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FOTO: INTERNET

A Secretaria de Fazenda do Estado do Amazonas realizou uma operação de fiscalização nos estabelecimentos comerciais de Boca do Acre, principalmente junto aos empreendimentos que estão em débito com o Estado. No total, a Sefaz fiscalizou aproximadamente 100 comércios na cidade, desde aquele de pequeno porte, ao grande comerciante.

O motivo da força-tarefa se dá devido a alta taxa de inadimplência das empresas e irregularidade na entrada de mercadoria sem nota fiscal. Alguns contribuintes que em outros momentos foram impedidos de realizar suas atividades, permaneciam atuando na ilegalidade.

A intenção da fiscalização é fazer com que todas as empresas do interior do Estado trabalhem pautadas na lei fiscal, o que consequentemente vai retirar do mercado todo e qualquer tipo de irregularidade.

Em Boca do Acre, o comerciante que foi visitado pela equipe da Sefaz e apresentou a nota fiscal ou está em dias com a Secretaria de Fazenda, não sofreu penalidades. Muitos comerciantes aproveitavam a falta de fiscalização no município para sonegar impostos, obtendo vantagens diante daqueles que mesmo com a ausência de acompanhamento fiscal, pagavam os impostos em dias.

Boca do Acre foi um dos primeiros municípios do estado a receber a visita da Secretaria de Fazenda. A fiscalização vai acontecer em outras ocasiões, sempre em tom de surpresa. Ainda de acordo com informações da gerência da Sefaz em Boca do Acre, dois estabelecimentos comerciais foram lacrados, até que regularizem a situação junto à fazenda estadual.

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Foto: Gilmar Peron

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Foto: Ney Xavier

Em pronunciamento na manhã desta quinta-feira, 22, o deputado Adjuto Afonso (PDT) destacou a atuação da cooperativa Cooperar, instalada em Boca do Acre (a 950 km), que trabalha com a exploração do cacau e emprega cerca de 150 pessoas da região do Purus município. A cooperativa acaba de firma parceria com a Fundação Banco do Brasil, com investimento de R$ 600 mil para fortalecer as cadeias produtivas na região do Purus.

"Hoje a imprensa noticia essa cooperativa do Amazonas, que emprega ribeirinhos de Lábrea, Pauini e Boca do Acre na exploração do cacau, e viabiliza a esses ribeirinhos uma grande atividade econômica naquela região. Vejam o quanto é importante o cooperativismo, aqui nós temos uma Frente do Cooperativismo, que é sem dúvida uma forma para que a gente estimule a criação de cooperativas no Estado do Amazonas", disse o deputado.

O parlamentar ressaltou, ainda, que a Cooperar vem se destacando nas atividades do Purus, comercializando cacau para São Paulo e exportando para países como Alemanha, Suíça, Estados Unidos e Bolívia, o que resulta na geração de emprego e renda. "Esses trabalhadores além de serem vigilantes com a nossa floresta estão tirando o sustento para suas famílias.  

Cheias

O parlamentar também falou da sua preocupação com o período da cheia nos rios do Amazonas, que já começa a dar a afetar comunidades ribeirinhas das Calhas do Purus e Juruá. "Tenho certeza que o governo já está se preparando, através da Defesa Civil, para que as pessoas que moram nessas regiões tenham um alívio nessas enchentes, que prejudicam muito a população e também a economia dos municípios. Fica aqui o nosso alerta e nosso acompanhamento das ações que o governo irá implementar nessas regiões".  

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O Geovani fez aniversário e ganhou de presente uma festa de Carnaval, convidou parentes e amigos para juntos se divertirem durante a noite que recordou esta data especial em sua vida. Fotos por Gilmar e Taciana

Veja aqui galeria de fotos

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FOTO: GILMAR PERON

 

GEOVANI

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RIO
Foto: acrítica.com

A Defesa Civil do Amazonas emitiu nesta quarta-feira (21), após análise do Centro de Monitoramento e Alerta do órgão (Cemoa), mais um “Estado de Atenção”. Uma das calhas que recebeu o aviso foi a do Purus, destacando o município de Boca do Acre, que teve chuva de 30% acima da média para o mês de fevereiro.

De acordo com os dados da Defesa Civil do Amazonas, choveu em Boca do Acre, 187 milímetros. De acordo com a previsão do SIPAM, há possibilidades da intensificação das chuvas para os próximos três meses, especialmente nas duas semanas que estão por vir.

As calhas do Juruá e Madeira também receberam o ‘Estado de Atenção’. O motivo é a intensa quantidade de chuva nas duas regiões e a consequente elevação gradual dos rios.

Nessas calhas, 12 municípios entram em “Atenção”: Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá e Beruri, localizados na calha do Purus; e os municípios Guajará, Ipixuna, Eirunepé, Envira, Itamarati e Carauari, situados na região da calha do Juruá.

“Em função das anomalias climáticas de larga escala, o nível dos rios começa a afetar as comunidades ribeirinhas dessas regiões, o que requer a preparação e ação das Defesas Civis locais”, informou o secretário adjunto da Defesa Civil do Amazonas, Hermógenes Rabelo.

O Estado de Atenção é o primeiro estágio do desastre. Nesse momento, as defesas civis municipais adotam os procedimentos preparatórios para um possível desastre, identificando áreas que podem ser afetadas, levantamento de possíveis afetados, isolamento de área, entre outras ações.

Madeira

A região da calha do Madeira, no Sul do Estado, que também entrou em “Estado de Atenção” no último 16 de fevereiro, continua apresentando subida significativa do rio. Segundo a Defesa Civil do Estado, Humaitá, Manicoré, Novo Aripuanã, Apuí, Borba e Nova Olinda do Norte apresentam cenário favorável a enchente significativa

Estado de Atenção

1. Humaitá (calha do Madeira)
2. Manicoré (calha do Madeira)
3. Novo Aripuanã (calha do Madeira)
4. Apuí (calha do Madeira)
5. Borba (calha do Madeira)
6. Nova Olinda do Norte (calha do Madeira)
7. Boca do Acre (calha do Purus)
8. Pauiní (calha do Purus)
9. Lábrea (calha do Purus)
10. Canutama (calha do Purus)
11. Tapauá (calha do Purus)
12. Beruri (calha do Purus)
13. Guajará (calha do Juruá)
14. Ipixuna (calha do Juruá)
15. Eirunepé (calha do Juruá)
16. Envira (calha do Juruá)
17. Itamarati (calha do Juruá)
18. Carauari (calha do Juruá)

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esgoto
FOTO: ÉDSON CARNEIRO

O internauta Edson Carneiro publicou em sua página, nas redes sociais, um pedido de ajuda às autoridades municipais pelas condições de precariedade e insalubridade pela qual passa o Centro da Cidade.

A imagem exibe água de esgoto se espalhando pela Rua Primeiro de Maio, um dos locais de maior movimento comercial da cidade. A situação ocorre devido às manilhas obstruídas, situação que acontece em vários pontos da cidade. O internauta solicita que as autoridades do município providenciem as melhorias no local.

Além de gerar uma imagem feia, o contato com a água insalubre é um risco iminente à saúde das pessoas que são obrigas a conviver com a situação.

Nesta semana a Prefeitura de Boca do Acre deu início ao trabalho de drenagem, que sem complexidade algum, consiste somente em escavar as valas que ficam às margens das ruas. A ação aconteceu devido aos constantes alagamentos que as chuvas têm provocado, principalmente no Platô do Piquiá.

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arma caseira
FOTO: ILUSTRATIVA

Um homem de 19 anos suspeito de fabricar de armas de fogo caseiras e revender armamentos na cidade de Boca do Acre, a 1.556,3 quilômetros de Manaus), segundo a Polícia Militar, nesta quarta-feira (21).

De acordo com a 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o homem foi localizado por meio de denúncia.

"Uma equipe de policiais efetuou deslocamento ao endereço informado. No local constatou a procedência da denúncia", informou a PM.

O homem foi encontrando com uma escopeta caseira recém-fabricada, além de outras duas do mesmo tipo em fase de acabamento.

O suspeito foi encaminhado à delegacia do município.

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Durante a noite de ontem, terça-feira (20), o fornecimento de energia elétrica ficou comprometido por conta dos apagões, que começaram no início da noite.

Na manhã desta quarta-feira (21) fizemos contato com a concessionária, em Boca do Acre, para explicações a respeito do problema, que permaneceu durante a manhã.

Segundo as explicações da agência local, a falta de energia se deu por um problema de curto-circuito na rede do Projeto de Assentamento do Monte.

Ainda de acordo com a empresa, o alimentador do Piquiá foi o único afetado com o distúrbio na rede. A parte baixa da cidade não foi atingida pela falta de energia.

Segundo informações da Amazonas Energia, o problema já foi solucionado.

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LÁBREA
FOTO: INTERNET

Atendendo ao pedido do Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas, a Justiça Federal concedeu liminar que bloqueia bens e valores do prefeito do município de Lábrea, a 700 quilômetros de Manaus, Gean Campos de Barros (PMDB). Conforme a decisão, o valor bloqueado é de R$ 1.657.800, correspondente ao valor atualizado dos recursos recebidos do governo federal que não tiveram a prestação de contas apresentada pelo prefeito.

Gean Barros é réu em ação de improbidade administrativa movida pelo MPF pela não prestação de contas do Convênio nº 463/PCN/2010, firmado para execução de obra de infraestrutura urbana. O convênio, no valor global de R$ 2,1 milhões, tinha como finalidade a construção de calçadas, meios-fios e sarjetas no município de Lábrea. Do valor total, R$ 2 milhões seriam repassados pelo governo federal e R$ 100 mil correspondiam à contrapartida do município.

Do total do recurso federal previsto para a realização da obra, foram repassados R$ 1 milhão como primeira parcela do convênio. Gean Barros, que também era prefeito do município à época, não apresentou nenhum documento de prestação de contas da aplicação dos recursos ao Tribunal de Contas da União (TCU), que o condenou ao pagamento de R$ 100 mil, acrescido de juros de mora, em razão de omissão no dever de prestar contas.

Na ação de improbidade administrativa, além do pedido liminar de bloqueio de bens, o MPF pede a condenação do prefeito às sanções previstas no inciso I do artigo 12 da Lei nº 8.429/92, entre elas, a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos e pagamento de multa civil.

Após análise inicial, a Justiça deferiu o pedido do MPF de bloqueio de bens e valores, considerando que há indícios muito fortes da prática de ato de improbidade administrativa, com ofensa às regras legais e aos princípios basilares da administração pública. A ação segue em tramitação na 1ª Vara da Justiça Federal sob o número 1002242-54.2017.4.01.3200.

Ação penal

Em dezembro do ano passado, o MPF denunciou Gean Campos de Barros pelos mesmos fatos. A ação penal tem como base o Decreto-lei nº 201/67, que responsabiliza gestores municipais quando não há aplicação correta dos recursos repassados pela União. Além do ressarcimento integral dos danos causados ao erário, o réu pode ser condenado a pena de dois a 12 anos de prisão.

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escola
IMAGEM EXIBE BURACO EXPOSTO PELA AUSÊNCIA DE AR CONDICIONADO EM ESCOLA - FOTO: BOCA DO ACRE NOTÍCIAS

'Boca do Acre Notícias', uma página jornalística sediada no Facebook, de propriedade do ex-vereador Jansen Bento de Almeida, publicou imagens e teceu críticas a respeito da estrutura (ou a falta dela) da escola municipal Passo Futuro.

A escola que fica no Platô do Piquiá, funciona nos dois turnos (manhã e tarde), atendendo alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I. A redação curta, porém objetiva, questiona como as crianças retornam às aulas e são obrigadas a estudar em um estabelecimento que não está em condições de atender a clientela.

A reportagem lista “banheiro sem vaso sanitário, sem pias, sala sem ar-condicionado, e uma caixa d'água sem o mínimo de higiene, o vaso e a caixa de descarga jogados no terreno do colégio onde as crianças aproveitam o espaço para brincar”.

O texto ressalta o recurso do Fundeb, como excesso de arrecadação do ano de 2016, que foi depositado na conta da prefeitura no ano de 2017. Ao todo, o município de Boca do Acre deveria ter em caixa mais de R$ 1 milhão de reais para bancar as reformas das escolas municipais, que corresponde a 40% dos mais de R$ 2,5 milhões.

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