Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

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Atualmente, o real sentido de algumas datas comemorativas tem sido deixado de lado. Momentos tão especiais como o Natal, Dia dos Pais, Dia das Mães e a Páscoa têm sido ofuscados pelo consumismo, secularismo, distanciamento de Deus, dos valores da Bíblia e da família.

Infelizmente, por vermos essa realidade na frente dos nossos olhos e não nos conformarmos com valores tão diferentes do que é o verdadeiro sentido dessas datas, como a Páscoa, muitos de nós cristãos abandonaram a comemoração e a lembrança dessas festas.

Mas não dever ser assim. O cristão, mais do que ninguém, deve ser aquele que não abandona o significado real de uma festa tão cristã como a Páscoa nem se entrega de bandeja ao consumismo e a tantas outras coisas que tentam tirar o foco do verdadeiro sentido dessa celebração.

Mas o que é a páscoa?

A palavra Páscoa vem do hebraico “Pesha”, que significa “passar por cima” ou “saída”. No Antigo Testamente, começa a ser entendida com a última praga: a morte dos primogênitos (Ex 11, 4,5), na qual Deus pediu para que um cordeiro perfeito fosse morto. O sangue desse animal deveria ser passado nos umbrais de cada porta, para que o anjo da morte não entrasse na casa dos hebreus (Ex 12.1-14). Portanto, para que os primogênitos pudessem ser salvos, o cordeiro deveria ser morto. Além disso, também significa a saída do Egito e a libertação do povo de Deus da escravidão.

O Novo Testamento também aborda muito sobre a páscoa. Em João 1.29, diz: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Portanto a festa que, até então, era somente judaica é ampliada e mostra que o Cordeiro perfeito (Jesus) morreu pelos nossos pecados para que nós pudéssemos ser salvos.

Outro texto na Bíblia é o da última ceia celebrada por Cristo, em Lucas 22.14-23, antes da Sua morte. Ele usou a Páscoa, uma data tão significativa para os judeus, para ensinar para os discípulos sobre a Sua morte e ressurreição, que é a nossa Páscoa.

Portanto, diante de todo esse entendimento, quero desafiar e estimular todos os cristãos a comemorar, festejar, lembrar-se da Páscoa, pois através da morte e ressurreição do Cordeiro fomos salvos e libertos da morte eterna. Quando lembramos e refletimos sobre a Páscoa, testemunhamos e agradecemos pelo amor que recebemos gratuitamente.

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“Porque, como imagina em sua alma, assim ele é…” (Provérbios 23.7a).

Todos os nossos pensamentos afetam o nosso corpo de um modo ou de outro. Não é possível ter um único pensamento sem que algo físico aconteça conosco. Sendo assim, quando pensamos, um processo eletroquímico ocorre no nosso cérebro, algumas células cerebrais enviam mensagens entre si, de acordo com nossos padrões já existentes.

Como assim?

Já parou para pensar que, às vezes, agimos de forma impulsiva (no automático) em determinadas situações? Isso acontece por já termos vivido tal experiência. O padrão para tal pensamento já está estabelecido, e, assim, estaremos simplesmente o repetindo. Mas, se for um pensamento novo, criamos outro padrão ou rede.

Esse padrão influencia o corpo e pode mudar a disseminação de hormônios em todo o corpo, assim como no sistema nervoso autônomo, que controla fatores como a respiração, tamanho das pupilas, fluxo sanguíneo, suor, rubor, dentre outras mudanças de comportamento. Por exemplo, se estivermos assustados, nossa boca ficará seca, e o fluxo sanguíneo em direção às nossas coxas aumentará, preparando-nos par uma possível fuga.

Se pensamos, nosso corpo é afetado; se algo acontece, os nossos pensamentos são afetados; nossos pensamentos sendo afetados, nossos sentimentos também o são, sendo assim, vale a pena procurar os melhores pensamentos, pois dessa forma viveremos o que o Senhor tem para nós.

:: Prs. Alexandra Santos e Alzeir Rogério (Rogerinho)

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O apóstolo João escreveu o evangelho para mostrar como uma pessoa pode ser salva: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome” (João 20.31). E escreveu sua primeira carta para mostrar que os salvos podem ter certeza da salvação: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 João 5.13). Há dois erros que precisam ser evitados: primeiro, buscar outro meio de salvação fora de Jesus. Segundo, duvidar que a salvação oferecida por Jesus possa ser perdida. Todo aquele que crê em Jesus pode ter certeza da vida eterna, porém a falsa segurança pode ser uma grande tragédia. Por isso João elenca na primeira epístola três mentiras assaz perigosas:

​Em primeiro lugar, a mentira moral. Um cristão é alguém que nasceu de novo e recebeu um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Tudo se fez novo em sua vida, e as coisas antigas ficaram para trás. Logo, o apóstolo João afirma: “Se dissermos que mantemos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1 João 1.6). Nessa mesma linha de pensamento ainda escreve o apóstolo: “Aquele que diz: eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2.4). A evidência da salvação é uma vida transformada.

​Em segundo lugar, a mentira doutrinária. No primeiro século, muitos falsos mestres se infiltraram na igreja, pregando um falso evangelho, produzindo falsos crentes e gerando uma falsa esperança. Não há salvação fora de Cristo. Por isso o apóstolo João alerta: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1 João 2.22,23). Muitos hoje professam crer em Cristo, mas não confiam Nele plenamente para sua salvação. Professam Cristo, mas também confiam em suas obras. Professam Cristo, mas também recorrem a Maria como intercessora. Professam Cristo, mas também fazem promessas aos “santos”. Professam Cristo, mas também depositam sua confiança na igreja e em seus rituais sagrados. A salvação está em Cristo e Nele somente. A vida eterna é oferecida por Ele, e por Ele somente. Jesus é a porta do céu e o caminho para Deus. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Só em Seu nome há salvação.

​Em terceiro lugar, a mentira social. Aqueles que foram salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus, e passam a amar a Deus de toda a sua força e com toda a sua alma devem também amar a seu irmão. Assim escreve o apóstolo João: “Se alguém disser: amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 João 4.20). Que tipo de amor deve ser esse? Escreve o veterano apóstolo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3.16). O apóstolo João registra as palavras do próprio Senhor Jesus, dizendo que o amor aos irmãos é a evidência de sermos Seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13.35).

​É hora de fazermos uma investigação de nossa própria vida para sabermos se de fato fomos salvos. Nossa confiança está em Cristo? Andamos na luz? Amamos os nossos irmãos? Que cada um, examinando seu coração, dê essa resposta diante de Deus.

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