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A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac) divulgou na última sexta-feira (15) a relação com os novos aumentos nos preços das passagens rodoviárias intermunicipais no Estado.

Consta na publicação: “Promover reajuste nas tarifas de transporte intermunicipal de passageiros no Estado do Acre.

Art. 3º Aplicar o valor das tarifas a serem reajustadas conforme tabela anexa, a partir de 1.º de outubro de 2017.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação”

Na tabela publicada no Diário Oficial do Estado do Acre (DOE) de sexta-feira 15, verifica-se não haver um índice padrão nos aumentos, mas cada linha tendo um aumento diferenciado. Com informações O Alto Acre.

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O governador de Rondônia, Confúcio Moura, assinou nesta segunda-feira, 14, o decreto de situação de emergência na região conhecida como Ponta do Abunã. No local está instalado um dos pontos de atracagem da balsa que faz a travessia de veículos que se deslocam entre os dois estados.

O ato oficial se deu em razão do baixo nível das águas do Rio Madeira, manancial que interrompe a BR-364 na altura do distrito de Vista Alegre do Abunã, que estava com 9,78 metros nesta segunda-feira.

A diminuição drástica das chuvas resultou na baixa dos níveis de rios, igarapés e reservatórios das cidades rondonienses. Com a redução das águas do Rio Madeira, a situação se agravou ainda mais.

Nos últimos dias, caminhoneiros tiveram que aguardar até 24 horas para conseguir realizar a travessia. Bancos de areia, que se formaram no leito do rio, fizeram com que as balsas encalhassem. Filas quilométricas se formaram às margens da rodovia.

Diálogos

Na última quinta-feira, 10, o governador Tião Viana esteve em Brasília, acompanhado do senador Jorge Viana e do deputado federal Raimundo Angelim, buscando solução emergencial junto ao governo federal para a travessia das balsas no Rio Madeira

E no dia seguinte, em Cuiabá, no Fórum de Governadores da Amazônia Legal, Tião Viana conversou pessoalmente com o governador de Rondônia, Confúcio Moura, fazendo o pedido para que fosse decretado a situação de emergência.

A partir do decreto realizado pelo governo de Rondônia, o Dnit poderá fazer a intervenção necessária no local, como a dragagem do rio no trecho da travessia da balsa e o aterro gradativo na região. Além disso, a ANA e o MME garantiram que a cota da usina hidrelétrica de Santo Antônio não será alterada, para não criar mais uma redução no nível do Rio Madeira.
Abastecimento

Até o momento não se registrou comprometimento no transporte de gêneros alimentícios e combustíveis com destino ao Acre.

A situação também é a mesma nos distritos de Fortaleza do Abunã, Vista Alegre, Extrema e Nova Califórnia.

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Bandidos invadem as unidades da estatal na região e roubam, além de combustível, equipamentos de perfuração e de exploração


A “caça ao tesouro” dos piratas por combustível na Amazônia chegou a refinarias e terminais de distribuição da Petrobrás e de outras empresas que atuam na região.  O modus operandi desses ataques é o mesmo dos assaltos a embarcações nos rios: os piratas usam barcos pequenos e rápidos para chegar ao local e, com armas pesadas, rendem os vigilantes.  Na sequência, chega um barco maior para onde é transportado o combustível e os equipamentos roubados.

Um dos alvos dos ataques é a Refinaria da Petrobrás em Manaus (Reman), unidade produtora de gasolina e óleo diesel que abastece a Região Amazônica. “O esquema (dos piratas) é avançado. Existe furto direto na Refinaria de Manaus”, revelou ao Estado uma fonte ligada à segurança da Amazônia.

Os assaltos ocorrem, principalmente, na época das cheias, quando o nível alto dos rios facilita o acesso dos bandidos à refinaria. Eles fazem uma ligação com mangueiras de uma polegada para bombear combustível dos dutos diretamente para os tanques das embarcações usadas para o roubo, que ocorre sempre de madrugada, em uma área pouco iluminada, segundo o Sindicato dos Petroleiros do Estado do Amazonas.

“O perigo existe e é iminente. Já fizemos várias denúncias, que estão sendo investigadas pela direção da refinaria”, afirma Roberto Pinheiro, diretor do Sindipetro-AM. “Isso ocorre há uns 20 anos, mas se intensificou nos últimos anos. Recentemente, houve duas ou três ocorrências seguidas.”

Em Manaus, os piratas também estão atacando o Porto de Encontro às Águas, onde tem sido roubado desde corda, tubulações, material de geologia até equipamentos caríssimos de perfuração e de exploração, como pedra diamantada.

Outro ponto crítico é o Terminal Aquaviário de Coari, usado para escoamento de petróleo e gás produzido na região de Urucu pela Petrobrás. Pinheiro relata denúncias de troca de tiros há dois meses entre vigilantes e piratas que, além de combustível, roubam também material elétrico da unidade. “Aqui já é rota de tráfico, rota de piratas. Estamos perto da Colômbia e da Venezuela. Se não tiver gente suficiente para fiscalizar, a bandidagem corre solta”, afirma Lourival Júnior, diretor secretário do Sindipetro PA, AM, MA e AP e diretor da Federação Nacional de Petroleiros (FNP).

Perdas

Como o Estado publicou, o trecho do Rio Solimões entre as cidades de Coari e Tefé, no Amazonas, é dominado por piratas e é o mais violento entre os rios da Amazônia, por causa dos carregamentos de drogas que vêm da Colômbia e do Peru.

A FNP diz ter relatado os problemas para a Petrobrás na mesa de negociações e culpa os ataques piratas à drástica redução do número de funcionários da estatal desde 2014, sobretudo em operações nos terminais e aferição dos tanques de combustível.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes estima que mais de 10 bilhões de litros de combustível foram roubados na Amazônia em 2016, sendo que o maior volume ocorreu em balsas de transporte. No primeiro trimestre deste ano, foram 2,4 bilhões. Roubos de piratas na Amazônia causam perdas de cerca de R$ 100 milhões por ano em mercadorias, segundo a Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (Fenavega).

Procurada pelo Estado, a Petrobrás não se pronunciou. Uma fonte ligada à empresa, no entanto, confirmou uma tentativa de roubo na Reman.

Segundo a fonte ligada à segurança da Amazônia, há denúncias também de ataques de piratas na área de exploração da petroleira russa Rosneft. Por meio da assessoria, a Rosneft negou a ocorrência dos crimes.

Barbacena virou a ‘terra dos piratas’

A cidade de Barcarena, no Pará, é conhecida como “terra dos piratas”. Localizada próximo ao Estreito de Breves, canal fluvial de acesso ao Arquipélago do Marajó, no Pará, a cidade é considerada o centro dos piratas, pois é ali que os bandidos se reúnem para fazer as incursões. A maioria das ocorrências é de roubo de combustível. O problema na região é tão grave que já está provocando falta de energia em algumas cidades, onde a geração de energia é feita por meio de termoelétricas.

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