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Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

Palavra de fé

Palavra de Fé

Uma visão teológica da vida

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Em João 10.10 Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”.

A visão do Senhor é que tenhamos vida abundante, mas que ela se amolde ao Seu pensamento, e não ao nosso pensamento. Observe que o Senhor diz que os seus pensamentos não são os nossos, nem seus caminhos são como os nossos.

Quando na carne pensamos em vida abundante, nossa tendência é acreditar como o mundo pensa: sucesso,

fama, riquezas, e na satisfação própria. Note que Salomão, sendo o homem mais sábio do mundo, incorreu nesse erro. Ao analisarmos o livro de Eclesiastes no capítulo 2, o autor narra a constante batalha para viver uma vida abundante e feliz.

Ele começa dizendo que buscou a felicidade no gozo entre várias mulheres e no amontoar de bens e riquezas

e conclui que “isso é vaidade, é correr atrás do vento”. Não satisfeito, obstinado em alcançar o deleite, tentou encontrar na sabedoria a fonte da satisfação e novamente termina dizendo: “Isso é correr atrás do vento”. Observe que ao término do capítulo, percebe-se que já esgotado de todas as tentativas frustradas, ele termina dizendo: “Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho, no entanto, vi que isto vem da mão de Deus, pois, separado deste, quem pode comer ou quem pode alegrar-se (v. 24).

Os padrões do nosso Senhor Jesus, não são os nossos padrões. Na oração sacerdotal Jesus diz que a vida eterna é esta que conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a seu Filho, a quem enviaste. A Bíblia ressalta que o Reino de Deus não é comida ou bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. No Sermão do monte o Senhor dá dicas de quem são as pessoas felizes, ou melhor, mais que felizes, abundantes. São os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores. Mais do que feliz é ser perseguido, injuriado, humilhado e vilipendiado por amor à justiça.

Não busque a felicidade em tantas coisas vãs, renove sua mente na Palavra de Deus por meio da oração e usufrua do gozo, da paz, do contentamento e da vida eterna que só encontramos na pessoa bendita de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

:: Pr. Ronaldo Amaral Campos Júnior

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A recompensa de ser fiel ao Senhor

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“Daniel respondeu: ‘Ó rei, eu lhe desejo uma vida longa e feliz! O meu Deus mandou o seu anjo para fechar as bocas dos leões. Eles não me tocaram! Isso porque eu sou inocente diante de Deus e do senhor, ó rei; eu não cometi crime algum”. (Daniel 6.21,22)

De acordo com a Palavra de Deus, lemos que Daniel não se curvou à lei, por amor a Deus, e, por isso, teve consequências desafiadoras que poderiam levá-lo a renunciar a Deus, mas, segundo as escrituras, contemplamos Sua fidelidade mesmo em meio às acusações e penitências mais assustadoras, das quais muitas vezes temos tanto medo.

Daniel foi jogado na cova dos leões e a Bíblia relata que dela ele saiu ileso, que o Senhor deu ordens aos Seus anjos para amarrar a boca de todos os leões, e, por causa da sua fidelidade a Deus, conseguiu converter o coração do rei e até mesmo conseguiu com que a lei fosse mudada. Quantas vezes as imponências e acusações humanas nos obrigaram a nos curvarmos a um rei ou um reinado que não seja o de Deus, mas, sim, o de homens, por meio de uma proposta irrecusável!

Talvez tenham sido colocadas escolhas para que você opte entre o seu chamado ou a sua posição social; o mundo tentando fazer com que você se curve ao modismo dele; ou aquele pecado tentando derrubá-lo constantemente. E quantas vezes ainda o status, a posição social e as influências que temos com os homens desejam comprar nosso coração tentando nos fazer desistir do chamado que o Senhor colocou em nossas mãos, tentando nos fazer curvar!

Nem sempre será tão simples e quase semore seremos jogados à cova dos leões se escolhermos adorar e servir ao único Deus, em meio a um cativeiro cheio de leões famintos, rugindo com fome, e fome da nossa cabeça, da nossa carne! Louve! Busque ao Senhor e não se venda por preço algum. A adoração e a obediência devem ser inegociáveis em nossa vida! Seja fiel com Cristo, porque Ele sempre é fiel conosco! Confiar exigirá de mim e de você total dependência do Senhor!

Talvez você esteja sendo perseguido como os sacerdotes e profetas estavam naquela época de Daniel; talvez tenha alguma situação querendo “degolá-lo”! Não se preocupe se o leão estiver rugindo próximo ao seu rosto! Feche os olhos e continue a elevar a sua fidelidade ao Senhor; seu espírito encontrará descanso e suas narinas não sentirão o mau hálito do leão, mas sentirão o cheiro de incenso dos céus, pois contigo o Senhor está!

Podemos não entender de fato o motivo de Daniel não ter se curvado para a lei imposta pelos homens, e talvez também não iremos entender o porquê suportamos passar por tantos desafios e conflitos para continuar nos ministérios ou na igreja local. Passamos o que passamos por amor ao Senhor Jesus Cristo e ao chamado que nos foi entregue, e só devemos nos curvar e prestar adoração a Ele! Por isso, vale a pena cansar, vale a pena cada lágrima, vale a pena não se curvar, vale a pena suportar os golpes, vale a pena carregar a cruz e vale mais a pena ainda saber que tudo o que fazemos é para fazê-Lo conhecido!

Seja fiel! Assim como o Senhor guardou a vida de Daniel naquela cova de leões, assim também Ele tem nos guardado de cada fera que temos enfrentado. As consequências que enfrentaremos por não nos curvarmos a outro senhor justificarão a fidelidade de Deus para conosco nos momentos mais desesperadores, e Ele fará mudar toda e qualquer situação!

:: Peterson Amicuchi

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A audácia de manter a família viva

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Deus tem um plano eterno. E Ele decidiu que a família seria o canal para a realização do Seu propósito. Tudo começou com a família (a de Adão, a de Noé, a de Abraão, depois a de José, o carpinteiro), e tudo terminará num esplendoroso e barulhento casamento de Jesus com Sua noiva. Por que será que Deus, em toda a Sua sabedoria, conhecedor de todas as soluções, resolveu que assim seria? Às vezes, você deve pensar que Deus errou Seus cálculos. Afinal, tudo o que está ligado à preservação da família, seus conceitos e princípios, parece cada vez mais ultrapassado e desatualizado. Se realmente o canal para tudo é a família, então só resta a Deus providenciar uma nova solução. Mero engano.

Não sei se você já percebeu, mas existe um trabalho enorme para destruir a família, as famílias, a sua família. De todas as leis que são votadas e aprovadas, nenhuma delas é para preservar, cuidar e fortalecer a família conforme planejada pelo Criador. Há o plano eterno de Deus, e há forças contrárias a ele. Muitos dos nossos representantes no governo estão se aliando a forças contrárias, consciente ou inconscientemente. Existe uma razão para isso? Claro que sim. A mesma que levou Caim a matar seu irmão e que motivou Faraó e Herodes a cometer infanticídio.

Devo então pensar: estou assassinando meu irmão? Já matei alguns meninos para que o nome de Jesus não fosse proclamado, mas que o meu prevalecesse? Nos dias de hoje, o que seria “assassinar Abel”, “matar as crianças de até dois anos”? Note que no tempo de Moisés muitos pais levavam seus filhos para o túmulo, pois era essa a ordem do faraó. É a lei… pronto. Porém, uma família (note que teve a participação e a sabedoria da irmã de Moisés na história) disse “não” a um decreto soberano, àquilo que se tornara uma rotina inevitável. Que audácia! José e Maria também não ficaram para ver aonde aquela situação poderia chegar. Retiraram-se para preservar o menino.

Não é difícil perceber que, em todas as épocas, existiram forças contrárias à família. E hoje não é diferente. Não temos esse privilégio de viver em família tudo o que foi projetado por Deus sem esbarrar em forças contrárias. A lista, com certeza, ultrapassa a lei que Faraó decretou. São pais alheios, ausentes, mães que passam mais tempo cuidando do próprio corpo (academia, cabeleireiro…) do que da saúde física e espiritual dos filhos, filhos desobedientes aos pais, atrevidos, inconsequentes…

Temos vários decretos hoje: prazeres momentâneos, a obrigação de ganhar dinheiro, a priorização da carreira, de estar sempre atualizado (com notícias, pessoas, tecnologia…). Nada disso em si é errado ou pecado. Porém, quando essas coisas (esses decretos modernos) ferem a vida familiar saudável, com certeza são um grande problema.

Quero que você me ajude a repensar nossa conduta dentro da sociedade contemporânea. Qual é o meu papel dentro da minha família? Tenho desempenhado a tarefa que Deus me deu de forma exemplar, de forma que os meus familiares sintam o amor de Deus? Minhas palavras e atitudes dentro de casa têm exalado as características de Jesus? Dou mais importância aos decretos que são contra a família ou tenho tentado preservar a vida desse frágil e ameaçado “menino”?

:: Clésio Pen

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