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Governador Amazonino Mendes e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, oficializaram eliminação da doença nesta segunda-feira (4)


Após 13 anos do último caso de febre aftosa no Amazonas, o governador Amazonino Mendes (PDT) e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Blairo Maggi assinaram o termo que reconhece o Estado como livre de febre aftosa com vacinação. "Isso, na prática, significa que o Amazonas pode vender para outros Estados da Federação", afirmou Amazonino.

De acordo com o presidente da Federal de Agricultura e Pecuária do Amazonas (FAEA), Muni Lourenço, a certificação irá trazer, no mínimo, 20% de valorização da arroba do boi impactando 60 mil pecuaristas. "Temos um marco divisor para a nossa atividade, novas perspectivas para o Estado do Amazonas, para a interiorização da economia", disse.

Maggi assegurou que em 2019 a região do Amazonas, Roraima, Amapá, Acre e parte de Rondônia já iniciam o projeto de "livre de febre aftosa sem vacinação".

"Nós vamos começar a suspender a vacinação. Então os Estados que foram os últimos a entrarem nesse programa serão os primeiros a serem 'autorizados' pelo Ministério da Agricultura a não ter mais vacinação é isso amplia a possibilidade dos Estados irem ao mercado internacional vender carnes", contou.

O pecuarista Manoel de Abreu explica que espera ansiosamente pelo projeto sem vacinação por conta do custo da mão-de-obra. "A certificação ajuda na valorização do gado, já que poderemos exportar", destacou.

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O senador Jorge Viana (PT-AC) quer que a Agência Nacional do Petróleo cobre da Petrobras os motivos que levaram a estatal a aumentar o preço dos combustíveis e do botijão de gás.

O senador disse que o aumento do preço do gás está levando muitas famílias a optarem pelo uso de fogões a lenha ou do carvão para o preparo dos alimentos, por falta de recursos.

– A Petrobras é só de fachada estatal, porque, na prática, virou uma empresa privada, que está se lixando para os brasileiros e só pensa em demonstrar que está tendo algum lucro, em vez de levar em conta a dificuldade que o Brasil vive, com quase 13 milhões de desempregados, com os pais de família, as donas de casa que têm dificuldade nesses tempo de escassez, de garantir a segurança alimentar de suas famílias – disse o senador.

Jorge Viana lamentou ainda que recentemente o estado do Acre tenha ficado sem sinal de internet, um serviço essencial nos dias de hoje.

Ele aproveitou para informar que a empresa Vivo anunciou a construção de uma terceira linha de fibra ótica entre Porto Velho, capital de Roraima, e Rio Branco, capital do Acre, com o objetivo de melhorar a oferta desse serviço no estado.

Fonte: Agência Senado

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As vagas contemplam 557 municípios de todo o país. Os médicos selecionados devem iniciar as atividades nas unidades de saúde em janeiro


Os médicos brasileiros formados ou com diploma revalidado no país e brasileiros formados no exterior terão uma nova oportunidade para participar do Programa Mais Médicos. Nesta terça-feira (28/11), o Ministério da Saúde abriu as inscrições para o cadastramento de novos profissionais que desejam atuar em 557 municípios de todos os estados. Os candidatos terão até às 18h desta sexta-feira (1º/12) para se inscreverem no site do Mais Médicos.

“O nosso compromisso é pela manutenção do acesso da população aos médicos do Programa. A reposição vai garantir a continuidade do atendimento prestado aos mais de 63 milhões de brasileiros beneficiados com esta ação”, destaca o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Os médicos interessados devem se inscrever e submeter a documentação exigida no edital, como cópia do diploma e do registro profissional, certidão negativa de antecedentes criminais, entre outros. Após a validação, os profissionais deverão escolher quatro cidades de preferência, e serão alocados nas vagas de acordo com critérios de classificação, como detenção de título de especialista e experiência na área de Saúde da Família. Após a lotação, os médicos devem confirmar o interesse nas vagas, e seguem então para os municípios, onde iniciam as atividades nas unidades básicas a partir da segunda semana de 2018.

O Ministério da Saúde tem lançado editais periódicos para repor e substituir médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) por profissionais brasileiros. Além disso, também estão sendo repostas vagas oriundas de desistências e de encerramento de contrato. Ampliar a participação de médicos brasileiros no programa é um compromisso da gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Os gestores municipais têm até sexta-feira (1º/12) para confirmar as vagas que serão autorizadas para preenchimento pelos médicos. O quantitativo total nas cidades será publicado no dia 8 de dezembro e os profissionais com inscrições validadas poderão selecionar as localidades entre os dias 11 e 12 de dezembro.

AVANÇOS – A atual gestão do Ministério da Saúde conseguiu avanços significativos para o Mais Médicos. Uma delas foi a renovação por mais três anos do programa. Além disso, a pasta conseguiu reajustar o valor da bolsa anualmente aos médicos participantes, e concedeu, também, um acréscimo de 10% nos auxílios moradia e alimentação de profissionais alocados em distritos indígenas, que passou de R$ 2.500 mensais para R$ 2.750.

O PROGRAMA – Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros. Do total de médicos participantes, 47,1% são profissionais da cooperação com a OPAS, 45,6% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 4,16% são intercambistas estrangeiros.

Agência Saúde

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