Entrar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *

Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

Palavra de fé

Palavra de Fé

O valor de perdoar

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

“Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta”. (Mt. 5.23-24)

Ainda assentado sobre o monte, Cristo continua falando para a multidão sobre a lei. Agora Ele está dando o sentido verdadeiro a alguns aspectos da lei cerimonial, as ofertas. Diante de um povo que zelava – ainda que sem compreender – pela lei, Cristo está colocando cada coisa no seu lugar. É como se Ele estivesse dizendo que o homem não está enganando a Deus com os seus feitos porque Deus está olhando para o coração. Dessa forma, Ele lhes deixa claro que ofertar ao Senhor é importante, mas que a oferta precisa ser fruto das mãos de um pacificador, como já havia dito lá no inicio.

É importante observar que Cristo está dizendo que se eu souber que um irmão tem algo contra mim, eu preciso “interromper” a minha prática da lei e ir até ele. Não é se nós tivermos algo contra alguém, é se alguém tiver algo contra nós. Essas palavras nos reduzem à posição de humildade que se espera de um discípulo de Jesus. Não é o valor do que temos, não é o que podemos fazer, mas, sim, o quanto que o que fazemos é fruto de obediência. Qualquer um que deseje conhecer esse Rei ou fazer conhecido o Seu Reino certamente precisará entender que Deus não vê como os homens e que Seus valores não estão condicionados aos nossos. O convite é para dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

:: RAFAEL VALENTE

Curta nossa página no Facebook

Oração de entrega

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e o mais Ele fará” (Sl 37.5). Essa oração pode ser silenciosa, com atitude, em adoração. Há momentos na vida em que não sabemos qual direção tomar, não temos as respostas para o coração, não temos domínio sobre a situação e temos que prosseguir. Sabemos, então, que precisamos orar, que temos que orar, que o único caminho seguro sob qualquer circunstância é orar. Não sabemos o dia de amanhã, não conhecemos o coração das pessoas, não podemos prever o futuro, temos de apenas confiar no Senhor.

Foi assim com Abraão. Deus lhe dera o filho da promessa, Isaque, que trouxe riso e alegria para a família. Isaque era o milagre de Deus inquestionável: o filho da velhice, da impossibilidade, da cura da esterilidade, o filho prometido (Gn 20.5-7). Quando tudo ia tão bem na casa de Abraão, o Senhor resolve colocá-lo à prova, e lhe pede que sacrifique em holocausto o seu filho Isaque. Era algo impensável para Abraão. Era algo sem lógica para a mente humana: gerar o milagre do filho da promessa para vê-lo morrer sobre um altar, como um sacrifício ao Deus que o amava e tinha Se revelado a ele de forma tão maravilhosa e tão cheia de bondade, justiça e amor. Mas Abraão conhecia o Senhor. Ele sabia que Deus poderia ressuscitar Isaque das cinzas (Hb 11.19), pois para Ele não haveria impossíveis, conforme suas próprias palavras diante da esterilidade de Sarah e sua avançada idade (Gn 18.14).

Abraão nada diz para Sarah e nem para o filho Isaque. Ele apenas sai para adorar ao Senhor e oferecer-Lhe sacrifício de louvor. Caminham por três longos dias. Só Deus sabe o que passava no coração de Abraão: as lutas interiores, as insinuações do maligno em sua mente, as dúvidas e a falta de entendimento do que o Senhor Deus queria dele e o porquê. Sua atitude, caminhando até o monte Moriah, desde Hebrom, sem levar o cordeiro, mas apenas o cutelo, a lenha e o fogo aceso, despertou a curiosidade e o temor de Isaque, principalmente quando chegaram ao lugar escolhido para o sacrifício e subiram apenas os dois. “Meu pai, eis aqui a lenha, o cutelo e o fogo, mas onde está o cordeiro para o sacrifício?”. E a pronta resposta do velho pai foi: “Deus proverá, meu filho. Deus proverá para Si o cordeiro”. E realmente Deus proveu. Ele enviou um substituto para Isaque. Deus recebeu a oferta de Abraão, a sua oração de entrega em ação.

Em algumas circunstâncias, e, por que não dizer, em todas as circunstâncias adversas em nossas vidas, as quais devemos ver como provas de nossa fé, devemos fazer esta silenciosa oração de entrega. E o descanso virá. A provisão virá. A resposta clara do Senhor virá. Basta entregarmos tudo ao Senhor. Colocarmos sobre o seu altar tudo o que somos e temos, pois, na verdade, tudo já pertence a Ele. O Senhor deseja apenas que vivamos descansados Nele e prontos a confiar em todo o tempo. Experimente orar entregando tudo ao Senhor. Experimente colocar não somente os seus problemas, mas também suas impossibilidades, suas carências, suas necessidades, suas angústias e medos, suas decisões e a própria vida, e se dará conta de que o nosso Deus é suficiente para fazer infinitamente mais além de tudo o que pedimos ou pensamos, segundo o Seu poder que opera em nós (Ef 3.20). Experimente a oração de entrega agora mesmo. Deus nunca falha!. Descanse e veja os resultados de Sua promessa.

:: Prª. Ângela Valadão

Curta nossa página no Facebook

Anuncie alegremente a ressurreição de Cristo

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

“Vão depressa e digam aos discípulos Dele: Ele ressuscitou dentre os mortos […]. As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus”. (Mateus 28.7a,8)

Maria Madalena e a outra Maria devem ter ficado espantadas ao verem que Jesus não estava no sepulcro, mas, ao mesmo tempo, estavam “cheias de alegria”, como diz a Bíblia, por poderem anunciar Sua ressurreição. Talvez elas tivessem ido até o túmulo para chorar a morte do Senhor, mas foram surpreendidas com a notícia de que Ele estava vivo, e logo foram fazer aquilo que o anjo havia pedido.

Como as duas “Marias”, precisamos nos alegrar com o fato de Jesus ter ressuscitado e, além disso, devemos, como cristãos, levar essa notícia a todas as pessoas. Porque, como as Escrituras dizem em João 6.40, a vontade do Pai é que “todo aquele que olhar para o Filho e Nele crer tenha a vida eterna”. Jesus morreu por todos, ressuscitou por todos, e todos precisam saber disso e crer em Cristo para que sejam ressuscitados no último dia.

:: Dayane Nascimento

Curta nossa página no Facebook

Designed by ABCMIX Joomla Site Designer - 2015