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RIO DE JANEIRO - A população indígena brasileira deu um salto nos últimos anos e mais que duplicou entre 1991 e 2000. Com uma taxa de crescimento de 10,8% ao ano, os índios passaram de 294 mil para 734 mil, representando 0,4% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além de melhorias na área de saúde, resistência a infecções e o engajamento em instituições de defesa dos próprios direitos, o estudo aponta que a explosão do contingente está relacionada à mudanças no critério de autoidentificação dos censos. Nos levantamentos mais antigos, a auto-atribuição era aleatória.

- Isso pode ser explicado não só pelo aspecto demográfico, mas também pela mudança na autoidentificação de um contingente de pessoas que nos censos anteriores provavelmente se declaravam como pardos-, afirma o texto do documento.

Região Norte

De acordo com o documento, a maior parte da população indígena do país está no Norte, embora tenha caído quase pela metade nos anos pesquisados. Atualmente, vivem na região cerca de 29,1% do total. Em 1991, eram 42,4%.

Em um movimento contrário, cresceu o contingente indígena do Sudeste, onde subiu de 30,5 mil para 156 mil os indivíduos que se identificam como índios. No Nordeste, o contingente também aumentou, passando de 55 mil para 166 mil.

Segundo o levantamento do IBGE, a escolarização indígena, embora ainda muito baixa, também avançou nos anos pesquisados. Entre os dois censos, a média de estudo entre os indivíduos com mais de 10 anos de idade passou de 2 para 3,9 anos.

Fonte: Portal Amazônia

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MANAUS – Mais de 296 hectares de terras desmatadas sem licenciamento ambiental foram embargados durante a operação Kaaetè, deflagrada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nos municípios do Sul do Amazonas.

O Ibama aplicou, ainda, mais de R$ 2,5 milhões em multas e descobriu um esquema fraudulento praticado por uma madeireira do município de Apuí (a 476 quilômetros de Manaus), que estaria utilizando Documento de Origem Florestal (DOF) para vender madeiras de Rondônia para outros Estados.

- Achamos estranho ao ver DOFs saindo de Apuí, no período das chuvas, porque nessa época fica quase impossível passar pela BR 230 e chegar a outros estados em tempo hábil para os documentos serem aceitos. Eu acredito que madeira ilegal de outros estados está sendo esquentadas com planos de manejos do Estado do Amazonas – afirmou Lobato.

A operação Kaaetè está sendo realizada durante o ano inteiro. Com auxilio de um helicóptero, várias áreas desmatadas e queimadas sem licença ambiental foram identificadas.

De acordo com o coordenador da operação Jeferson Lobato o índice de desmatamento tem diminuído em todo o Amazonas de 2003 até agora, mas em Apuí, o órgão verificou crescimento da prática ilegal nos últimos dois anos.

Fonte: Portal Amazônia

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