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Em reunião na Sala de Situação na tarde desta segunda-feira, 15, a governadora em exercício Nazareth Araújo se reuniu com parte das equipes de assistência social e meio ambiente do Estado, além do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil para realizar o monitoramento contínuo dos rios acreanos e da bacia do Rio Madeira.

Após o fim de semana, a Bacia do Rio Acre apresentou uma redução do volume de suas águas, fazendo com que o Rio Acre saísse da cota de alerta no final de semana. Ainda assim, o volume de chuvas para os próximos dias preocupa, com possibilidade de grandes volumes de mais de 150 milímetros em quase todo o estado.

Já a Bacia do Rio Madeira apresentou estabilidade após a alta da última semana. Em Porto Velho (RO), o Rio Madeira chegou à marca de 13,72 metros de profundidade, já o Rio Abunã está com a marca de 19,91 metros.

O governo vai manter o monitoramento constante dos rios acreanos, já que o período crítico de cheias é em fevereiro e março.

Com relação ao Rio Madeira, a governadora Nazareth Araújo se prepara para ir a Brasília dia 18, onde participará da Sala de Crise junto à Casa Civil da Presidência da República e Agência Nacional de Águas (ANA), reunindo diversos órgãos federais com o objetivo de acompanhar os extremos climáticos do país e realizar um monitoramento maior nas hidrelétricas que atuam na região, com um enfoque no Rio Madeira, que apresenta níveis altos para o começo do ano.

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O sinistro aconteceu por volta das 5h deste segunda-feira (15), em um prédio histórico onde funcionava antigamente um hotel na Gameleira, hoje já desativado e localizado em cima de um bar. O incêndio comprometeu toda estrutura do prédio, mas, foi contigo antes que as chamas tomassem proporções maiores.

De acordo com o major Falcão do Corpo de Bombeiros, cerca de seis viaturas foram destinadas ao local e 20 militares conseguiram conter as chamas em apenas 5 minutos, evitando que o incêndio se evadir se para os prédios laterais.

A suspeita preliminar da equipe, segundo constatou no local é de que tenha ocorrido um possível curto circuito la em cima, mas, só o laudo oficial poderá confirmar as suspeitas em um prazo de até 30 dias.

Apesar das chamas alcançarem uma altura de 13 metros, ninguém se feriu e danos maiores foram evitados.

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O início de 2018 vem sendo de muita chuva na Bolívia, nesta última terça-feira (2), bairros foram inundados, carros ficaram submersos nas ruas, serviços de transportes foram paralisados e houve corte do serviço de energia elétrica, isso após a inundação do rio na cidade de Santa Cruz de La Sierra.

Essa situação afeta diretamente o território brasileiro, pois com a elevação do rio na Bolívia, sobe o nível do rio Madeira, em Rondônia, fato semelhante ao acontecido durante a grande cheia de 2014, que inundou parte da cidade de Porto Velho e destruiu grandes áreas dentro do território boliviano.

De acordo com o  diretor da Defesa Civil Municipal, Marcelo Silva dos Santos, o nível do rio em Porto Velho vem oscilando fortemente, isso devido à intensidade da chuva no país vizinho.

“As chuvas intensas na Bolívia influenciam no aumento do rio aqui em Porto Velho. Embora a cota de alerta do CPRM seja de 15 metros, a Defesa Civil decreta com 14 metros pelo fato de que muitas casas são atingidas em determinadas áreas”, disse Marcelo Santos.

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