Entrar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *

Purus

Purus

Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

O projeto de lei que visa a criação de uma identidade única já foi aprovado pelo Congresso e deverá valer no país após sanção do presidente Michel Temer. O novo sistema de identificação substitui documentos como RG, CPF, CNH e título de eleitor.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o Documento de Identificação Nacional vai unificar diversos documentos brasileiros. O CPF será utilizado como base para identificação e vai funcionar por meio de dados biométricos, colhidos eletronicamente. A partir desta etapa, não será mais necessário apresentar outros documentos, como a Carteira Nacional de Habilitação ou o título de eleitor.

O documento poderá ser emitido pela Justiça Eleitoral e outros órgãos, caso o TSE autorize. A impressão será de responsabilidade da Casa da Moeda.

Curta nossa página no Facebook

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

O secretário-adjunto de Polícia Civil, Josemar Portes, confirmou ao G1, nesta segunda-feira (17), que o nome do estudante de psicologia Bruno Borges, de 24 anos, foi incluído na lista de pessoas desaparecidas da Polícia Federal no Acre (PF-AC) e que a Interpol – polícia internacional – foi acionada devido ao sumiço do jovem, desaparecido desde o dia 27 de março.

Portes afirma que o acionamento da Interpol é comum e ocorre conforme a evolução das investigações do caso. Ele afirma que não há indícios de que o jovem tenha saído do país, mas não descarta essa possibilidade para cobrir todas as linhas de investigação com as quais trabalha.

“Como a Interpol vai trabalhar e as técnicas que vai usar isso é com ela. O que sabemos é que o jovem se afastou do convívio. A possibilidade dele ter saído do país deve ser investigada, pois ele tinha dinheiro e é um rapaz muito inteligente. Não sei se é um indício, mas uma possibilidade sempre é. Isso é comum, uma outra hora a pessoa pode ser colocada no cadastro de desaparecidos da PF que aciona a Interpol”, explica.

Desaparecimento

A última vez que os parentes viram Bruno, no dia 27 de março, foi durante um almoço de família. O jovem voltou para casa e todos – mãe, pai e os outros dois irmãos – seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai dele, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.

No quarto do estudante, que ficou trancando por mais de 20 dias enquanto os pais viajavam de férias, foi encontrada – além dos 14 livros – uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600). Os escritos, segundo a família, eram feitos há pelo menos quatro anos.

O artista plástico Jorge Rivasplata, autor da estátua, disse que acredita que Bruno seja a reencarnação do filósofo – queimado durante a inquisição – e tenha completado a obra dele. A escultura, de dois metros, foi entregue ao jovem no dia 16 de março e finalizada pelo próprio artista dentro do quarto. Pelo objeto, o artista disse que recebeu inicialmente R$ 7 mil e, em seguida, mais R$ 3 mil.

Sumiço inspirou jogos

O sumiço acabou inspirando a criação de alguns jogos para smartphone. Os aplicativos foram disponibilizados na Play Store, do Google, com os nomes “Menino do Acre”, “Encontro o Menino do Acre” e “Alquimistas do Acre”.

Na trama de um dos jogos, os jogadores devem desvendar o mistério que envolve o desaparecimento coletando os livros criptografados ao logo do percurso. No entanto, é necessário ser rápido e tomar cuidado para não cair em um rio de lava.

Outro game pede que o jogador toque na tela para procurar o “menino do Acre”. O jogo faz alusão à brincadeira do “quente ou frio?” e dá algumas chances para que Bruno seja encontrado antes de desaparecer para sempre.


Sobre as investigações, o delegado Fabrizzio Sobreira, coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), afirmou que os amigos que ajudaram Bruno nas escrituras e criptografias teriam feito um pacto de sigilo para que objetivo real do projeto não fosse revelado.

Um grupo no Facebook, que reúne mais de 10,4 mil membros, tenta decodificar os 14 livros criptografados que o jovem deixou em casa. A página “Bruno Borges – Estudos” foi criada no dia 4 deste mês.

O administrador da página, o estudante universitário paranaense Alexandre Marques, de 24 anos, explica que, diferente de outras com teor cômico, a ideia foi juntar pessoas realmente interessadas em compreender o projeto de Bruno. Parentes e amigos do acreano também fazem parte do grupo, que é fechado.

Curta nossa página no Facebook

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Em uma carta na qual recusa um convite para visitar o Brasil, o papa Francisco cobrou o presidente Michel Temer para evitar medidas que agravem a situação da população carente no país.

A correspondência foi uma resposta a outra enviada pelo mandatário no fim de 2016, na qual o líder da Igreja Católica era convidado formalmente para as celebrações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, comemorados em 2017.

“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”, escreveu o Pontífice, segundo trecho publicado pelo jornalista Gerson Camarotti, da “Globo News”.

“Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”, acrescentou.

Sobre o convite, o Papa disse que, devido a sua intensa agenda, não poderia visitar o Brasil neste ano. Ainda de acordo com Camarotti, Jorge Bergoglio afirmou rezar pelo país e que acompanha “com atenção” os acontecimentos na maior nação da América Latina.

Citando sua exortação apostólica “A Alegria do Evangelho”, Francisco também lembrou que não se pode “confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado”, em um momento em que o governo Temer tenta aprovar reformas econômicas para garantir a confiança dos investidores.

Em setembro passado, na inauguração de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no Vaticano, o Pontífice já havia dito que o Brasil passava por um “momento triste”.

Um mês antes, Francisco enviara uma carta não oficial em apoio a Dilma Rousseff, que na época ainda não tinha sofrido o impeachment.

Contudo, Bergoglio sempre evitou se posicionar publicamente sobre a crise política enfrentada pelo país e que culminou na derrubada da presidente petista.

Curta nossa página no Facebook

Designed by ABCMIX Joomla Site Designer - 2015