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Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

Palavra de fé

Palavra de Fé

Quando soar a última trombeta!

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Não desperdiçamos apenas a comida, os bens e as oportunidades. Desperdiçamos também a graça de Deus. O desperdício na área religiosa é enorme. Temos desperdiçado a esperança cristã. Ora porque não conhecemos o tamanho da esperança, ora porque não acreditamos nela, ora porque simplesmente não nos apropriamos dela.

A Bíblia fala da ressurreição dos mortos e também da transformação dos vivos. São duas esperanças gêmeas de igual importância. Parece que a esperança da ressurreição do corpo é mais conhecida do que a esperança da transformação do corpo. Mas elas vão acontecer no mesmo dia. Paulo explica:

Nem todos vamos morrer, mas todos nós vamos ser transformados, num instante, num abrir e fechar de olhos, quando tocar a última trombeta. Ela tocará, os mortos serão ressuscitados como seres imortais, e todos nós seremos transformados. (1Co 15.51-52)

Tanto a transformação dos vivos como a ressurreição dos mortos serão a maior graça que a humanidade poderia desejar ou esperar. Tanto uma como a outra fazem parte daquela surpresa que parece impossível e “que jamais alguém pensou que podia acontecer” (1Co 2.9).

Os corpos dos vivos transformados serão iguais aos corpos dos mortos ressuscitados. Serão corpos gloriosos, sem vestígio de alguma imperfeição. Eles serão novinhos em folha. Ficarão totalmente livres do pecado interior (a tal pecaminosidade latente, a propensão pecaminosa até então incurável) e da deterioração física e mental (portanto, livres da morte). As marcas deixadas pela doença, pela idade avançada e pelas tragédias da vida anterior desaparecerão por completo.

:: Ultimato

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Você vai ser restituído

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Joel 2.21-29

Israel sempre foi um país agrícola. Seus eventos eram contados a partir das colheitas, o calendário era seguido pelas colheitas, por isso a colheita era uma linguagem de Deus. Vemos que as três principais festas do calendário judaico estavam relacionadas com as três épocas de colheita. Sempre que tiver colheita tem festa.

Na época de colheita precisamos de mais pessoas do que na época de plantar. Em Mateus 9.35-37 vemos que a colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. O Senhor da colheita, Jesus, quer enviar para a colheita trabalhadores que sejam como Ele. Se o Pai ungiu o Filho para curar e libertar, então, o Filho nos envia com o mesmo poder.

A colheita está ligada a ceifar. Precisamos entender que um cereal colhido é tirado da terra, de suas raízes e levado para um celeiro. É nessa hora que o joio é arrancado, mas não é levado para o celeiro. Da mesma maneira acontece com uma pessoa que tem sua vida colhida e levada de suas raízes, do império das trevas, para o lugar que o Senhor planejou para ela, o Reino de Deus. Por isso o termo mais correto para colheita é restituição.

A colheita está ligada à morte pelo fato de cortar da raiz para tirar o elo com a terra. Da mesma forma, uma pessoa quando se converte tem o seu elo com a terra retirado por Deus. Mas o segredo da colheita está no armazenamento, onde a semente foi guardada.

A palavra principal do livro do profeta Joel é sobre restituição em todos os níveis. Restituição implica em fazer com que todas as coisas voltem a estar como foram criadas, em seu estado original, voltem a ser como no princípio da criação. Aqui não está se referindo a uma restituição do que você já teve, mas, sim, do que Deus projetou para sua vida. Deus não vai lhe dar, necessariamente, a riqueza que tenha perdido, mas o que planejou para você.

Deus quer restituir você ao seu estado original!

“A colheita está ligada à morte pelo fato de cortar da raiz para tirar o elo com a terra. Da mesma forma, uma pessoa quando se converte tem o seu elo com a terra retirado por Deus”.

:: Joel Pereira

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Uma visão teológica da vida

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Em João 10.10 Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”.

A visão do Senhor é que tenhamos vida abundante, mas que ela se amolde ao Seu pensamento, e não ao nosso pensamento. Observe que o Senhor diz que os seus pensamentos não são os nossos, nem seus caminhos são como os nossos.

Quando na carne pensamos em vida abundante, nossa tendência é acreditar como o mundo pensa: sucesso,

fama, riquezas, e na satisfação própria. Note que Salomão, sendo o homem mais sábio do mundo, incorreu nesse erro. Ao analisarmos o livro de Eclesiastes no capítulo 2, o autor narra a constante batalha para viver uma vida abundante e feliz.

Ele começa dizendo que buscou a felicidade no gozo entre várias mulheres e no amontoar de bens e riquezas

e conclui que “isso é vaidade, é correr atrás do vento”. Não satisfeito, obstinado em alcançar o deleite, tentou encontrar na sabedoria a fonte da satisfação e novamente termina dizendo: “Isso é correr atrás do vento”. Observe que ao término do capítulo, percebe-se que já esgotado de todas as tentativas frustradas, ele termina dizendo: “Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho, no entanto, vi que isto vem da mão de Deus, pois, separado deste, quem pode comer ou quem pode alegrar-se (v. 24).

Os padrões do nosso Senhor Jesus, não são os nossos padrões. Na oração sacerdotal Jesus diz que a vida eterna é esta que conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a seu Filho, a quem enviaste. A Bíblia ressalta que o Reino de Deus não é comida ou bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. No Sermão do monte o Senhor dá dicas de quem são as pessoas felizes, ou melhor, mais que felizes, abundantes. São os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores. Mais do que feliz é ser perseguido, injuriado, humilhado e vilipendiado por amor à justiça.

Não busque a felicidade em tantas coisas vãs, renove sua mente na Palavra de Deus por meio da oração e usufrua do gozo, da paz, do contentamento e da vida eterna que só encontramos na pessoa bendita de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

:: Pr. Ronaldo Amaral Campos Júnior

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