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Purus

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O governo do Estado tem consolidado a cadeia produtiva da mandioca, sendo este setor um dos mais importantes para economia acreana. A mecanização do plantio é a chance do Acre avançar em tecnologia de produção e ao mesmo tempo garantir qualidade de vida ao agricultor.

O estado possui uma significativa produção de macaxeira, logo, existe uma necessidade de novas técnicas de processamento, aplicação das boas práticas de fabricação (BPF) e melhoria nos sistemas de produção.

A definição mais clara sobre essa forma de produção em escala, é a organização entre as entidades rurais, produtores, iniciativa privada e governo do Estado. A Secretaria de Agricultura e Pecuária (Seap) contribui para que o trabalho de plantio mecanizado seja realizado.

O produtor Eusébio Pereira fornece macaxeira beneficiada para a rede supermercados Araújo, e detectou que na região do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Pirã de Rã o solo é propício para o cultivo. Pereira arrendou um total de 30 hectares dos produtores assentados. “Nós começamos a incentivar os produtores para plantar a macaxeira há dois anos e entrar em sociedade conosco”, disse.

Demetrius da Silva tem 3,5 hectares de macaxeira. Ele é enfático e destaca: “Se fosse na enxada esse serviço iria demorar uns três meses para terminar” disse.

A padronização obtida na lavoura após o plantio feito de forma mecanizada, é um dos fatores do aumento da produtividade, além de gerar mais renda para o agricultor.

“A mecanização ajuda bastante, você trabalha com a terra mais perfeita e limpa entre os intervalos de linhas”, relatou Pereira. Esse tipo de manejo do capim que nasce entre linhas plantadas é determinante para qualidade da mandioca.

O governo do Estado investiu na agroindústria de farinha localizada no Polo de Xapuri. E estuda mais dois polos de produção, nas cidades de Capixaba e Brasileia. Em Xapuri a indústria é capaz de produzir uma tonelada de farinha por dia e envolve 15 produtores da região.

A cultura da mandioca vem se expandindo no Acre em uma grande velocidade. “Isso para nós é muito importante, são as máquinas do governo preparando o solo para o produtor que terá a venda garantida”, afirmou o gestor da Seap, José Carlos Reis.

No Acre, o clima quente e úmido é ideal para o cultivo da macaxeira. Em um hectare é possível plantar 8.500 covas, sua colheita pode ser realizada entre oito ou nove meses e seu rendimento bruto fica em torno de R$ 7 mil. Esse modo de trabalho mecanizado e padronizado proporciona ao produtor sua inserção na venda industrial.
 
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Pressionada pelos seguidos cortes orçamentários e pela extinção de 87 cargos em comissão, a Funai (Fundação Nacional do Índio) suspendeu as atividades de 5 das 19 bases de proteção a índios isolados e de recente contato e analisa fazer o mesmo com outras seis unidades.

A falta de recursos também obrigou a Funai a retirar de campo seis funcionários que participavam da Operação Curaretinga 9, que visa combater garimpo na área indígena ianomâmi, em Roraima.

As Bases de Proteção Etnoambiental (Bapes) são vinculadas às 11 Frentes de Proteção Etnoambiental (FPE) da Funai e têm a dupla função de monitorar e proteger índios isolados e de assegurar os direitos de etnias de recente contato com o branco.

Com a medida, funcionários e equipamentos foram retirados dessas cinco bases nas últimas semanas.

Três estão na região do rio Purus, no sul do Amazonas –uma segue aberta apenas para o funcionamento de uma enfermaria do Ministério da Saúde.

As outras duas bases suspensas estão localizadas no Vale do Javari, na fronteira com o Peru e palco de conflitos recentes entre etnias isoladas e de recente contato.

Só uma base foi mantida no local, sob ameaça de fechamento.

Na avaliação interna do órgão indigenista, as Bapes já funcionavam de forma precária, principalmente por falta de pessoal.

Há atualmente 70 servidores, quando o mínimo necessário seria o dobro.

Na FPE Madeirinha-Juruena (MT), por exemplo, há cinco servidores para monitorar uma área de 3 milhões de hectares, o equivalente a 20 municípios de São Paulo.

Pressionado por funcionários da Funai sobre o assunto, o presidente do órgão, Antônio Costa, demissionário, admitiu nesta quarta (19) a “grave crise orçamentaria”, mas promete “os recursos necessários para o funcionamento das 11 FPEs”.

Com a extinção de cargos em março, 51 Coordenações Técnicas Locais foram fechadas, das quais três eram ligadas a FPEs: uma na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau (RO) e duas na Terra Indígena Yanomami (RR).

Impossibilitada de custear transporte e alimentação de seus servidores, a Funai teve de abandonar a Operação Curaretinga 9, feita em coordenação com outros órgãos e lideranças ianomâmis.

Os seis funcionários da Funai só participaram durante os dez primeiros dias da operação, iniciada em 23 de março.

A falta de verba atingiu também a PM amazonense, que tinha as despesas pagas pelo órgão indigenista e só deve ficar na metade dos 30 dias da segunda etapa.

O foco da operação é a região do rio Uraricuera, onde a Funai estima que haja cerca de 4.500 garimpeiros atuando ilegalmente em terra indígena. Com informações Folha de São Paulo.

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O projeto de lei que visa a criação de uma identidade única já foi aprovado pelo Congresso e deverá valer no país após sanção do presidente Michel Temer. O novo sistema de identificação substitui documentos como RG, CPF, CNH e título de eleitor.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o Documento de Identificação Nacional vai unificar diversos documentos brasileiros. O CPF será utilizado como base para identificação e vai funcionar por meio de dados biométricos, colhidos eletronicamente. A partir desta etapa, não será mais necessário apresentar outros documentos, como a Carteira Nacional de Habilitação ou o título de eleitor.

O documento poderá ser emitido pela Justiça Eleitoral e outros órgãos, caso o TSE autorize. A impressão será de responsabilidade da Casa da Moeda.

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