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Bruno Alex se dedica ao esporte com treino pesado e dieta rigorosa; competição será em agosto no Distrito Federal


Treino pesado, dieta rigorosa, dedicação e muita disciplina são itens indispensáveis para alcançar um corpo escultural. Esse 'mantra' é ainda mais forte para aqueles que fazem do culto ao corpo um esporte e carreira profissional. O fisiculturista, Alex Bruno, sabe bem desse esforço. O amapaense, que foi campeão na categoria sênior 65kg no Campeonato Brasileiro da modalidade em 2014, se prepara mais uma vez para o título.  A competição será em agosto, no Distrito Federal.

O fisiculturista, de 28 anos de idade, pega pesado na academia há três meses. A dedicação no treino e a disciplina na dieta preparam o atleta que está com boas expectativas, especialmente porque ele foi o melhor na competição no ano passado. “As minhas expectativas são muito boas. Até porque estou muito focado graças a Deus. Tenho fé que vai dar tudo certo”, disse otimista.

O fisiculturista campeão brasileiro ganha vaga para o Sul-americano e Mundial da modalidade. O Mundial de Fisiculturismo acontece de 12 a 16 de novembro, em Brasília. Essa será a segunda vez em quase 70 anos que o evento será realizado na América do Sul e a primeira no Brasil.

O 68º Campeonato Mundial Masculino de Fisiculturismo reunirá atletas de mais de 70 países. A Feira de Fisiculturismo e o Congresso Internacional da International Federation of Body Building & Fitness (Ifbb) acontecerão de forma paralela ao campeonato, que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, também em Brasília.

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Em discurso na noite desta segunda-feira na festa do Campeonato Paulista, o diretor da Globo Esporte, Marcelo Campos Pinto, afirmou que a emissora teve "audiências jamais vistas" na reta final desta edição do estadual. O executivo subiu no palco para entregar uma das premiações e aproveitou o momento para deixar algumas mensagens.

final do campeonato paulista
Mauro Horita/Agif/Gazeta Press

"O parabenizo [a Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF], e também ao Marco Polo [Del Nero, presidente da CBF], pelo Campeonato Paulista de 2015, recorde de público e de renda quebrados, jogos eletrizantes, semifinais inacreditáveis, com estádios lotados, duas finais de tirar a emoção de todos nós, com públicos presentes e audiências jamais vistas. Parabéns a todos vocês", disse.

"É isso, sim [audiências jamais vistas]. Audiências incríveis nas finais. Muito bom", confirmou o executivo, em contato com a reportagem.

Os números do Ibope, contudo, não justificam a empolgação. A fase final do Paulista de 2015 marcou 21,5 pontos de média, perdendo para as audiências registradas em 2013 (22 pontos) e 2011 (26,75) - o recorde dos últimos cinco anos.

Em 2015, a melhor audiência da segunda fase foi a semifinal entre Corinthians e Palmeiras, decidida nos pênaltis, que registrou 25 pontos no Ibope. A marca é inferior, por exemplo, a da grande final do Estadual de 2013 (27 pontos para Santos x Corinthians) e de três dos quatro jogos decisivos de 2011 (semi e as duas decisões).

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Balanço divulgado pela FVO mostra que os gastos com limpeza e conservação de três estádios, três ginásios e do complexo da Vila Olímpica de Manaus, que juntos somavam R$ 1,4 milhão/mês, caíram para R$ 780 mil


O Governo do Amazonas reduziu em mais da metade os custos de manutenção da Arena da Amazônia e dos estádios Ismael Benigno e Carlos Zamith, principais legados da Copa do Mundo de 2014 para Manaus e que serão utilizados para jogos e treinos das seleções que disputarão o torneio Olímpico de Futebol em 2016. Balanço divulgado pela Fundação Vila Olímpica (FVO), administradora dos sete complexos esportivos pertencentes ao Governo do Estado, mostra que os gastos com limpeza e conservação de três estádios, três ginásios e do complexo da Vila Olímpica de Manaus, que juntos somavam R$ 1,4 milhão/mês, caíram para R$ 780 mil.

A queda acontece no contexto das medidas de contenção de gastos tomadas pelo governador do Amazonas, José Melo, que incluíram a redução no valor dos contratos de prestação de serviços de secretarias e órgãos da administração estadual.

O presidente da FVO, Aly Almeida, explica que a limpeza e conservação do estádio estavam inseridas em um contrato de R$ 992 mil, do qual faziam parte, ainda, os outros dois estádios construídos para serem Centros Oficiais de Treinamento (COTs) – O Carlos Zamith, no Coroado, zona leste, e o Ismael Benigno (Colina), no São Raimundo, zona oeste. Estima-se que metade desse valor –  cerca de R$ 500 mil –  correspondesse aos custos de manutenção da arena.

Um segundo contrato de R$ 460 mil pagos pela FVO era para a manutenção da arena poliesportiva Amadeu Teixeira, dos ginásios René Monteiro (Manaus) e Elias Assayag (Parintins), além de todo o Complexo Vila Olímpica, dotado de parque aquático, pista de atletismo, quatro quadras de esportes coletivos, kartódromo, hotel, restaurante, entre outros equipamentos, as sedes administrativas da Secretaria Estadual de Esportes e da própria FVO.

Segundo Aly Almeida, ao invés de dois contratos, foi renovado apenas um no valor de R$ 780 mil para atender todas as sete praças esportivas. “O governador pediu que reduzíssemos os contratos e o fizemos sem comprometer o funcionamento desses equipamentos. Apenas otimizando recursos. Somente para a arena, o gasto mensal com manutenção, estimado em R$ 500 mil no contrato anterior, caiu para R$ 111,4 mil. Isso se dividirmos os R$ 780 mil por sete”, detalha Aly Almeida, ao destacar que a lógica da redução de custos tem norteado a sua gestão à frente da FVO. “E estamos fazendo sem comprometer os serviços, prova é que mais que dobramos o número de alunos matriculados nas escolinhas da Vila Olímpica”, complementa.

Arena Ativa

Pouco mais de um ano após a inauguração, em 9 de março de 2014, o estádio da Copa tem se mantido ativo, contrariando as expectativas de que, após os quatro jogos do Mundial, ficaria obsoleto. Projetado como arena multiuso, o estádio foi palco de pelo menos 20 eventos até fevereiro de 2015, incluindo 16 partidas de futebol nacional e regional, além de shows e outros acontecimentos culturais. Os eventos geraram uma bilheteria de R$ 17 milhões, público pagante de 361.616 pessoas e uma receita de R$ 2 milhões para o estádio.

Não estão nessa conta os jogos da Copa do Mundo entre Inglaterra x Itália, Camarões x Croácia, USA x Portugal, Suíça x Honduras, que atraíram um público de 142.967 pessoas e que, pelo nível de organização, credenciaram Manaus para ser uma das quatro cidades a receber os jogos do Torneio Olímpico de Futebol das Olimpíadas Rio 2016.

Aly Almeida revela que para os próximos meses, a Arena da Amazônia já tem vários eventos agendados, incluindo partidas de futebol e shows, mas que por força de contrato ainda não podem ser divulgados. Pelo menos três jogos do Campeonato Brasileiro estão programados para os próximos meses e a possibilidade da final do Campeonato Estadual. A maior parte dos 36 jogos do Estadual está agendada para os COTs. “Na agenda cultural, para os próximos dias, temos um show agendado para 15 de maio e outro para 3 de junho, mais quatro shows até outubro” garante ele.

Para Almeida, isso comprova que a Arena é viável economicamente e fomenta o segmento de eventos, onde o Brasil figura como o segundo maior mercado da América Latina, sem contar o segmento de prestação de serviços que também se beneficia diretamente com cada evento realizado.

O aluguel da arena para shows varia de R$ 160 mil, quando utilizado toda a área, incluindo campo, a R$ 40 mil para o espaço menor, onde fica o pódio. Nos jogos de futebol, o estádio fica com 10% da bilheteria.

Sobre a preferência dos jogos do Estadual nos COTs, Almeida diz ser compreensível. “Os clubes locais têm preferido mandar os jogos do Estadual no Carlos Zamith e no estádio Ismael Benigno, mas isso é perfeitamente compreensível, uma vez que os custos na arena são maiores e requerem maior público”, observa o gestor, ressaltando que ambos os estádios também são legados da Copa e foram construídos com o intuito de dar uma alternativa financeiramente viável aos clubes locais.

Visitas

Outra forma de arrecadação de recursos pela arena são as visitas guiadas, que têm atraído turistas e o público manauara. O preço da entrada para visita ao estádio da Copa é de R$ 20 para turistas e R$ 10 para residentes em Manaus, com meia-entrada garantida a estudantes, pessoas com deficiência, e isenção para crianças e idosos. Estudantes da rede pública estadual e municipal não pagam.

Desde abril, já foram 5 mil visitas.  “As visitas têm sido um sucesso. Já temos o status de arena da Copa e, em breve, o selo olímpico. Isso atrai a curiosidade e tem feito da nossa arena um ponto turístico de Manaus”, completa o presidente da FVO, Aly Almeida.

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