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Boca do Acre

Boca do Acre

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Boca do Acre é um município brasileiro do Estado do Amazonas.

A origem do nome vem do fato de que a cidade se localiza na embocadura do rio Acre sobre o rio Purus.

Aspectos econômicos

Sua produção agropecuária é baseada no cultivo de feijão, mandioca, arroz, milho e café, além da produção de farinha. A criação de 100 mil cabeças de bovinos e suínos é significativa. Nos últimos anos a pecuária vem sobrepondo-se a agricultura como fator de maior importância para a economia local. Ainda há a extração de borracha, castanha e madeira.

{tab=Setor Primário}

Agricultura: baseada nos seringais de cultivo e culturas de feijão, mandioca, arroz, milho e café. Entre as culturas permanentes destacam-se os seguintes produtos: abacate, banana, laranja, limão, abacaxi e manga.

Pecuária: nos últimos anos a pecuária vem sobrepondo-se à agricultura como fator de maior importância para a economia local, sendo hoje considerada o maior produtor de gado bovino de corte do estado do Amazonas.
Extrativismo Vegetal: destacam-se: borracha, castanha e madeira.

{tab=Setor Secundário} Indústria: padarias, marcenarias, olarias, serrarias, máquina de secagem e beneficiamento de arroz e castanha (extração de óleo da castanha).

{tab=Setor Terciário}Comércio: varejista e atacadista.
Serviço: restaurante, postos de gasolina, oficinas de reparo de barcos e autos, supermercado, hotéis, pensões e bancos.

{tab=Infra-Estrutura Básica} Energia: a produção e distribuição de energia estão a cargo da Companhia Energética do Amazonas - CEAM, que mantém na sede uma usina a diesel com 4 grupos geradores, somando uma potência total de 2.506 KVA.

Abastecimento d'água: O abastecimento de água está a cargo da Companhia de Saneamento do Amazonas - COSAMA. A captação é do tipo superficial. Há 2 reservatórios com capacidade para 500m3 e potência instalada de 85 CV. A extensão da rede é de 34.000 m.

Comunicações: a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, mantém na sede uma agência postal e telegráfica. As telecomunicações são de responsabilidade da TELEMAR, com posto com serviços de DDD e DDI e da empresa de telefonia móvel TIM.

Bancos: no município encontram-se quatro estabelecimentos bancários – Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Bradesco e Caixa Econômica Federal (Loterias Freire).

História

A cidade de Boca do Acre nasceu na confluência dos rios Acre e Purus.

Em 3 de fevereiro de 1878 aportou na região o navio Anajás, de propriedade da Companhia de Navegação do Rio Amazonas, sob o comando do piloto Carepa, sendo o chefe da expedição o Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo, vindo com o mesmo 56 cearenses, 1 amazonense, 1 paraense, 1 piauiense e 1 português.

O Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo, cearense que já havia adquirido fortuna na exploração da borracha, nos seringais do Baixo Purus, veio explorar as terras onde está situado hoje o município de Boca do Acre, até então desconhecidas.

O Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo e seus companheiros, localizaram-se em diversos pontos do território que hoje constitui o município. No local onde se acha situada a cidade, localizou-se Alexandre de Oliveira Lima, cognominado o Barão de Boca do Acre, o qual explorou grande área de terras. Na localidade de Vila de Floriano Peixoto (ex-Antimari), onde foi primitivamente a sede do município, localizaram-se Antônio Escolástico de Carvalho e Firmino Alves dos Santos. A região era então habitada pelos índios Apurinãs, Jamamadis, catukinas, Jumas, Palmaris, Mamoais.

Em 22.10.1890, pelo Decreto Estadual nº 67, são criados município e comarca, com a denominação de Antimari.

Em 10.04.1891, pela Lei nº 95, foi criada a comarca do município.

Em 28.01.1895 pela Lei Estadual nº 110, são extintos o município e a comarca. Em 15.05.1897, pela Lei Estadual nº 166, ambos são restabelecidos, mas com nova denominação: Floriano Peixoto, verificando-se a sua reinstalação a 1º de agosto do mesmo ano.

Em 18.09.1902, pela Lei Municipal nº 8, é criado o distrito de Boca do Acre. Em 05.11.1921, pela Lei Estadual nº 1.126, é suprimida novamente a Comarca de Floriano Peixoto. Em 04.01.1926, pela Lei Estadual nº 1.233, é restaurada Comarca de Floriano Peixoto.

Em 02.05.1934, pelo Ato nº 3.462, a sede do município é transferida para o distrito Boca do Acre, que recebeu a categoria de vila Em 31.03.1938, pelo Decreto-Lei Estadual nº 68, o município de Floriano Peixoto passa a denominar-se Santa Maria da Boca do Acre.

Em virtude do Decreto-Lei nº 176, de 1º de Dezembro do mesmo ano, que fixou o quadro territorial do Estado em 1943, o município e o Distrito de Santa Maria da Boca do Acre passaram a denominar-se simplesmente Boca do Acre.

Localizado em terras baixas, as circunstâncias naturais obrigaram o então governador do Estado Cel. Valter de Andrade, à transferir a sede do município para o Platô do Piquiá, com alusão a uma nova cidade, que se chamaria de Valterlândia em homenagem a seu fundador.

Na década de 70, o município atravessou uma fase de grandes transformações: populacional e econômica. A corrida por novas terras, poderia ser para os que viam só sul, sudeste e centro-oeste, um novo eldorado. O Banco do Brasil se instalou no município, oferecendo a realização dos sonhos da produção. A exploração da castanha e da borracha, em decadência, mas ainda viva, se misturava ao embalo financeiro, trazido pelos investimentos dos novos habitantes.

Para saber...

Boca do Acre já teve sua sede nas terras altas onde hoje é aldeia Camicuã, quando ali se chamava Antimari, depois, os poderosos da época resolveram levar a capital de Boca do Acre para a divisa com o estado do Acre, local que atualmente recebe o nome de Antimari, mas em tempos pretéritos foi denominado de Vila Floriano Peixoto. Outra revolução trouxe o centro de Boca do Acre para a confluência dos rios Acre e Purus, porém, do outro lado do rio Acre, na margem esquerda, onde se chamou Santa Maria de Boca do Acre.

A última mudança houve quando os políticos da época mudaram o vilarejo de margem, onde hoje a cidade está e aqui passou, por fim, recebeu o nome de Boca do Acre.

São muitos anos de muita história e de personagens marcantes, que lutaram destemidamente para que o território obtivesse a autonomia política e econômica. Dentre eles destaque para João Gabriel de Carvalho e Melo, que primeiro aportou nestas terras, com o navio Anajás, vindo dos sertões cearenses em busca do produto mais cobiçado na época, a borracha. Também não poderíamos esquecer do Major Joaquim Inácio Pinto, avô do ilustre Mário Diogo de Melo, do Almirante Barroso, Danilo Corrêa, Alexandre de Oliveira Lima, afamado como "Barão de Boca do Acre", dentre outros que ajudaram a construir essa bela história.

{slide=Eventos}Arraial da Paróquia de São Pedro (realizado no mês de junho)
Festival de Praia (Realizado no mês de agosto)
Festival da Canção Inédita do Purus – FECAP (realizado no mês de outubro)
Aniversário do Município (21 a 22 de outubro){/slide}

{slide=Turismo}O município é recortado por grande número de cursos d´água e possui uma flora muito rica, com destaque pelo seu valor econômico a seringueira (hévea brasiliensis), e a castanha-do-pará (bertholettia excelsa). A sua fauna é também importante, onde sobressai peixe de várias espécies: pirarucu, tambaqui, etc., e animais silvestres, como: onças, caititus, queixadas e outros.

Principais Pontos Turísticos

O rio Purus pela sua imponência, pelas belas paisagens que proporciona ao visitante, constitui certamente uma atração turística.

Lago Novo, um ecossistema que nasceu fruto de um fenômeno chamado “sacado”, onde uma curva do rio é diminuida mudando o curso e anulando o trajeto que antes era feito. O trajeto que fora excluído naturalmente torna-se uma gigantesca piscina natural.{/slide}

{slide=Informações}Temperatura Média: 29°C

Vegetação dominante: classificada domo floresta tropical densa

Hidrografia: a rede hidrográfica do Município, pertence a bacia do rio Purus, que tem por afluentes principais os rios: Inauini e Pauini e vários igarapés todos a margem esquerda. Dentre os igarapés podemos descacar o Capana, São Francisco, Igarapé Preto, São Domingos e Igarapé Grande.

Localização: Latitude: -8,75222 e Longitude: -67,39778: 08° 45' 07" S 67° 23' 52" O

Área: 22349 Km2

População: 29. 672
Homens: 15.046
Mulheres: 14.772

Limites: Pauin, Lábrea e o Estado do Acre

Distância Manaus-Município: 950 Km

Distância Fluvial: 2.272 Km

Distância Rodoviária: 1.653 Km

Clima: Equatorial - Seco e chuvoso

Taxa de alfabetização 2000 (2) 58,44%

Taxa de Urbanização 2007 (2) 60,6%

Densidade 1,29 hab./km²

Altitude 105 metros

Fuso horário UTC

IDH 0,611 médio  PNUD/2000

Código: DDD: 97{/slide}

{slide=Prefeitos}Francisco Inácio Pinto
Raul Arantes Meira
José Ferreira Sobrinho
Izaque Amorim
Cel. José Assunção Filho
Lupércio Nogueira
Atílio Cândido Nero
Manuel Castor de Araújo
Luiz Anves Bonfim
José Cunha Silva
Mário Diogo de Melo
João F Antero Filho
Artur Leite da F. Castro
Wilson Cavalcante Couceiro
Eduardo Dias da Rocha
Mario Diogo de Melo
Eduardo Dias da Rocha
Manuel Valdir Ávila de Lima
Nelson dos Santos Ale
Aguinaldo Antonio de Souza
José de Oliveira Costa
José Raimundo do Vale
Antonio Iran de Souza Lima{/slide}

{slide=Prefeitura}Prefeita: Maria das Dores Oliveira Munhoz
Vice: Raimundo Silva do Nascimento
Vereadores:

Endereço: Av Comandante Júlio Toá, s/n - Platô do Pequiá
CEP : 69850-000
Telefone: (97) 3451-2414
Fax: (97) 3451-2377
E-Mail:
Site Oficial:www.pmba.am.gov.br{/slide}

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