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O governador de Rondônia, Confúcio Moura, assinou nesta segunda-feira, 14, o decreto de situação de emergência na região conhecida como Ponta do Abunã. No local está instalado um dos pontos de atracagem da balsa que faz a travessia de veículos que se deslocam entre os dois estados.

O ato oficial se deu em razão do baixo nível das águas do Rio Madeira, manancial que interrompe a BR-364 na altura do distrito de Vista Alegre do Abunã, que estava com 9,78 metros nesta segunda-feira.

A diminuição drástica das chuvas resultou na baixa dos níveis de rios, igarapés e reservatórios das cidades rondonienses. Com a redução das águas do Rio Madeira, a situação se agravou ainda mais.

Nos últimos dias, caminhoneiros tiveram que aguardar até 24 horas para conseguir realizar a travessia. Bancos de areia, que se formaram no leito do rio, fizeram com que as balsas encalhassem. Filas quilométricas se formaram às margens da rodovia.

Diálogos

Na última quinta-feira, 10, o governador Tião Viana esteve em Brasília, acompanhado do senador Jorge Viana e do deputado federal Raimundo Angelim, buscando solução emergencial junto ao governo federal para a travessia das balsas no Rio Madeira

E no dia seguinte, em Cuiabá, no Fórum de Governadores da Amazônia Legal, Tião Viana conversou pessoalmente com o governador de Rondônia, Confúcio Moura, fazendo o pedido para que fosse decretado a situação de emergência.

A partir do decreto realizado pelo governo de Rondônia, o Dnit poderá fazer a intervenção necessária no local, como a dragagem do rio no trecho da travessia da balsa e o aterro gradativo na região. Além disso, a ANA e o MME garantiram que a cota da usina hidrelétrica de Santo Antônio não será alterada, para não criar mais uma redução no nível do Rio Madeira.
Abastecimento

Até o momento não se registrou comprometimento no transporte de gêneros alimentícios e combustíveis com destino ao Acre.

A situação também é a mesma nos distritos de Fortaleza do Abunã, Vista Alegre, Extrema e Nova Califórnia.

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Bandidos invadem as unidades da estatal na região e roubam, além de combustível, equipamentos de perfuração e de exploração


A “caça ao tesouro” dos piratas por combustível na Amazônia chegou a refinarias e terminais de distribuição da Petrobrás e de outras empresas que atuam na região.  O modus operandi desses ataques é o mesmo dos assaltos a embarcações nos rios: os piratas usam barcos pequenos e rápidos para chegar ao local e, com armas pesadas, rendem os vigilantes.  Na sequência, chega um barco maior para onde é transportado o combustível e os equipamentos roubados.

Um dos alvos dos ataques é a Refinaria da Petrobrás em Manaus (Reman), unidade produtora de gasolina e óleo diesel que abastece a Região Amazônica. “O esquema (dos piratas) é avançado. Existe furto direto na Refinaria de Manaus”, revelou ao Estado uma fonte ligada à segurança da Amazônia.

Os assaltos ocorrem, principalmente, na época das cheias, quando o nível alto dos rios facilita o acesso dos bandidos à refinaria. Eles fazem uma ligação com mangueiras de uma polegada para bombear combustível dos dutos diretamente para os tanques das embarcações usadas para o roubo, que ocorre sempre de madrugada, em uma área pouco iluminada, segundo o Sindicato dos Petroleiros do Estado do Amazonas.

“O perigo existe e é iminente. Já fizemos várias denúncias, que estão sendo investigadas pela direção da refinaria”, afirma Roberto Pinheiro, diretor do Sindipetro-AM. “Isso ocorre há uns 20 anos, mas se intensificou nos últimos anos. Recentemente, houve duas ou três ocorrências seguidas.”

Em Manaus, os piratas também estão atacando o Porto de Encontro às Águas, onde tem sido roubado desde corda, tubulações, material de geologia até equipamentos caríssimos de perfuração e de exploração, como pedra diamantada.

Outro ponto crítico é o Terminal Aquaviário de Coari, usado para escoamento de petróleo e gás produzido na região de Urucu pela Petrobrás. Pinheiro relata denúncias de troca de tiros há dois meses entre vigilantes e piratas que, além de combustível, roubam também material elétrico da unidade. “Aqui já é rota de tráfico, rota de piratas. Estamos perto da Colômbia e da Venezuela. Se não tiver gente suficiente para fiscalizar, a bandidagem corre solta”, afirma Lourival Júnior, diretor secretário do Sindipetro PA, AM, MA e AP e diretor da Federação Nacional de Petroleiros (FNP).

Perdas

Como o Estado publicou, o trecho do Rio Solimões entre as cidades de Coari e Tefé, no Amazonas, é dominado por piratas e é o mais violento entre os rios da Amazônia, por causa dos carregamentos de drogas que vêm da Colômbia e do Peru.

A FNP diz ter relatado os problemas para a Petrobrás na mesa de negociações e culpa os ataques piratas à drástica redução do número de funcionários da estatal desde 2014, sobretudo em operações nos terminais e aferição dos tanques de combustível.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes estima que mais de 10 bilhões de litros de combustível foram roubados na Amazônia em 2016, sendo que o maior volume ocorreu em balsas de transporte. No primeiro trimestre deste ano, foram 2,4 bilhões. Roubos de piratas na Amazônia causam perdas de cerca de R$ 100 milhões por ano em mercadorias, segundo a Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (Fenavega).

Procurada pelo Estado, a Petrobrás não se pronunciou. Uma fonte ligada à empresa, no entanto, confirmou uma tentativa de roubo na Reman.

Segundo a fonte ligada à segurança da Amazônia, há denúncias também de ataques de piratas na área de exploração da petroleira russa Rosneft. Por meio da assessoria, a Rosneft negou a ocorrência dos crimes.

Barbacena virou a ‘terra dos piratas’

A cidade de Barcarena, no Pará, é conhecida como “terra dos piratas”. Localizada próximo ao Estreito de Breves, canal fluvial de acesso ao Arquipélago do Marajó, no Pará, a cidade é considerada o centro dos piratas, pois é ali que os bandidos se reúnem para fazer as incursões. A maioria das ocorrências é de roubo de combustível. O problema na região é tão grave que já está provocando falta de energia em algumas cidades, onde a geração de energia é feita por meio de termoelétricas.

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O momento de turbulências no cenário econômico brasileiro acarreta dificuldades também para o segmento pecuário. Isto porque a redução do consumo de carne contribui para a queda do preço da arroba do boi vivo, principalmente porque a oferta tem sido maior que a procura. O momento favorece os frigoríficos que, prevalecendo-se das dificuldades dos criadores, adquirem a arroba mais barata, mas não repassam o desconto para os consumidores, que continuam comprando a carne por valores cada vez mais elevados.

Dirigente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, diz que o rebaixamento do preço da arroba do boi vivo vem, de forma mais acentuada, desde de julho de 2015, principalmente por conta do monopólio que, conforme disse, predomina no Estado. “Aliado a isso veio a Operação Carne Fraca, a delação dos empresários donos da JBS e o impasse na exportação para os Estados Unidos, que também contribuíram para reduzir o consumo de carne”, frisa. Dias informa que o segmento pecuário tem realizado um trabalho direcionado ao fortalecimento do mercado, com investimentos para a qualidade do rebanho bovino, visando, principalmente, o mercado externo.

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