Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

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Palavra de Fé

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“As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos” (Provérbios 16.24).


Palavras doces são ditas com sabedoria e graça. Elas são agradáveis ao corações e curam nossa alma. Podemos lembrar do conselho de um amigo dito no momento certo e que nos ajudou a ir pelo caminho correto. Podemos também pensar nas palavras ditas pelos líderes e pastores, nos cultos, que trouxeram renovo e restauração. Ou mesmo das letras de canções que nos ajudaram a nos reerguer em dias sombrios. E quantas inúmeras vezes nossos pais nos amaram, consolaram e abraçaram.

A Palavra diz em Provérbios 12.18: “Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura”. Que sejamos como esses sábios que levam cura para outros. Não apenas cura, mas esperança, paz, generosidade, compaixão e amor. Que possamos agradar a Deus com o nosso falar e que sejamos instrumentos Dele na vida do próximo. Deus se agrada de palavras sinceras ditas com bondade (Provérbios 15.26).

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Atualmente, o real sentido de algumas datas comemorativas tem sido deixado de lado. Momentos tão especiais como o Natal, Dia dos Pais, Dia das Mães e a Páscoa têm sido ofuscados pelo consumismo, secularismo, distanciamento de Deus, dos valores da Bíblia e da família.

Infelizmente, por vermos essa realidade na frente dos nossos olhos e não nos conformarmos com valores tão diferentes do que é o verdadeiro sentido dessas datas, como a Páscoa, muitos de nós cristãos abandonaram a comemoração e a lembrança dessas festas.

Mas não dever ser assim. O cristão, mais do que ninguém, deve ser aquele que não abandona o significado real de uma festa tão cristã como a Páscoa nem se entrega de bandeja ao consumismo e a tantas outras coisas que tentam tirar o foco do verdadeiro sentido dessa celebração.

Mas o que é a páscoa?

A palavra Páscoa vem do hebraico “Pesha”, que significa “passar por cima” ou “saída”. No Antigo Testamente, começa a ser entendida com a última praga: a morte dos primogênitos (Ex 11, 4,5), na qual Deus pediu para que um cordeiro perfeito fosse morto. O sangue desse animal deveria ser passado nos umbrais de cada porta, para que o anjo da morte não entrasse na casa dos hebreus (Ex 12.1-14). Portanto, para que os primogênitos pudessem ser salvos, o cordeiro deveria ser morto. Além disso, também significa a saída do Egito e a libertação do povo de Deus da escravidão.

O Novo Testamento também aborda muito sobre a páscoa. Em João 1.29, diz: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Portanto a festa que, até então, era somente judaica é ampliada e mostra que o Cordeiro perfeito (Jesus) morreu pelos nossos pecados para que nós pudéssemos ser salvos.

Outro texto na Bíblia é o da última ceia celebrada por Cristo, em Lucas 22.14-23, antes da Sua morte. Ele usou a Páscoa, uma data tão significativa para os judeus, para ensinar para os discípulos sobre a Sua morte e ressurreição, que é a nossa Páscoa.

Portanto, diante de todo esse entendimento, quero desafiar e estimular todos os cristãos a comemorar, festejar, lembrar-se da Páscoa, pois através da morte e ressurreição do Cordeiro fomos salvos e libertos da morte eterna. Quando lembramos e refletimos sobre a Páscoa, testemunhamos e agradecemos pelo amor que recebemos gratuitamente.

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“Porque, como imagina em sua alma, assim ele é…” (Provérbios 23.7a).

Todos os nossos pensamentos afetam o nosso corpo de um modo ou de outro. Não é possível ter um único pensamento sem que algo físico aconteça conosco. Sendo assim, quando pensamos, um processo eletroquímico ocorre no nosso cérebro, algumas células cerebrais enviam mensagens entre si, de acordo com nossos padrões já existentes.

Como assim?

Já parou para pensar que, às vezes, agimos de forma impulsiva (no automático) em determinadas situações? Isso acontece por já termos vivido tal experiência. O padrão para tal pensamento já está estabelecido, e, assim, estaremos simplesmente o repetindo. Mas, se for um pensamento novo, criamos outro padrão ou rede.

Esse padrão influencia o corpo e pode mudar a disseminação de hormônios em todo o corpo, assim como no sistema nervoso autônomo, que controla fatores como a respiração, tamanho das pupilas, fluxo sanguíneo, suor, rubor, dentre outras mudanças de comportamento. Por exemplo, se estivermos assustados, nossa boca ficará seca, e o fluxo sanguíneo em direção às nossas coxas aumentará, preparando-nos par uma possível fuga.

Se pensamos, nosso corpo é afetado; se algo acontece, os nossos pensamentos são afetados; nossos pensamentos sendo afetados, nossos sentimentos também o são, sendo assim, vale a pena procurar os melhores pensamentos, pois dessa forma viveremos o que o Senhor tem para nós.

:: Prs. Alexandra Santos e Alzeir Rogério (Rogerinho)

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