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Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

Palavra de fé

Palavra de Fé

A audácia de manter a família viva

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Deus tem um plano eterno. E Ele decidiu que a família seria o canal para a realização do Seu propósito. Tudo começou com a família (a de Adão, a de Noé, a de Abraão, depois a de José, o carpinteiro), e tudo terminará num esplendoroso e barulhento casamento de Jesus com Sua noiva. Por que será que Deus, em toda a Sua sabedoria, conhecedor de todas as soluções, resolveu que assim seria? Às vezes, você deve pensar que Deus errou Seus cálculos. Afinal, tudo o que está ligado à preservação da família, seus conceitos e princípios, parece cada vez mais ultrapassado e desatualizado. Se realmente o canal para tudo é a família, então só resta a Deus providenciar uma nova solução. Mero engano.

Não sei se você já percebeu, mas existe um trabalho enorme para destruir a família, as famílias, a sua família. De todas as leis que são votadas e aprovadas, nenhuma delas é para preservar, cuidar e fortalecer a família conforme planejada pelo Criador. Há o plano eterno de Deus, e há forças contrárias a ele. Muitos dos nossos representantes no governo estão se aliando a forças contrárias, consciente ou inconscientemente. Existe uma razão para isso? Claro que sim. A mesma que levou Caim a matar seu irmão e que motivou Faraó e Herodes a cometer infanticídio.

Devo então pensar: estou assassinando meu irmão? Já matei alguns meninos para que o nome de Jesus não fosse proclamado, mas que o meu prevalecesse? Nos dias de hoje, o que seria “assassinar Abel”, “matar as crianças de até dois anos”? Note que no tempo de Moisés muitos pais levavam seus filhos para o túmulo, pois era essa a ordem do faraó. É a lei… pronto. Porém, uma família (note que teve a participação e a sabedoria da irmã de Moisés na história) disse “não” a um decreto soberano, àquilo que se tornara uma rotina inevitável. Que audácia! José e Maria também não ficaram para ver aonde aquela situação poderia chegar. Retiraram-se para preservar o menino.

Não é difícil perceber que, em todas as épocas, existiram forças contrárias à família. E hoje não é diferente. Não temos esse privilégio de viver em família tudo o que foi projetado por Deus sem esbarrar em forças contrárias. A lista, com certeza, ultrapassa a lei que Faraó decretou. São pais alheios, ausentes, mães que passam mais tempo cuidando do próprio corpo (academia, cabeleireiro…) do que da saúde física e espiritual dos filhos, filhos desobedientes aos pais, atrevidos, inconsequentes…

Temos vários decretos hoje: prazeres momentâneos, a obrigação de ganhar dinheiro, a priorização da carreira, de estar sempre atualizado (com notícias, pessoas, tecnologia…). Nada disso em si é errado ou pecado. Porém, quando essas coisas (esses decretos modernos) ferem a vida familiar saudável, com certeza são um grande problema.

Quero que você me ajude a repensar nossa conduta dentro da sociedade contemporânea. Qual é o meu papel dentro da minha família? Tenho desempenhado a tarefa que Deus me deu de forma exemplar, de forma que os meus familiares sintam o amor de Deus? Minhas palavras e atitudes dentro de casa têm exalado as características de Jesus? Dou mais importância aos decretos que são contra a família ou tenho tentado preservar a vida desse frágil e ameaçado “menino”?

:: Clésio Pen

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O direito de lutar

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O decreto armado por Hamã para destruir o povo de Deus não podia ser revogado. O que o rei concedeu a Ester foi um outro decreto: o direito de lutar contra seus adversários.

Que decretos malignos têm sido proclamados contra você e os seus? O diagnóstico de uma doença, a ameaça do divórcio, a tendência a vícios e comportamentos destrutivos? Certa mãe ouviu de uma psicóloga que seu filho se tornaria desequilibrado devido à rejeição que sofre por parte de seu pai. Ao invés de aceitar passivamente esses decretos compreenda que você pode lutar contra seus adversários e vencê-los, assim como Ester e o povo de Deus, que prevaleceram contra todos os seus inimigos. “Naquele dia os inimigos dos judeus esperavam vencê-los, mas aconteceu o contrário; os judeus dominaram aqueles que os odiavam, reunindo-se para atacar os que buscavam a sua destruição. Ninguém conseguia resistir-lhes, porquanto todos os povos estavam com medo deles.” (Ester 9.1b,2b)

Faça esta oração e complete com suas próprias palavras: “Senhor, ajuda-me a não desanimar e a não aceitar os decretos malignos que vêm para me destruir. Em Ti me fortalecerei para resistir o diabo e ele fugirá (Tiago 4.7). Que ao invés de acontecer como meus inimignos esperam, que todos vejam que Tu estás comigo e tens uma história de bênção e não de mal para mim. Em nome de Jesus. Amém.”

:: Ana Paula Bessa

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Você está cheio (a) do Espírito Santo?

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“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. (Ef 5.18)

O texto em apreço apresenta dois imperativos: um negativo, outro positivo. O negativo proíbe o cristão de se embriagar com vinho; o positivo ordena-o a ser cheio do Espírito. A embriaguez produz dissolução; a plenitude do Espírito desemboca em virtudes cristãs. Tanto a embriaguez como a falta de plenitude do Espírito estão em desacordo com a vontade expressa de Deus.

Vamos, agora, considerar estas duas ordens:

Em primeiro lugar, não vos embriagueis com vinho (Ef 5.18a). A embriaguez é render-se ao domínio do álcool. É ser dominado pelo poder etílico. É perder o autocontrole. É entregar-se à dissolução. O efeito da embriaguez é a vergonha e o opróbrio. Seus resultados são a destruição da honra e a promoção da pobreza. A embriaguez tem sido a causa das maiores tragédias sociais. É responsável por mais de cinquenta por cento dos acidentes e dos assassinatos. Muitos casamentos têm sido destruídos por causa do alcoolismo. Muitas famílias têm sido arruinadas por esse vício maldito. A embriaguez semeia lágrimas, dor e morte. Aqueles que se entregam à embriaguez perdem seu nome, sua família e sua alma. Os bêbados não herdarão o reino de Deus.

Em segundo lugar, enchei-vos do Espírito (Ef 5.18b). Depois de dar a ordem negativa, o apóstolo Paulo mostra o imperativo positivo. Não basta deixar de fazer o que é errado; é preciso fazer o que é certo. Não basta deixar de ser dominado pelo vinho; é preciso ser governado pelo Espírito. A ordem divina encerra algumas lições:

Ser cheio do Espírito é um mandamento. Isso significa que um cristão sem a plenitude do Espírito está pecando contra Deus tanto quanto um cristão que se embriaga. Ser cheio do Espírito não é uma opção; é uma ordenança. Não ser cheio do Espírito não  é apenas um pequeno descuido. É um pecado de desobediência frontal à uma ordem expressa de Deus.

Ser cheio do Espírito é uma experiência contínua. O verbo “enchei-vos” está no presente contínuo na língua grega, o que significa que a plenitude do Espírito deve ser uma experiência permanente. A plenitude de ontem não serve para hoje. Todo dia é tempo de ser cheio do Espírito. Essa é uma experiência contínua e progressiva. As vitórias de ontem não são suficientes para hoje. Hoje é tempo de andar com Deus e ser cheio do Espírito Santo.

Ser cheio do Espírito é uma ordenança para todos os cristãos. A ordem está no plural. Líderes e liderados, grandes e pequenos, velhos e jovens, ricos e pobres, doutores e analfabetos precisam ser cheios do Espírito Santo. Nenhum cristão está dispensado dessa experiência. Essa é a vontade expressa de Deus para todo o seu povo, em todo lugar, em todo tempo.

Ser cheio do Espírito é obra de Deus e não desempenho humano. O verbo “enchei-vos” está na voz passiva. Isso significa que nós não produzimos a plenitude do Espírito; recebemo-la. Não é fruto do esforço humano; é resultado da graça divina. Na medida que nos despojamos de nossas paixões e desejos e nos rendemos ao senhorio de Cristo, somos cheios do Espírito. Enquanto temos vasilhas vazias, o azeite não pára de jorrar.

Ser cheio do Espírito produz resultados benditos. Em Efésios 5.19-21, Paulo cita quatro resultados da plenitude do Espírito: comunhão, adoração, gratidão e submissão. A plenitude do Espírito corrige nosso relacionamento com Deus, com o próximo e com nós mesmos. Eis a questão: Você está cheio do Espírito Santo? Há evidências dessa plenitude em suas palavras, ações e relacionamentos? A ordem é oportuna: “Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”.

:: Hernandes Dias Lopes

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