Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

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Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15.13).


Durante a nossa vida, nos diversos lugares pelos quais passamos – escola, cursinho pré-vestibular, faculdade, empresas, igrejas etc. – conhecemos muita, mas muuuita gente. Alguns se tornam nossos colegas, outros, amigos; outros, melhores amigos, e ainda outros, irmãos de coração. Acontece que, com o passar do tempo, nós e algumas dessas pessoas com as quais tivemos um bom relacionamento tomamos rumos diferentes, devido às escolhas de cada um, ou, simplesmente, nos distanciamos. O contato passa a ser menor; as conversas, menos constantes.

Mas glória a Deus pela tecnologia da internet e das redes sociais, que nos oferece maior possibilidade e facilidade de reencontrar algumas dessas pessoas, reaproximar as que se afastaram, estreitar esses relacionamentos novamente, mesmo que no mundo virtual. Talvez, colegas e amigos com quem, por exemplo, estudamos ou trabalhamos anos atrás não conhecem Jesus ou estão afastados dos Seus caminhos, e nós podemos ser instrumentos nas mãos do Senhor para levar Sua mensagem de amor a eles. Talvez, algumas pessoas “sumiram” porque passaram ou têm passado por algum problema e precisam de ajuda. Não precisamos esperar que elas nos solicitem. Podemos dar o primeiro passo, perguntando como estão e deixando uma mensagem de paz, alegria, encorajamento…

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

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“Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele [Jesus] também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hebreus 2.14,15).

Morte é um tema evitado por muitas pessoas. Elas não gostam de pensar no fato de que um dia não estarão mais na terra, mas essa é uma das certezas que temos na vida. Não podemos evitá-la, porém não precisamos temê-la. Sabe por quê? Toda a humanidade foi condenada à morte por causa de uma só transgressão, cometida no Jardim do Éden. “Assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens” (Romanos 5.18).

A Palavra diz que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23a), ou seja, todos nós um dia morreremos fisicamente, mas, para os que estão EM Jesus, a morte física é apenas um passaporte com destino à eternidade. Isso porque o Deus Filho decidiu vir à terra, participar da nossa condição humana e morrer em nosso lugar, derrotando Satanás e dando-nos graciosamente o dom gratuito da vida eterna EM Cristo (Romanos 6.23b).

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

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“Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta”. (Mt. 5.23-24)

Ainda assentado sobre o monte, Cristo continua falando para a multidão sobre a lei. Agora Ele está dando o sentido verdadeiro a alguns aspectos da lei cerimonial, as ofertas. Diante de um povo que zelava – ainda que sem compreender – pela lei, Cristo está colocando cada coisa no seu lugar. É como se Ele estivesse dizendo que o homem não está enganando a Deus com os seus feitos porque Deus está olhando para o coração. Dessa forma, Ele lhes deixa claro que ofertar ao Senhor é importante, mas que a oferta precisa ser fruto das mãos de um pacificador, como já havia dito lá no inicio.

É importante observar que Cristo está dizendo que se eu souber que um irmão tem algo contra mim, eu preciso “interromper” a minha prática da lei e ir até ele. Não é se nós tivermos algo contra alguém, é se alguém tiver algo contra nós. Essas palavras nos reduzem à posição de humildade que se espera de um discípulo de Jesus. Não é o valor do que temos, não é o que podemos fazer, mas, sim, o quanto que o que fazemos é fruto de obediência. Qualquer um que deseje conhecer esse Rei ou fazer conhecido o Seu Reino certamente precisará entender que Deus não vê como os homens e que Seus valores não estão condicionados aos nossos. O convite é para dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

:: RAFAEL VALENTE

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