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Ex-nadadora da seleção brasileira e medalhista no Pan-Americano de 2011, Sarah Correa teve morte cerebral confirmada neste sábado. Ela foi atropelada na Zona Oeste do Rio de Janeiro na tarde de sexta-feira e foi internada em estado gravíssimo no hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos graves ferimentos na cabeça. A família já concordou em desligar os aparelhos da jovem de 22 anos.

Sarah Correa
Sarah Correa fez trabalhos como modelo após abandonar a carreira nas piscinas

Com passagens por Marina Barra Clube, Minas Tênis Clube, Unisanta, Flamengo e Fluminense, Sarah havia se aposentado da natação na metade de 2014 para se dedicar a trabalhos como modelo.

O auge da carreira como atleta aconteceu em Guadalajara, no México. Sarah ajudou o time brasileiro a conquistar a medalha de prata no revezamento 4x200m livre do Pan-2011. Através das redes sociais, a mãe da ex-nadadora se despediu.

"Minha vida esses tres dias que tiramos para conversar valeram uma vida. minha eterna campeã. mamãe te Ama; Descanse em paz", escreveu Maria Fatima Alves Gonçalves no Facebook.

A mãe também prestou homenagens a Sarah. Os desabafos de Maria Fatima geraram comoção na internet.

"Uma corte de anjos está te esperando para sentar ao lado de Deus. Obrigada por ter me escolhido para ser sua mãe por 22 belos e inesquecíveis anos. Adeus, forzinha, uma parte de mim vai ser enterrada com você. Meu raio de sol, descanse em paz".

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Cotado para ser o primeiro indígena na história das Olimpíadas, Dream Braga teve dificuldades de adaptação na seleção brasileira


Dream Braga pode ser o primeiro indígena na história dos Jogos Olímpicos.

Cotado para ser o primeiro indígena em uma edição de Jogos Olímpicos, o amazonense Dream Braga não teve um bom desempenho na seletiva para o Campeonato Mundial Juvenil de Tiro com Arco em Yankton, nos Estados Unidos. O indígena ficou apenas em 5º lugar na seletiva do recurvo juvenil masculino. A performance abaixo da expectativa é justificada pela saudade de casa: o indígena da etnia Kambeba teve dificuldades de adaptação nos três meses de treinamento com a seleção brasileira em Maricá, no Rio de Janeiro.

A seletiva nacional foi disputada em três dias. Nas três fases, o máximo que Dream alcançou foi um quinto lugar. O resultado ficou abaixo de seu desempenho na seletiva para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, onde o indígena conquistou um expressivo terceiro lugar e por pouco não se classificou para maior evento das Américas.

A explicação para o mau desempenho foi a dificuldade de adaptação do indígena longe de casa. Segundo o técnico amazonense Roberval Santos, o tímido Dream 'estranhou' os três meses com a seleção brasileira no centro de treinamento de Maricá, no Rio de Janeiro. “Ele tava estranhando o ambiente há algum tempo, sentindo muita saudade de casa. Isso comprometeu o rendimento dele”, revelou ao Portal Amazônia.

Iagoara, nome indígena de Dream, atualmente está de férias da seleção brasileira. Seu retorno está programado para junho. Com a volta pra casa, a expectativa é que o indígena recupere a empolgação de lutar por uma vaga nos Jogos Olímpicos.

Acostumado a ter o arco e a flecha como ferramenta para viver em sua tribo, Dream Braga foi descoberto em um projeto de arquearia indígena da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), até então liderado por Márcia Lot - o atual comandante é o indígena Fidelis Baniwa. Antes disso, o amazonense sequer imaginava que o tiro com arco é uma modalidade olímpica.

Outros quatro indígenas amazonenses também disputaram a seletiva para o Mundial de Yankton: Jardel (Wanaiu), Graziela (Yaci), Gustavo (Ywytu) e Nelson Moraes (Inha).

Amazonas no Mundial

Apesar das dificuldades, o Amazonas conseguiu classificar uma atleta para o Mundial de Yankton: Larissa Feitosa. A atleta de Coari (a 400 quilômetros de Manaus) foi a campeã da seletiva no arco recurvo feminino juvenil. “Já era esperado. Ela estava muito bem e era uma das favoritas”, valorizou Roberval, que acompanhou a delegação amazonense na seletiva.

Larissa Feitosa será a representante do Amazonas no Mundial Juvenil de Tiro com Arco

Com a classificação, Larissa permanece em Maricá para treinar com a seleção visando o Mundial. O próprio Roberval Santos também vai representar o Amazonas em um evento internacional. Ele está classificado para o Campeonato Mundial Adulto de Tiro com Arco em Copenhague, na Dinamarca.

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A CBF determinou que cartolas não podem lucrar com negociações de jogadores. A proibição está no novo regulamento de intermediários do futebol brasileiro. Pelas regras, clubes infratores podem sofrer punições como veto a registro de atletas, perda de pontos e rebaixamento.

valdívia
Parte dos direitos de Valdivia pertence a um conselheiro do Palmeiras

O novo regulamento foi publicado nesta segunda-feira, e já está válido desde sexta-feira. Era uma obrigação da CBF instituí-lo para seguir normas criadas pela Fifa para empresários de jogadores.

Pelo artigo 23, é vedado aos dirigentes receber qualquer pagamento ou parte dos honorários devidos aos agentes por negociações. Depois, no artigo 30, é proibido que o intermediário assine com um clube que tenha um parente seu de até segundo grau com participação acionária, “ou ainda exerça uma influência relevante''.

“No meu entendimento isso se aplica, sim, a conselheiros do clube. Não pode mais ter essa relação com conselheiros'', afirmou o advogado de direito esportivo internacional, Marcos Motta. “Essa legislação é uma espelho da feita pela Fifa.''

Não são poucos os casos de conselheiros envolvidos em negociações de jogadores em clubes no Brasil. No Corinthians, o conselheiro Fernando Garcia, que está de licença, é dono de partes de atletas como Malcom, além de ser agente deles. O conselheiro palmeirense Osório Furlan tem percentual sobre os direitos do meia Valdivia.

No Santos, o grupo Terceira Estrela é composto por ex-dirigentes do clube, na época da formação eles estavam atuantes, e detém direitos sobre jogadores. O Atlético-MG teve diversas parcerias de atletas com o fundo do BMG, formado pelo seu ex-presidente e conselheiro Ricardo Guimarães. A posse de direitos de terceiros sobre jogadores está proibida pela Fifa a partir de maio.

Para os casos de descumprimento do regulamento, a CBF prevê sanções. Jogadores podem sofrer de advertência a perda do direito de jogar. As punições dos clubes começam em advertência e vão até rebaixamento. Uma comitê de litígios determinará as penas. Não fica claro o que será feito com contratos em vigor.

Entre outras medidas, a confederação também indicou que as comissões para intermediários devem se limitar a 3% do salário bruto do jogador, um percentual irrisório para o mercado brasileiro onde empresários ganham milhares com vendas. Só que esta é apenas uma sugestão, que pode ser seguida pelos clubes ou não.

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