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Os governadores da Amazônia Legal anunciaram a criação de um consórcio de Estados. O objetivo é dispor de uma entidade jurídica que represente os interesses comuns da região, como a captação de recursos no exterior para projetos ambientais.

“Este fórum, que já se constitui em uma personalidade jurídica, pode fazer avenças internacionais. É o modelo do fórum [de governadores] do Brasil Central e também da Confederação Alemã”, disse o governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), em entrevista coletiva.

O lançamento oficial será no 14 de novembro durante a realização da COP 23 em Bonn, na Alemanha. Os governadores amazônicos também vão estar presentes.

Anfitrião do encontro, o governador do Acre, Tião Viana (PT), comemorou a redução de 16% no desmatamento da Amazônia entre agosto de 2016 e julho deste ano. “Estamos levando uma boa notícia ao mundo.”

“O financiamento do desenvolvimento sustentável, associando a transição para uma economia de baixo carbono com a inclusão social, deve contemplar iniciativas permanentes e em escala, com uma efetiva participação de agências do setor público, de setores privados e de agências internacionais e multilaterais”, diz a Carta de Rio Branco.

Segundo o documento, aprovado na última quinta-feira (26), todas as Assembleias Legislativas dos nove Estados participantes já aprovaram o consórcio. São eles: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Representante de um dos principais financiadores de projetos na Amazônia, o embaixador alemão, Georg Witschel, elogiou a iniciativa durante a coletiva: “É uma boa ideia que os Estados apresentem juntos a Amazônia Legal. Faz sentido.”

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Dois empresários acreanos e uma propriedade situada na estrada de Boca do Acre estão listados na relação do Cadastro de empregadores que tenham submetido trabalhadores à condição análoga a escravo do Ministério do Trabalho, O governo federal barrou a divulgação oficial da relação que foi feita amparada na Portaria Interministerial nº 4, de 11 de maio de 2016 e flexibilizou as regras para o enquadramento de proprietários e empregadores em atividades de trabalho escravo, decisão bastante criticada e que vem sendo alvo de contestação.

Entretanto, a mídia divulgou a relação não autorizada pelo governo em vários portais. Aparece na relação que tem 132 nomes, dois fazendeiros do Acre e um de Boca do Acre. São eles Amândio Celestino Cogo, da Fazenda Perseverança, sitiada no ramal Jorge Kalume, km 16, zona rural de Rio Branco, autuado por três trabalhadores escravizados, cujo processo ficou concluso 28 de julho de 2015; Felipe Joel Varas Pinheiro, proprietário da Fazenda Estância Guanabara, situada na estrada AC-90 km 8, em Rio Branco, autuado por reduzir à condição análogo a à de escravo 15 trabalhadores, em processo finalizado em 18/08/2015.

A lista suja da região é complementada por José Milton Onofre dos Santos, dono Fazenda Pau D’Alho, situada no ramal do Ouro, km 58, comunidade de Morada Nova, em Boca do Acre, Amazonas, processo terminado em 25 de maio de 2017, referente a dois trabalhadores.

Oficialmente, pela legislação revogada pelo presidente Temer a pedido da Bancada ruralista, os três proprietários estão sem pendência com a justiça, mas a decisão pode ser revogada a qualquer momento. A Procuradora de Justiça, Raquel Dodge pediu a anulação da portaria, assim como entraram com processo similar o PDT e a REDE.

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O Instituto Phoenix, tradicionalmente ligado ao PMDB e ao deputado Flaviano Melo divulgou pesquisa hoje de manhã que aponta que 49,4% dos moradores de Rio Branco consideram a gestão do prefeito Marcus Alexandre como ótima e boa, contra 17% que desaprovam a administração, avaliando-a como ruim, sofrível ou péssima. Para 24,6% da população o prefeito do PT faz administração regular e 9% não opinou.

Fora a classificação de “sofrível”, que implanta uma terceira forma de avaliação negativa, o que a pesquisa mostra é a franca aprovação de Marcus Alexandre na capital, com um percentual de positivo para sua administração, com 32,4% de aprovação à rente das avaliações negativas.

Embora o Instituto não aponte neste dado divulgado, a intenção de voto em Marcus Alexandre, a ampla aprovação na capital, perto da maioria absolta o põe como um poderoso candidato ao governo favorito à eleição na capital.

A pesquisa foi realizada de 25 a 27 de setembro, com 1.805 entrevistas e tem margem de erro estimada em 2,8% para mais ou para menos, em intervalo de confiança de 95%

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