamente subfinanciadas.

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