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com Dorival Jr. não importa o adversário, todo jogo é no sufoco para a Seleção

Quando Dorival Jr. estreou pela Seleção Brasileira, justamente em um amistoso contra uma campeã do mundo, chamou atenção o espírito competitivo do time contra a Inglaterra. Aquela vitória por 1 a 0 foi um teste interessante. O fato é que, sete jogos depois, o Brasil só consegue fazer partida de igual para igual, não importa quem seja o adversário.

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Dorival Jr. termina primeira competição na Seleção com desempenho fraquíssima. (Foto: Kevork Djansezian/Getty Images)

Nesse sábado (6), chegou ao fim a Copa América 2024 para a Seleção. A verdade é que jogar nos Estados Unidos só foi favorável para a Seleção há 30 anos. Nos dois últimos torneios continentais, a derrota foi frustrante como o desempenho do time.

Seleção Brasileira decepciona mais uma vez e está fora da Copa América

São oito partidas de Dorival Jr. como técnico da Seleção Brasileira, e parece que estamos vendo mais do mesmo do que foi com Fernando Diniz e Ramon Menezes, o horror de 2023.

O espírito competitivo dos jogos contra Inglaterra e Espanha seguem, afinal de contas, o Brasil joga equilibrado contra uma potência europeia como também contra a Costa Rica, México e Estados Unidos, eliminados na primeira fase da Copa América.

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Contra o Uruguai, pelas quartas de final da Copa América, o Brasil não chegou como favorito, mas encarou um jogo de igual para igual. Mas o ponto que chamou atenção foi mesmo as oportunidades que o time deixou de criar, isso mesmo com um jogador a mais e com o técnico adversário, Marcelo Bielsa, apostando em levar a disputa para os pênaltis.

Dorival Jr. não parece ter respaldo do elenco para comandar a maior campeã do mundo. (Foto: Reprodução)

Antes das cobranças, um filme de terror. Primeiro com Dorival Jr. completamente apático, “fora da rodinha”, sem conseguir nem mesmo dar as instruções ao elenco de jogadores que não conseguem vingar com a Amarelinha, mas que atuam em grandes clubes da Europa.

Aí chegaram as penalidades. O horror se repetiu: Éder Militão, jogador de nível questionável, mas que abriu as cobranças, dando início a uma série de corridinhas que levaram o Brasil a mais uma queda em Copa América.

Brasil deixa a Copa América nas quartas de final. (Foto: Candice Ward/Getty Images)

A Celeste, que não foi bem contra o Brasil, segue firme na Copa América e vai enfrentar a Colômbia na semifinal. Quanto ao selecionado brasileiro, a tendência é que mais jogos equilibrados venham, seja na Eliminatória para a Copa do Mundo como também contra qualquer adversário no planeta.

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