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O Documento Nacional de Identidade (DNI) passará a valer em todo território nacional a partir de julho.


Sancionado pelo presidente Michel Temer no último dia 5 de fevereiro, o documento irá agregar o título de eleitor, CPF e certidões de nascimento e de casamento e será exibido na tela do celular.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no primeiro momento, cerca de dois mil servidores do TSE e do Ministério do Planejamento poderão fazer download do aplicativo do DNI que, posteriormente, será ampliado para uso dos demais servidores da Justiça Eleitoral e gradativamente para a população.

Somente poderá baixar o aplicativo e ter acesso digital ao DNI quem já fez o cadastramento biométrico na Justiça Eleitoral. Com informações DOL.

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Também foi anunciado o envio de ambulâncias, veículos e embarcações a 21 municípios, além de repasses para obras e pagamento de alimentação a servidores da Saúde

O governador Amazonino Mendes anunciou nesta terça-feira (6), em Manaus, um pacote de R$ 125,5 milhões em ações de saúde no interior do Estado, com destaque para o combate à malária em 21 municípios. São ambulâncias, veículos e embarcações, além de repasses de recursos e investimentos para obras e o pagamento de ticket alimentação aos servidores da Saúde da capital e do interior.

O anúncio foi feito no Centro de Convenções Vasco Vasques, na avenida Constantino Nery, bairro Flores, na Zona Centro-Sul da capital. Segundo o governador, o pacote de investimentos reforça o trabalho de reconstrução do sistema estadual de saúde que vem sendo conduzido pela gestão dele desde outubro do ano passado. “A entrega desses equipamentos soma-se a outras ações implementadas pela atual administração da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), no sentido de conter o avanço dos casos de malária, que cresceram ano passado, no Amazonas”, disse.

As embarcações e veículos entregues serão usados no combate à malária em 21 municípios, de acordo com o secretário de Estado de Saúde, Francisco Deodato. Ele explicou que as aquisições são referentes a uma parceria firmada com o Ministério da Saúde (MS) para o Programa de Controle da Malária e de Dengue. “A ação de combate a malária é apenas uma desse conjunto de ações que nós chamamos de primeira etapa no ano de 2018”, disse.

O reforço na logística de transportes, segundo o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Bernardino Albuquerque, é fundamental para os municípios. “Considerando as características geográficas da nossa região, essa entrega de veículos aos municípios é fundamental para o sucesso no controle da malária. Há municípios onde as equipes de saúde e os agentes de endemias têm dificuldades de chegar. A entrega de embarcações também irá melhorar o acesso das equipes em regiões remotas, assim como as motocicletas e as picapes”, ressaltou.

Barcos e ambulâncias

Em queda desde 2005, quando foram registrados 226.413 casos de malária no Amazonas, a doença voltou a crescer em 2017, com 77.619 casos notificados, um aumento de 58% em relação a 2016, quando foram notificados 49.137 casos.

Para controlar a malária, o Governo do Amazonas anunciou a entrega de cinco embarcações de nove metros com motor de popa de 150HP, 19 embarcações de seis metros com motor de 40HP, além de 15 veículos tipo picapes e 19 motocicletas, correspondendo ao valor total de R$ 3,2 milhões.

Conforme o governador Amazonino Mendes, a parceria com o Ministério da Saúde também está focada na erradicação do tipo falcíparum da malária, considerado o de maior gravidade, apesar de ser menos incidente.

Dentro do pacote de intervenções anunciadas está a entrega de 78 ambulâncias para renovação de pacientes no interior. As ambulâncias, em processo de compra, representam um investimento de R$ 136 milhões. São 55 ambulâncias de suporte básico e 23 de suporte avançado, as UTI móveis.

Aporte de R$ 125,5 milhões

Quantos aos recursos, Amazonino Mendes ressaltou que os municípios vão receber aporte de R$ 60 milhões repassados do Fundo Estadual de Saúde e também anunciou a liberação de cerca de R$ 6,1 milhões para a conclusão de obras que estavam paradas, com nova previsão de entrega ainda neste semestre. Entre elas, a UPA de Itacoatiara, Hospital do Careiro Castanho e o SPA do Distrito de Santo Antônio do Matupi, em Manicoré. Além disso, o governo informou que vai repassar mais R$ 8,3 milhões para reforma do Hospital de Manacapuru.

Quanto aos servidores da saúde, o governador Amazonino Mendes anunciou que o ticket alimentação, no valor de R$ 220, vai ser pago a partir deste mês a todos os servidores da capital e interior, e não somente àqueles que já recebiam o recurso, cortado em 2016.

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O filho mais velho do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, Fidel Castro Diaz-Balart, de 68 anos, morreu nesta quinta-feira, em Havana, aparentemente por suicídio, segundo meios de comunicação locais e agências internacionais. Conhecido popularmente como "Fidelito", o único filho nascido do casamento de Fidel Castro com Mirta Diaz-Balart estava em "depressão profunda" há vários meses. A informação é da agência EFE*.

Físico nuclear, o filho do ex-líder cubano, falecido em novembro de 2016, era assessor científico do Conselho de Estado de Cuba, órgão máximo de governo da ilha, e vice-presidente da Academia de Ciências do país. A informação oficial sobre a sua morte foi divulgada através de uma nota informativa no programa Mesa Redonda, da televisão estatal cubana, e posteriormente reproduzida por outros meios estatais como o site "Cubadebate".

O primogênito do líder da revolução cubana "atentou contra sua vida na manhã deste dia 1º de fevereiro", diz a nota oficial, acrescentando que Castro Díaz-Balart era "atendido por um grupo de médicos há vários meses por causa de um estado depressivo profundo".

"Como parte de seu tratamento, ele inicialmente exigiu um regime de hospitalização e depois continuou com o acompanhamento ambulatório durante sua reincorporação social", prossegue o comunicado, lembrando que "durante sua atividade profissional, inteiramente dedicada à ciência, obteve relevantes reconhecimentos nacionais e internacionais".

Os funerais serão organizados "por decisão familiar", diz a nota. As últimas vezes em que Fidelito foi visto em público foram no funeral de seu pai e na posse americano Peter Agre, prêmio Nobel de Química, como membro da Academia de Ciências de Cuba, em agosto do ano passado, em Havana.

Perfil

Nascido em 1949, em Havana, o primogênito de Fidel Castro foi, entre 1980 e 1992, encarregado da política nuclear de Cuba, além de ser o responsável pela construção inacabada da usina nuclear de Jaragua, em Cienfuegos, que seria a primeira instalação do tipo na ilha.

Após o divórcio dos seus pais em 1954, "Fidelito" viveu até os 10 anos com a sua mãe. Ele começou seus primeiros estudos em Cuba e depois se mudou para a extinta União Soviética, onde fez doutorado em Ciências Físicas Matemáticas pelo Instituto de Energia Atômica I.V. Kurchatov, em Moscou, e em 1974 se graduou com méritos em Física Nuclear pela Universidade Estatal Lomonosov de Moscou

Posteriormente ele ampliou os seus estudos em Cuba, Espanha e novamente na URSS. Além do seu trabalho à frente da política nuclear cubana, Castro Diaz-Balart representou seu país na Agência Internacional de Energia Atômica entre 1983 e 1992 e presidiu o Grupo de Coordenação dos Países Não Alinhados para os usos pacíficos da Energia Atômica (1983-1987).

Ostracismo

Em junho de 1992, o jornal estatal "Granma" anunciou sua demissão na direção da Secretaria de Assuntos Nucleares, uma decisão que Fidel Castro disse ter sido "por ineficiência no desempenho das suas funções". Após isso, o filho mais velho do líder cubano foi submetido a um ostracismo por sete anos, até que em 1999 foi nomeado assessor no Ministério da Indústria Básica.

Fidel Castro Diaz-Balart viajou com frequência ao exterior e nos últimos anos esteve no Cazaquistão (2015), onde visitou centros de desenvolvimento tecnológico e científico, e em Moscou (2016) para assistir a Conferência Mundial da Associação Internacional de Parques Tecnológicos.

Ele também foi o autor de inúmeros títulos centrados em sua especialidade, como "Elementos e reflexões em torno da Política Científica Nacional" (1985) e "O grande desafio do Terceiro Milênio - Energia nuclear: perigo ambiental ou solução para o futuro?" (1997), entre outros.

Além disso, também participou de pesquisas internacionais sobre energia atômica e em 2013 recebeu o título de "doutor honoris causa" pela Universidade Estatal de Moscou, onde na sua juventude tinha se especializado em Física Nuclear com um nome falso - José Raúl Fernández - com o objetivo de garantir sua segurança.

Dentro da tradição da família Castro de manter sua intimidade afastada do foco público, existem poucos dados sobre sua vida pessoal. Fidelito foi casado com a russa Natasha Smirnova, com quem teve três filhos (Mirta María, Fidel Antonio e José Raúl) e após se divorciar da sua primeira esposa, casou-se com a cubana María Victoria Barreiro.
 
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