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Quanto Jéssica "Bate-Estaca" Andrade pediram nas redes sociais por um confronto entre as duas, e foram atendidas pelo Ultimate. As brasileiras do peso-palha vão se enfrentar no UFC Japão, dia 23 de setembro, em Saitama, conforme apurou oCombate.com junto a fontes próximas ao Ultimate

Ambas as lutadoras já desafiaram a atual campeã do peso-palha, a polonesa Joanna Jedrzejczyk, e saíram derrotadas na decisão dos juízes. Bate-Estaca foi a última a enfrentar a dona do cinturão, em abril, e desde então não voltou ao octógono. A paranaense, que faz 26 anos dois dias depois do UFC Japão, é a quarta colocada do ranking da categoria, e defende um cartel de 16 vitórias e seis derrotas no MMA.

Gadelha está no primeiro lugar do ranking peso-palha do UFC, e vem de duas vitórias consecutivas desde que desafiou Jedrzejczyk, em julho de 2016. Em seu último confronto, em junho, a potiguar de 28 anos venceu a segunda do ranking, Karolina Kowalkiewicz, e elevou seu cartel a 15 vitórias e duas derrotas. Contudo, com duas derrotas contra a atual campeã já em seu currículo - ela enfrentou Joanna em 2014, antes de a polonesa conquistar o título - a brasileira declarou que queria fazer outras lutas antes de receber uma nova oportunidade contra a rival.

Confira o card atualizado do UFC Japão:

UFC Japão

23 de setembro, em Saitama (JAP)

CARD DO EVENTO (até o momento):

Peso-meio-pesado: Maurício Shogun x Ovince St-Preux
Peso-palha: Cláudia Gadelha x Jéssica Bate-Estaca
Peso-meio-pesado: Gokhan Saki x Henrique Frankenstein
Peso-mosca: Jussier Formiga x Yuta Sasaki
Peso-mosca: Naoki Inoue x Jenel Lausa
Peso-palha: Syuri Kondo x Chan Mi Jeon

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Procuradores brasileiros solicitarão detalhes sobre o processo que corre em Madri e irão propor que o caso seja integralmente transferido ao Brasil


A ordem de prisão enviada pela Espanha ao Brasil referente ao ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, usou como argumento central para basear o pedido o fato de o cartola ter sido supostamente o responsável por formar uma "organização criminosa" que desviou milhões de euros da seleção brasileira e da CBF. Nesta segunda-feira, procuradores brasileiros solicitarão detalhes sobre o processo que corre em Madri e irão propor que o caso seja integralmente transferido ao Brasil para que Teixeira seja julgado no País.

Na última sexta-feira, o Estado revelou com exclusividade o pedido de prisão feito pela Espanha ao Brasil. De acordo com fontes em Madri, a justificativa legal de maior peso na ordem é a acusação explícita de que Ricardo Teixeira teria sido a peça chave na formação da organização criminosa, além de seu principal beneficiário. Isso, na avaliação de pessoas envolvidas no processo, poderá levar os procuradores brasileiros a acusar formalmente Teixeira por lavagem de dinheiro.

Segundo a reportagem apurou, três documentos foram enviados à Brasília, que agora examina informações preliminares que poderiam resultado numa detenção. A decisão será tomada com base nas provas e documentos que o Ministério Público enviará ao Brasil. O caso será conduzido por procuradores federais no Rio de Janeiro.

No próximo dia 26, uma reunião em procuradores espanhóis e brasileiros poderá determinar os detalhes da cooperação e, se as informações preliminares forem confirmadas, a tendência é de que ele possa ser detido preventivamente. Para o Brasil, o que vai pesar é a forma pela qual os espanhóis qualificam como organização criminosa.

Entre os procuradores envolvidos no caso na Espanha, existe uma certa pressa compartilhar todos os detalhes sobre o caso e tentar pelo menos colher um depoimento do brasileiro. O motivo: um eventual risco de fuga de Ricardo Teixeira do Brasil aos Estados Unidos. Se houver algum tipo de acordo de delação premiada envolvendo o dirigente e a Justiça norte-americana, o acordo poderia prever a sua ida ao território norte-americano, com certas garantias de que não seria extraditado ao Brasil e muito menos para a Espanha.

De acordo com fontes, outros destinos para Ricardo Teixeira não seriam realistas como estratégias de fuga, já que nos últimos quatro anos a Procuradoria Geral da República tem conseguido convencer diversos países a extraditar brasileiros que estavam foragidos na Operação Lava Jato. Na Europa, todos os demais governos tem acordos com Madri.

O ex-cartola chegou a ter residência em Andorra. Mas esse direito foi encerrado pelo principado depois de polêmicas envolvendo suspeitas sobre Ricardo Teixeira.

Em um grampo realizado pela polícia espanhola, Ricardo Teixeira foi pego falando com o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell Na conversa, realizada em abril, ele "consulta com Rosell sobre que lugares do mundo poderiam resultar mais seguros na hora de evitar problemas derivados das investigações em curso seguidas contra ele em diferentes países".

O brasileiro foi acusado na Espanha de ser o principal articulador de um esquema de desvio de dinheiro de jogos da seleção brasileira. Outras quatro pessoas implicadas no mesmo esquema estão em prisão em Madri, sem direito à fiança. Um deles é Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona. Em uma apuração inicial, procuradores estimam que ele poderia responder por estelionato contra a CBF e apropriação indébita seguida de lavagem de dinheiro. Isso tudo sem contar ainda com crimes contra a ordem fiscal e evasão de divisas.

Outra medida tomada pelo Brasil foi a de demonstrar "boa vontade" com outros pedidos que existiam da Espanha para a investigação de outros casos envolvendo interesses de Madri no País. Assim, ao cumprir diligências solicitadas pelos espanhóis em outros casos, o Brasil espera mandar um sinal de que quer acelerar a ajuda no caso envolvendo a CBF.

A ordem de prisão partiu da juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional em Madri. "Teixeira obteve, de forma indireta, mediante a um emaranhado societário que se nutria da renda do acordo da ISE para a Uptrend, grande parte dos 8,3 milhões de euros que a ISE transferiu para a Uptrend pela suposta intermediação desta última", afirmou. A decisão da juíza foi do dia 12 de junho.

Conforme o Estado revelou ainda em 2013, acordos secretos permitiram que a renda dos jogos da seleção fosse desviada para uma empresa em nome de Sandro Rosell. No mês passado, Rosell foi preso e a Justiça espanhola apontou que parte do dinheiro que ia para sua empresa, a Uptrend, terminava com o próprio Ricardo Teixeira.

Os investigadores concluem, portanto, que "parte dos fundos não foi para a CBF, senão que, de uma forma fraudulenta, foram ao próprio Teixeira". De acordo com a Audiência Nacional, os fatos apurados levam a crer que o brasileiro acabaria sendo o "destinatário do dinheiro, e não a Confederação (CBF)".

As autoridades espanholas ainda chegam à constatação de que o delito de Ricardo Teixeira foi "a apropriação por parte do presidente da CBF dos fundos pagos para obter os direitos dos partidos jogados pela seleção brasileira". Desde a prisão de Sandro Rosell, a defesa de Ricardo Teixeira tem negado qualquer tipo de irregularidade.

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O Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos interditou o estádio de São Januário por 180 dias. No dia 8, um torcedor morreu e outros três foram internados por brigas nos arredores do estádio. Depois da derrota do Vasco para o Flamengo, torcedores promoveram um quebra-quebra em São Januário.

A interdição do estádio nesta quarta (19) foi um pedido da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Consumidor.

De acordo com a decisão da Justiça, o prazo pode ser prorrogado até que seja comprovado pelo Vasco o cumprimento dos requisitos mínimos para o restabelecimento de partidas esportivas no local e a elaboração efetiva dos planos geral e específico de ação, previstos no Estatuto do Torcedor.

O Vasco vai recorrer da decisão. Na segunda (17), o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) puniu o Vasco com a retirada de seis mandos de campo e multa de R$ 75 mil pelas confusões em São Januário

O plano geral de ação determina a elaboração de um planejamento de operação de logística de segurança até 30 dias antes do início de cada campeonato profissional, assinado por todos os quatro grandes clubes do Rio (Vasco, Botafogo, Flamengo e Fluminense), assim como pelos representantes do poder público (Polícia Militar, Guarda Municipal e CETRio).

Já o plano específico de ação deve ser elaborado em reuniões obrigatórias antes de cada partida a ser disputada durante as competições. Nos encontros, os clubes, sempre em conjunto com os representantes do poder público, devem referendar o planejamento previsto no plano geral de ação e fazer as adaptações necessárias às especificidades de cada jogo. Com informações da Folhapress.

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