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tabela
Tabela exibe as áreas da administração pública de Boca do Acre e seus respectivos orçamentos

Em comparação com o ano de 2017, a previsão orçamentária de 2018 cresceu 2.560.581,38 (dois milhões, quinhentos e sessenta mil, quinhentos e oitenta e um reais e trinta e oito centavos). O orçamento deste ano será de R$ 58. 713.681,38 (cinquenta e oito milhões, setecentos e treze mil, seiscentos e oitenta e um reais e trinta e oito centavos), valor esse que pode ser aumentado, dependendo das receitas de impostos municipais.

No ano passado, o prefeito trabalhou com o orçamento de 56.153.100,00 (cinquenta e seis milhões, cento e cinquenta e três mil e cem reais). A previsão para este ano, é de que o prefeito tenha mensalmente R$ 4.892.806,78 para trabalhar.

Orçamento por área

O montante de quase R$ 59 milhões foi dividido por área. O maior valor vai para a Secretaria Municipal de Educação, que terá o montante de R$ 30.810.371,35. A Secretaria de Saúde ficou com o segundo maior orçamento, da ordem de R$ 8.941.495,47, seguida da Secretaria Municipal de Administração, com de 8.266.712,68.

Poder Legislativo

No ano de 2018, a prefeitura irá repassar para o poder legislativo, R$ 2.345.000,00, ou seja, o presidente Adautivo da Silva terá R$ 195.416,66 para manter a estrutura da Câmara Municipal de Boca do Acre.

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adjuto afonso
FOTO: ASSESSORIA DO DEP. EST. ADJUTO AFONSO

O deputado estadual Adjuto Afonso (PP) conversou conosco, oportunidade em que respondeu a alguns questionamentos pontuais, a respeito do seu mandato, que ele classificou como participativo, dizendo que está sempre atento às demandas dos municípios.

Adjuto respondeu também sobre o fato de ele ter votado contra a data-base, que reajustaria o salário dos professores da rede estadual de ensino, que está defasado há quase quatro anos.

Confira a entrevista.

Qual a avaliação que o senhor faz do seu mandato no ano de 2017?

Adjuto Afonso - Posso dizer com toda a certeza que foi um ano produtivo em que tive a oportunidade de defender os interesses do Amazonas em nível nacional, e aproveitei todas as chances enquanto estive ocupando a presidência da Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos). Ali, fui autor de várias ações de forma geral, mas cito algumas que beneficiam diretamente nossa gente do interior.

Defendi a instalação imediata da Lei dos Free Shops, que vai beneficiar nosso comércio de fronteira, que perde receita para as cidades dos países vizinhos por conta dos preços desiguais dos produtos. A Receita Federal nos deu o prazo de até abril de 2018 para iniciar a execução da Lei, tendo Tabatinga, daqui do Amazonas, como projeto-piloto, a partir de uma articulação minha.

Em audiência com o Secretário Nacional de Aviação Civil da Presidência da República (SAC/PR), Dario Lopes, em Brasília, defendi os subsídios para a aviação regional na Amazônia, e pedi uma solução imediata, pois temos um problema muito grande de logística na região amazônica que precisa ser resolvido. A Lei nº 13.097 trata da questão dos subsídios à aviação regional e foi sancionada em 19 de janeiro de 2015, porém ainda aguarda regulamentação do Poder Executivo.  A Medida Provisória (MP) 652/2014, que trata da regulamentação da Lei, perdeu o prazo de vigência, mas o relatório da MP 656/2014 incorporou o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), que estimula o setor por meio de subsídios às tarifas aeroportuárias e aos custos dos voos. Segundo o texto, metade dos assentos das aeronaves poderá ser subsidiado, limitados a 60 por voo.

Quais as ações que beneficiaram Boca do Acre em 2017, oriundas de suas indicações, projetos e intervenções?

Adjuto Afonso - Começo falando sobre o Barco PAI, que atendeu a população de Boca do Acre, oferecendo mais de 30 serviços nas áreas de saúde, cidadania, assistência social, educação e ações de combate à malária na região. Desde o meu primeiro mandato acompanho esse trabalho e enviei vários requerimentos solicitando que o governo estendesse essas ações para o interior do Estado, por conhecer a realidade das comunidades, a dificuldade em tirar documentos, como por exemplo, Carteira de Identidade. Esse ano tive a grata satisfação de ver isso acontecer no interior.

Pescadores e Banco do Povo – Em Boca do Acre, reuni com os pescadores e agentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em que abordamos os benefícios sobre a concessão do seguro-defeso. Reforcei junto à população a presença do Banco do Povo no município. Com orçamento de cerca de R$ 3 milhões, o atendimento a essa Calha foi antecipado como forma de ajudar os comerciantes e agricultores, que sofrem os impactos da cheia dos rios.

Seguro-defeso – Solicitei, através de requerimento, o apoio da bancada federal do Amazonas para que se posicionasse contra o decreto publicado no Diário Oficial (DOU) em janeiro deste ano, que altera os critérios para a concessão do benefício do seguro-defeso de pescadores, defendendo os interesses dos pescadores,inclusive, de Boca do Acre.

Posto da JUCEA - A partir de um Requerimento de minha autoria, o município de Boca do Acre, ganhou um posto da Junta Comercial do Estado do Amazonas (Jucea). O presidente do órgão, Carlos Alberto Cavalcante de Souza, atendeu ao meu pedido em maio de 2017, e o Posto já está facilitando o processo para as pessoas que querem se tornar comerciantes, já fazerem ali mesmo o registro da sua empresa, microempresa, atendendo também os municípios adjacentes, como Pauini.

Ampliação do Hapvida - Denunciei no plenário da Aleam, a falta de credenciamento de estabelecimentos de saúde do Sistema Hapvida no interior do Amazonas, especificamente nos municípios do Sul do Estado. Recebi a informação repassada por vereadores de Boca do Acre, sobre um convênio firmado entre a empresa e a Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (Seduc), há dois anos, mas que não presta assistência aos profissionais de educação. De imediato, enviei Requerimento à Mesa Diretora solicitando que a Seduc tomasse providências junto à Hapvida.

“Pacto de Saúde” na fronteira – Articulei um encontro entre o secretário de Estado de Saúde do Amazonas, Francisco Deodato, com o secretário de Estado de Saúde do Acre, Gemil Júnior, o secretário Adjunto de Planejamento e Gestao, também do Acre, Rui Arruda, e o secretário de Saúde de Boca do Acre, Manoel Barbosa, que estiveram em Manaus para propor um “Pacto de Saúde” entre os Estados, com relação aos atendimentos dos municípios de fronteira. Fui procurado por uma comitiva formada por representantes do Acre e do município de Boca do Acre, pertencente ao Amazonas, que trabalham para regularizar a situação de atendimentos na fronteira, para não sofrerem penalidades. No mesmo dia consegui articular o encontro para tratar do assunto e encontrar uma solução que ampare ambas as partes.

Segurança - Reforcei as denuncias sobre o problema de segurança no interior do Estado. Estive em três municípios da Calha do Purus: Lábrea, Boca do Acre e Pauini, e fiquei preocupado com a questão da segurança no interior do Estado. Não existe delegado civil, poucos são os municípios que tem. O delegado de Boca do Acre responde também por Pauini sem nenhum auxiliar. Conversei com o comandante da Polícia Militar quando retornei, da mesma forma que conversei com o governador em exercício, à época, deputado David Almeida, para que tomasse uma providência urgente com relação à segurança no interior.

Subvenção da Borracha – Fechamos 2017 com uma notícia excelente para a minha querida Calha do Purus, pois consegui viabilizar junto à Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS) a liberação do pagamento da subvenção da borracha, atrasado desde 2015, para os municípios de BOCA DO ACRE, PAUINI, LÁBREA e CANUTAMA. Sou um defensor entusiasta do setor primário, em meu primeiro mandato fui um dos parlamentares que lutou para que a subvenção da borracha fosse implantada no Estado do Amazonas e, logo em seguida, com a mesma lei se deu a subvenção para a juta e a malva. Entendo que é um benefício justo e importante para melhorar a vida dos produtores e fomentar a economia nos municípios.

O que o senhor tem a dizer para os professores de Boca do Acre, um substancial colégio eleitoral seu, do fato de o senhor ter votado contra a data-base?

Adjuto Afonso - Não votei contra os professores, e sim, contra uma Emenda que não atende a real necessidade da classe. A Emenda "eleitoreira" estabelece um valor que não paga aos professores nem um terço do reajuste, atrasado há 3 anos, por ineficiência dos últimos governos, é muito fácil de ser calculada, basta pedirem cópia da Emenda do deputado que a fez. O atual governador está tendo o cuidado e a responsabilidade de não assumir compromissos pela metade e já trabalha para reequilibrar as contas e reajustar os salários de forma a atender a todos os servidores. Os professores não devem se deixar serem enganados, estamos às vésperas de uma eleição e infelizmente esses desvios de informação irão acontecer.

O que Boca do Acre deve esperar de Adjuto Afonso em 2018?

Adjuto Afonso - Sempre um parlamentar cada vez mais atuante, digo sempre que nós temos uma dívida com o interior do Estado e que vem sendo resgatada a partir de nossas ações em prol da sociedade que nos elegeu. Meu compromisso é reafirmado diariamente quando consigo atender as demandas que tanto afligem nossa gente. Uma das pautas que vou reforçar em 2018 junto ao governador Amazonino Mendes é o que ele já vem sinalizando em fazer, que é incentivar a geração de uma renda alternativa para o interior do Estado, precisamos descentralizar esses 90%da capital para que o Estado avance como um todo.

Como está sendo a sua parceira com a prefeitura de Boca do Acre, e as prefeituras da Calha do Purus?

Adjuto Afonso - Sempre procurei manter um bom relacionamento com todas as prefeituras da Calha do Purus. Conheço a realidade da região por ser filho de Pauini, e estou sempre defendendo os interesses dessa e de outras Calhas também, afinal, representamos a sociedade de forma geral, independente de interesses políticos. Enquanto parlamentar meu gabinete está sempre à disposição de todos os prefeitos para que tragam as necessidades de seus municípios e possamos juntos encontrar a melhor solução, o que vem acontecendo.

Outras considerações

Adjuto Afonso - Aproveito para dizer que meu mandato é participativo, e que fico muito feliz quando sou procurado por gestores, secretários ou lideranças do interior, que vêm falar sobre as necessidades de seus municípios. Isso é fundamental para auxiliar em nosso mandato, pois podemos sugerir ao governo políticas públicas que vão surtir o efeito desejado.

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A LORATA nem completou um ano de idade e já está dando presentes. A proprietária, Janaira Barbosa anunciou a primeira grande promoção da loja, oferecendo todo o estoque com descontos imperdíveis.

O público feminino vai vibrar com os produtos, inclusive os recém-chegados, sendo vendidos pela metade do preço. Isso mesmo; calçados, roupas, bolsas e demais artigos, tudo com 50% de desconto.

O público masculino também vai ser privilegiado. Todos os ítens destinados aos homens receberão desconto de 30%, incluindo a marca ACOSTAMENTO, a qual a LORATA é a única representante oficial em Boca do Acre.

E ainda tem a grande notícia. Além do descontaço, a LORATA divide toda a sua compra em até 3x no cartão de crédito.

Você não vai perder essa promoção. Seja o primeiro a chegar na LORATA, amanhã, terça-feira (16).

Conheça mais sobre Lorata

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Joaquim em seu ateliê improvisado exibe com orgulho alguns de seus trabalhos - FOTO: GILMAR PERON

O artesão Joaquim José da Silva, que trabalha há mais de quarenta anos com a arte em seu sentido mais amplo, conversou com o Portal do Purus na manhã de ontem, domingo (14), em sua oficina, que divide a metade da residência onde reside.

Durante o diálogo, Joaquim falou do seu grande desejo de comandar uma escola de arte, descobrindo talentos, dando oportunidade de geração de emprego e renda para vários talentos, que segundo ele, existem em Boca do Acre, basta um olhar especial para descobri-los e à eles dar uma chance.

PIRARUCUArtista completo

O artista falou da paixão pela produção de artes a partir de variadas matérias primas. Joaquim já exerceu cargos em trabalhos formais e burocráticos, mas foi na expressão artística, como pintura à óleo, escultura a partir do ferro, madeira, plástico, barro, cimento e principalmente de materiais recicláveis, que ele se encontrou.

Jovem pela arte

Para o talentoso senhor de 60 anos de idade (mais de 25 radicado em Boca do Acre), que se sente extremamente rejuvenescido a cada produção, trabalhar dependendo da criatividade em cada peça, é uma forma de se manter jovem, atento à tendência da arte moderna, que vê naquilo que é considerado velho e sem serventia, um abajur, uma moldura, um barquinho, um peixe típico da Amazônia e uma série de outras expressões artísticas produzidas por Joaquim.

Joaquim José oferece seus trabalhos de casa em casa. Não é difícil encontrar em um restaurante importante de Boca do Acre ou na casa de um bocacrense, uma tela com a paisagem dos encontros dos rios Acre e Purus, uma canoa, um pirarucu feito em madeira, ou mesmo um guarda-revistas, uma luminária.

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Apesar dos 60 anos, jovialidade é uma característica marcante do artista que com seu sorriso e bom humor agrada quem está próximo - Foto: Gilmar Peron

Do Maranhão para Boca do Acre

O maranhense de nascimento, que escolheu Boca do Acre para residir, também recebe muitas encomendas de fora. Joaquim terminou há bem pouco tempo um trabalho desafiador. O artista produziu um quadro com uma paisagem, mas ao invés de ser uma pintura como tantas outras que ele se acostumou a fazer, as imagens de uma árvore e pássaros foram feitas usando ferro e madeira.

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Abajur de material reciclado

A necessidade é mãe da criatividade

Joaquim impressiona também quando, pela necessidade, começa a produzir suas próprias ferramentas. Não é qualquer objeto, são máquinas capazes de lixar, cortar e moldar os objetos produzidos, pensadas e realizadas pelo próprio artesão.

Incentivo a arte

Um dos grandes desejos de Joaquim é fazer com que a arte passe a ser parte da cultura bocacrense, que segundo ele é riquíssima, com uma gama de artistas talentosos em diversas áreas, desde a pintura de telas, com belíssimas paisagens, à escultura de cimento, madeira, ferro, argila, produção de biojoias, entre outras.

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Dois belos quadros de Joaquim em pintura a óleo - Foto: Divulgação

O sonho de Joaquim era ter incentivo para a construção de uma escola de arte, o que segundo ele, seria fundamental para a descoberta de talentos, opção para a juventude e geração de emprego e renda.

Conheça aqui um pouco mais o trabalho de Joaquim

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Rio marcou 13,46 metros às 12h deste domingo (14). No sábado (13), nível chegou a 13,54 metros e ultrapassou cota de alerta, que é de 13,50 m.

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FOTO: G1 ACRE

pós o nível do Rio Acre ter ultrapassado a cota de alerta no sábado (13), quando chegou a 13,51 metros, as águas do manancial baixaram neste domingo (14) na capital acreana. De acordo com a Defesa Civil de Rio Branco, o rio baixou e na medicação feita às 12h estava com 13,46 metros, saindo da cota de alerta, que é de 13,50 metros.

O coronel George Santos, coordenador da Defesa Civil Municipal, explica que além de Rio Branco, a vazante do Rio Acre foi registrada também nas cidades de Assis Brasil, Brasileia, Xapuri e Capixaba, todas no interior do estado. “Em Rio Branco, o nível chegou a 13,54 metros no sábado. Ele manteve esse nível e depois vazou”, completa.

Santos afirma que o comportamento das águas na capital oscilou bastante no sábado (13). Às 6h de ontem, a marca era de 13,54 m. Depois, às 9h, o nível desceu para 13,51 m. Já na leitura feita às 12h o volume tinha subido para 13,52 m. Às 15h, o Rio Acre chegou a 13,53 e subiu para 13,54 m novamente às 18h. Esse nível foi mantido às 21h e mudou somente na manhã deste domingo.

“Caso não tenha chuvas significativas na bacia do Rio Acre, a tendência é que essa vazante que começou hoje [domingo] se mantenha. Lá na região do Alto Acre ele está vazando significadamente também. Como são vasos comunicantes, se o rio vaza nessa região ele também vaza em Rio Branco. Essa vazante é geral, não apenas localizada”, garante o coordenador da Defesa Civil.

A medição das 12h deste domingo mostra que o nível Rio Acre em Assis Brasil saiu de 3,86 metros, às 9h, para 3,81 metros. Em Brasileia, os dados informam que a vazante foi de 15 centímetros, o manancial foi de 4,59 metros, às 9h, para 4,44 metros, às 12h. Já em Xapuri, o volume do rio baixou de 9,44 m para 9,28 m. O mesmo aconteceu em Capixaba, o manancial foi de 10,63 m para 10,55 m.

O coronel afirma que a construção dos 100 box no Parque de Exposições Wildy Viana foi finalizada. Os abrigos foram feitos para receber as primeiras famílias atingidas em uma eventual cheia e alagação. De acordo com ele, a Prefeitura de Rio Branco também prepara dois locais no Parque de Exposições para ofertar serviços de saúde e assistência social caso haja necessidade.

Ele diz ainda que desde o início do período chuvoso, em novembro, o órgão intensificou as ações de monitoramento. Segundo ele, os níveis dos rios, e a quantidade de chuva ao longo da bacia do Rio Acre também estão sendo acompanhados. Também fazem esse monitoramento o Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual do Acre.

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FOTO: GECOM/PMBA

O secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil, Josimar Fidelquino, afirmou ao Portal do Purus que Boca do Acre está preparada para qualquer sinistro ambiental, através do plano de contingência que foi preparado pela SEMA, especialmente em se tratando da cheia dos rios Acre e Purus.

Fidelquino disse que ainda não tem informações prognósticas a respeito da quantidade de chuvas que precipitarão na região de Boca do Acre, e principalmente na cabeceira do rio Purus, no entanto tranquiliza a população a respeito de uma possível cheia, dizendo que o comportamento dos mananciais que passam pelo território bocacrense está dentro da normalidade.

Mas, caso haja alteração e o município passe por mais uma alagação, Josimar afirmou que Boca do Acre já tem um plano de contingência preparado. O plano será apresentado ao Gabinete de Gestão Integrada.

O secretário informou que está diariamente monitorando a subida das águas do rio Acre. sobre o rio Purus, Josimar informou que em breve os institutos que monitoram o tempo, passarão a dar informações.

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FOTO: INTERNET

Pela primeira vez foi comprovado cientificamente a presença do parasita Trypanossoma cruzi (encontrado no barbeiro) em uma porção de açaí no estado do Amazonas. Antes, a comprovação era feita por associação.

A Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) comprovaram, por meio de análises laboratoriais, a presença do parasita Trypanossoma cruzi, na amostra de açaí consumida pela família que contraiu Doença de Chagas, no município de Lábrea (a 702 quilômetros de Manaus).

A comprovação só foi possível devido ao fato de que a Vigilância Epidemiológica da FVS-AM conseguiu recuperar as amostras de açaí que ainda estavam disponíveis junto ao fornecedor que entregou açaí para a família adoecida, segundo explica o infectologista pesquisador Jorge Guerra.

“O período de incubação do parasita é de 10 a 22 dias. Se uma pessoa consome hoje algo contaminado, ela tem até 22 dias para manifestar os sintomas da doença. Quando isso acontece, geralmente, o material que poderia nos servir de amostra já foi consumido, descartado ou teve algum fim que não o laboratório”, explicou.

Nesta sexta-feira (12), três novos casos de Doença de Chagas foram confirmados. As pessoas que consumiram o mesmo lote de açaí de Lábrea estavam em Manaus, assintomáticas, e foram identificadas por meio do monitoramento feito pela FVS. Com isso, chega a 10 o número de pessoas que contraíram a doença.

Quatro pacientes estão fazendo tratamento ambulatorial com profissionais da FMT-HVD e seis estão em Lábrea. Apenas um dos pacientes, uma criança, chegou a ser internada, mas já recebeu alta. Em Manaus, todos os pacientes passaram por consultas e avaliações no Hospital Universitário Francisca Mendes (HUFM) e na FMT-HVD. Os demais pacientes são acompanhados pelo Hospital Regional de Lábrea.

Desde 2010, foram registrados 58 casos da Doença de Chagas por transmissão oral, quando o contágio acontece por meio de alimento contaminado. No entanto, de acordo com o diretor presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, a confirmação de que a transmissão acontecia por vinho de açaí não existia.

“Nós tínhamos os relatos das pessoas que haviam consumido o mesmo produto. Geralmente, era um número de pessoas próximas que tinham se alimentado,inclusive no mesmo período. Esse fator e os sintomas da doença se manifestando, mais os exames nas pessoas, nos levavam a concluir o diagnóstico”, complementou.

Com a recuperação da amostra, uma alíquota do produto foi encaminhada para o Laboratório de Referência Nacional do Instituto Evandro Chagas. Outra amostra foi avaliada pelos pesquisadores da FMT-HVD, que aplicaram uma técnica de baixa complexidade que identificou a presença do parasita.

Em Lábrea, a pessoa responsável pela produção do vinho de açaí foi identificada. Trata-se de um produtor de pequena escala. A Vigilância Sanitária do município apreendeu os equipamentos e as amostras de açaí ainda disponíveis.

A FVS-AM está reforçando as campanhas de conscientização em relação às boas práticas na produção de alimentos com matéria-prima da floresta. A cartilha “Preparando o açaí produto da floresta e seus derivados com boas práticas de higiene”, produzida pelo órgão, foi redistribuída aos produtores.

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FOTO: GECOM/PMBA

O vereador Vângelo Araújo mostrou sua insatisfação com a sensação de insegurança que tem feito parte do cotidiano do bocacrense nos últimos meses. O parlamentar colocou na conta do comando da Polícia Militar de Boca do Acre os fatos de violência e acidentes de trânsito, dizendo que falta mais rigor na gestão da corporação, na realização de blitz educativa e punitiva.

Segundo o vereador, há uma falta de vontade por parte do comando da 5ª CIPM, de atuar de forma a prevenir a violência, realizando barreiras policiais na entrada da cidade, e colocar a polícia militar para fazer a ronda de rotina.

“Faz muito tempo que não vejo os policiais nas motos, e as outras viaturas passando constantemente, como forma de se fazer presente, abordando os cidadãos sob suspeita, inibindo a ação dos maus elementos”, disse o vereador.

“Boca do Acre não pode se sentir sem lei, sem comando, sem polícia. Nossa cidade é pequena e eu não aceito adolescentes morrendo em acidentes, pessoas não habilitadas dirigindo, tudo isso é contra a lei e a lei deve prevalecer, pelo bem da comunidade”, ressaltou.

“Daqui a pouco não vamos mais nos sentir seguros para ficar em frente de nossas casas conversando com os amigos e vizinhos, porque agora estão matando em plena luz do dia, como foi o homicídio que teve no bairro Praia do Gado, na manhã de hoje, sexta-feira (12), quando um homem na motocicleta parou e disparou tiros contra uma pessoa, tirando a vida dela”, relatou o parlamentar.

Boca do Acre dos assaltos

Vângelo se lembrou dos assaltos que agora fazem parte da rotina do bocacrense, as mortes por homicídios, que segundo o próprio legislador, não se via isso no dia-a-dia de Boca do Acre. “Essas coisas existem hoje, porque não temos uma polícia atuante, não por culpa dos nossos bravos policiais, mas porque não temos mais um comandante que atue que tenha coragem de trabalhar, e que está ausente há meses da nossa cidade”, afirmou o vereador.

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